Me Perdoa mas eu Tentei
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha
Apenas mais uma de amor.
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito
Isso de ser abstrato, baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma ideia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
Uma das mais saborosas sensações de liberdade que eu conheço é flagrar meu coração feliz sem precisar de nenhum motivo aparente.
Portanto, já desisti de ficar tentando transformar meus defeitos em qualidades pros outros, se eu sou mesmo impulsiva, infantil e egoísta, que assim seja, porque por enquanto eu gosto muito de mim desse jeito, -apesar de alguns tombos de vez em sempre-, e se alguém não gosta... bom, daí já não é problema meu, nunca obriguei ninguém a ficar do meu lado!
Eu não te culpo. Eu, no seu lugar, faria o mesmo, talvez. É que eu sou uma pessoa difícil de lidar, de conviver, de amar.
Talvez eu seja um pouco de tudo que já li
Um pouco de tudo que meu olhar já apreendeu do mundo
Um pouco das belas músicas
Um pouco daqueles que me são queridos
Um pouco de múltiplos sentimentos e algumas fraquezas.
Talvez eu seja um pouco do que você deixou em mim,
Mas em essência, o muito da minha essência
É algo delicado e misterioso.
Um dia você vai lembrar de mim e o quanto eu te amei... Então você vai se odiar por ter me deixado ir embora. Mas aí, será tarde demais. Como sempre.
O Rio
Da minha janela
eu via o rio.
Um rio imenso,
tenso,
de diferentes cores,
de história, e de estórias,
de vida e de mortes,
de mil valores,
de risos e ais,
brutais.
E todas as tardes
eu vinha à janela
e via o rio,
um braço brilhante
de amante
a envolver as terras
que despencam da cidade
(sem piedade).
Eu via o rio
até aonde a vista
alcança
e se lança
a mente.
Eu via o rio
deitar sobre a terra
em tons variados,
que o céu, de ciúme,
lhe emprestava.
E eu estava ali
a ver o rio,
todas as tardes,
sem alardes,
quieto como o rio,
triste como ele,
nessas horas cinzas
de todas as tardes.
E tantas vezes
eu vi o rio
que aprendi a conhecê-lo
em todo o seu íntimo.
Em um átimo,
eu o senti;
seu braço me envolveu
também.
Brilhou dentro de mim,
e eu senti o rio
a correr em meu corpo.
Nunca mais precisei
chegar à janela
para ver meu rio.
PROSTRAÇÃO
Eu se chorar, fraqueza lhe parece,
pois não sentiste o que sinto agora,
quando triste, prostrado rezo a prece
de um homem só que na tristeza chora.
E quando sinto que meu rosto empalidece,
olhando alguém que se vai embora,
cumprindo a teia que o destino tece,
levando o amor de quem mais te adora.
E quando em mim nada mais resta
e já a noite com seu manto empresta
a escuridão a meu triste mundo,
eu choro e sem vergonha eu clamo
que a vida que pela vida eu amo
jaz perdida num abismo fundo.
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 4:6)
Eu escolho te amar
em silêncio,
porque em silêncio
eu não encontro rejeição.
Eu escolho te amar
em solidão,
porque em solidão,
mais ninguém te tem senão eu.
Eu escolho te adorar
à distância,
porque a distância,
me protegerá da dor.
Eu escolho te beijar
no vento,
porque o vento
é mais gentil do que os meus lábios.
Eu escolho te abraçar
nos meus sonhos,
porque nos meus sonhos,
tu não tens fim.
Só sei que nada sei por completo
Só sei que nada sei que só eu saiba
Só sei que nada sei que eu não possa vir a saber
Só sei que nada sei que outra pessoa não saiba
Só sei que nada sei que eu e outra pessoa não saibamos juntos
Eu me preocupava com tudo.
Coisas que pareciam ter sentido na verdade não tinham.
Eu me preocupava com a vida.
Com o que aconteceria se eu me permitisse sentir de novo.
Achei que eu não merecesse.
Então... Sem nem mesmo saber...Eu mudei.
Eu não estava preocupada com o que aconteceria se eu vivesse, mas com o que aconteceria se não. O que eu perderia.
Eu me preocupava em não lembrar; em não lembrar de todos os momentos. Todos os lugares. E tudo por causa do Finch.
Porque ele me ensinou a me maravilhar.
Ele me ensinou que não é preciso escalar uma montanha, para ficar no topo do mundo.
E que até os lugares mais feios podem ser lindos desde de que você pare pra olhar.
Que não há problema se perder...desde que encontra o caminha de volta. Mas ao aprender tudo isso, eu não vi algo mais importante: O Finch
Eu não vi que ele estava sofrendo.
Não vi que ele estava me ensinando o tempo todo a seguir em frente.
Finch era um sonhador. Ele sonhava acordado. Sonhava com toda beleza do mundo e essa beleza fez despertar.
O Finch me ensinou que há beleza nos lugares mais inesperados.
E que há lugares incríveis mesmo em dias sombrios. E que se não houver... você pode ser aquele lugar incrível. Com infinitas capacidades.
Eu não posso te abraçar, nem posso ver você de perto, e nem posso passar uma tarde perto de ti, mas saiba que cada sorriso que eu dou por aqui, é pensando em você aí. E quando o dia de poder te ver de perto chegar, então, meu sorriso vai estar completo junto do seu.
Elijah: Eu não acredito no amor, Katherine
Katherine: Isso é muito triste para eu aceitar
A vida é muito cruel,
Se deixarmos de acreditar no amor, por que queremos viver?
– À noite, tu olharás as estrelas. Aquela onde moro é muito pequena para que eu possa te mostrar. É melhor assim. Minha estrela será para ti qualquer uma das estrelas. Assim, gostaria de olhar todas elas... Serão todas suas amigas. E, também, eu lhe darei um presente...
