Medo de Esquecer
Caímos e então levantamos... Até cairmos novamente...
Surge desejo de ficar no chão, olho minhas feridas e sinto medo de tentar de novo. Sei o quanto dói e tento me proteger dessa dor...
Observo ao meu redor...
Como eles conseguem prosseguir? Como continuam de pé? Por que continuam lutando?
Olho novamente, agora são apenas cicatrizes...
Então, percebo que estou mais forte... Posso ter mudado, mas minha essência não se perdeu, ainda sou eu.
Então é isso! - sorrio, enquanto penso.
Medo do bicho homem
Um leão rugindo, quando percebe o outro, tentando ser livre em seu habitat;
Uma cobra traiçoeira, desejando dá o bote, espalhando medo por todo o lugar;
Um rato sedento que não vive do pouco, diz: _ Tudo é migalhas, resto de coisas que a vida há de dar;
Um porco suvino, enfiado na lama, das suas verdades, espalhando a desordem, por todo lugar.
Não tenho medo de nada
sei bem qual é o meu norte
nunca saio da boa estrada
serei assim até a morte
De nada tenho receio
enfrento tudo com firmeza
no coração só anseio
viver em paz e leveza
Sempre levo comigo esperança
e do mal procuro me afastar
mesmo assim as vezes tropeço
e tenho medo de não levantar...
Ser poeta é não ter medo de abrir a alma, é ser um livro aberto em cujas páginas podem ser lidas realidades e fantasias quase infindas. Quem poderá, realmente, traduzir o que é um Ser poeta? O que eles dizem e porque essa ânsia em dizer, em nunca calar a voz interior ? Não querem respostas, talvez elas não existam. Ser poeta é transcender a própria existência sempre em busca do Infinito.
❤Tenho medo do desconhecido pois pisaram tanto em mim que agora estou me transformado no vinho raro ❤
É fim de tarde,
ouço poucas vozes,
o que será que
esse medo veio fazer aqui?
simplesmente, apagar o meu refrão,
desvirtuar as letras que escrevi
mas vejo um céu maior
além dessa nuvem escura,
há algo mais.
§
Ofereço-vos,
essa ingênua esperança,
em teu momento de desespero,
até que se aparte o medo
e haja um coração resoluto
e volte um profundo fruto
ainda haverá esperança
na morte de tudo
§
A única emoção permanente do homem comum (...) é o medo – o medo do desconhecido, do complexo, do inexplicável. O que ele quer acima de tudo é segurança.
Todo o objetivo da política prática é manter a população alarmada (e, portanto, clamorosa de ser levada à segurança), ameaçando-a com uma série interminável de monstros, todos imaginários.
O que o medo, o diesel, a gasolina e o etanol têm em comum? Pois é, ambos são combustíveis que te farão se deslocar rapidamente.
Ela sentia-se encurralada pela vida.
Então ela vivia uma vida escondendo-se da vida, mas ainda assim, esperava algo da vida.
