Me Sinto Esquecido

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"Há tantas pessoas vivendo no mundo da lua que me sinto como um astronauta."

Sinto muito! Não uso máscaras socialmente aceitáveis.

"Hoje sinto uma necessidade de ficar só e não é que eu não goste de companhias agradáveis. O fato é que às vezes tenho uma carência infinita de solidificar meu 'EU'."

—By Coelhinha

Meu amor, sinto um orgulho imenso em ter você na minha vida. Eu te admiro profundamente em cada detalhe do seu ser.


​Sua presença é um presente tão grande que, às vezes, me pego pensando se eu realmente mereço a alegria e a sorte de ter uma pessoa tão extraordinária ao meu lado.
​Você é a minha inspiração.

Sinto uma dor profunda pelo que fiz. Mas a ideia de perder a sua presença e o seu amor é o que realmente me sufoca. Me perdoe para que a nossa história possa continuar.

Entre o que SINTO e o que FAÇO existe um espaço pequeno demais para ser desperdiçado e importante demais para ser ignorado.

Carlos Eduardo Balcarse

Um apenas


Ser ou não ser apenas um, se mesmo a dois me sinto um...


Um apenas, sem atenção e o amor devido, como se fosse possível dever sentimentos...


E, se fosse possível, estarias tu a me dever, afinal, num relacionamento, seria natural não ser apenas um... Seria natural ser apenas nós dois!

⁠Eu sei…
Embora eu tentasse fingir que não sinto mais, finalmente entrei e os destroços suprimiram minhas emoções.
É como areia movediça e deve terminar em fracasso.
Sei que não sou forte o suficiente para me expressar corretamente; mesmo que esteja errado, ainda faço o meu melhor.
Eu sei que eu estava errado!

⁠Há momentos em que sinto tanta felicidade que não cabe em mim.

Em outros instantes, uma tristeza de meio mundo.

Emoções que não pertencem a mim.

E se, antes do "eu sinto muito", viesse: "se fosse ao contrário, como eu me sentiria?"

Sinto saudades de quando o tempo passava despercebido e o contemplar do amor era uma companhia agradável.
❤️

Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação.
Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela, na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de “você”.

Quanto mais sinto, mais me perco nas garras deste chamado amor. Achado, busco cada vez mais motivos para dele falar, pois parece vamos ficando íntimos. Depois do possível, agora eu acredito que ele é algo que escolhemos usar. Feliz quem usa, mais ainda quem o recebe. Impossível medir, pois não há tamanho, cor ou idade. Ingastável e disponível para quem quiser usar, com quem quiser e em qualquer tempo.

Tem dias que não sinto, apenas vivo.
Debbie Villela ⁠

A lua daqui

Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.

Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.

Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.

A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.

Por Que Ela?


Nos momentos de pausa,
sinto a falta dela.


Quando olho no espelho,
pergunto-me o porquê.
Por que ela acabou
se tornando importante?


Meu peito anseia em saber
se ela está bem.


Preocupar-me com alguém novo
parece um gasto desnecessário de energia.


Pergunto-me novamente:
por que ela?


Com seu olhar desconfiado,
sua postura que muda
de acordo com meu comportamento,
ela vigia cada passo,
enquanto eu analiso o espelho.


Ela se tornou familiar
de alguma forma.


E temo estar lhe atribuindo
mais importância
do que a realidade exige.


Na defensividade,
mantenho-me a observar do alto,
mas, nos meus desejos,
estaria nos braços dela.


Ela, porém, não pode saber.


Seu jeito exótico
tornou-se fonte da minha dopamina.
E eu me pergunto: por quê?


Ela é tão diferente,
mas tão semelhante.


Temo que ela se torne
fonte da minha dor.


Porventura,
mereço eu o sofrimento?

"Um diamante só se forma sob pressão. Se me sinto abalado, entendo que estou em um processo de lapidação, não de derrota."

"Sinto muito que você tenha tido ou visto experiências ruins, mas não permita que o erro de alguns limite a sua visão sobre as oportunidades de muitos. A honestidade é o padrão que eu sigo, e não abro mão disso."

"Não me sinto ofendido com o julgamento, pois sei exatamente o que entrego aos meus clientes e parceiros. Quem conhece o valor do próprio trabalho não precisa de holofotes, apenas de consistência."

Hoje sinto a vida escorrer entre meus dedos.


Não com desespero, nem com a urgência de quem tenta detê-la.


Há uma melancolia mansa em mim.


Daquelas que não ferem, apenas convidam ao silêncio.


Descanso os braços, afrouxo as mãos, e observo.


Os dias passam, as pessoas mudam, os sonhos amadurecem, e o tempo segue seu curso.


Há beleza nisso.


Uma beleza suave, quase imperceptível, que só se revela quando deixamos de resistir.


E nessa melancolia serena, compreendo que viver não é segurar a vida, mas sentir sua passagem enquanto ela toca nossas mãos.