Me Perdoa mas eu Tentei
Eu tentei persistir
Tentei acreditar
Tentei mesmo
Mas o desgaste foi grande
E eu já não consigo mais
Eu me dou o direito de cuidar de mim
No passado, eu sofri. Tentei fazer com que me aprovassem várias vezes. Tentei me mostrar. Mostrar o meu valor.
Peguei a estrada, descobri o caminho e caminhei. Fui andando. Sozinha seria melhor caminhar. Sem levar nada, apenas o meu viver.
Na vida, peguei carona; no viver, peguei energia para seguir. Nem precisei olhar para trás. Nem precisei dizer adeus. Eu só precisava de cuidados, que até então ninguém poderia me dar. Recebi cobranças pelo que eu não devia. Cobranças de valores - do que não se vende. Cobrança do que não estava em mim. E quando fui cobrar o que de direito era meu, fui moralmente desrespeitada e obrigada a engoli as lágrimas que deixei cair.
Foi aí que mudei o rumo da minha estrada e decidi cuidar de mim. E aprovação eu me dei. Carinho eu peguei e decidi me dar.
Olhei no tempo presente e vi que tudo que estava ali, em mim. Era bem maior do que qualquer pessoa poderia me dar. E eu me dei.
Dei-me mais amor e compreensão. Carinho e aprovação. Eu me dou o direito de cuidar de mim e a evolução tornou-se constante. O amor tornou-se verdadeiro. E a verdade é que se cuidar melhora o humor a cada instante. Melhora o gosto de viver.
É se ver como você gostaria que o outro olhasse. É se aprovar sem querer aprovação.
Quando esperamos aprovação dos outros, ela nunca vem. Quando nós nos aprovamos, os resultados chegam. Eu só queria um sim para continuar caminhando. Eu me dei esse sim todas as vezes que busquei e não esperei mais o sim dos outros.
O maior e mais invencível obstáculo é aquele que criamos dentro de nós mesmos. Eu eliminei todos os dragões internos.
E há dentro de mim um desejo diferente, diferente de tudo que antes existia. Neste desejo de cuidar ainda mais daquilo que eu dei o valor necessário, da pressa que tenho de viver. E assim eu disse ao meu ser que a minha fome de viver alimenta todo o meu espaço, nutre o meu coração. E neste desafio que sempre nos cerca, temos o direito de cuidar do jardim existente em nós. E viver a melhor sensação da vida.
Eu tentei,
Tentei conquistar ela
E roubar o ❤ dela,
Mas fácil ela não é não...
7 bilhões de pessoas,
E ela é sem igual...
A garota que nem tentou
E mesmo assim me conquistou
Queria ter ela só para mim,
Mas ela não posso ter,
Queria fazer ela sorrir,
Mas isso não consegui fazer
Eu disse muitas coisas,
Coisas que não deveria...
Arrependido hoje estou
E só saudade me restou
Já pedi desculpas,
Já tentei conversar,
Mas tudo depende dela...
Dela querer recomeçar
Tentei e por diversas vezes eu tentei.
Sempre fui a culpada de tudo para você.
Nunca conseguimos conversar sem brigar.
Você nunca tentou me compreender.
Me prendi a sua ameaça de ir embora.
Foi embora e me deixou só na pior.
Não vou mais me perder e me prender.
Eu me dou a paz e deixo você ir.
Sem você eu posso ser mais feliz.
Eu tentei, Dei o meu melhor, Me dediquei, Abri mão de tudo por algo que simplesmente fugiu das minhas mãos, Meu peito rasgado escorre gotas de sangue bem parecidas com as de lágrimas que caem no meu rosto... É engraçado tudo isso, Deixei de viver pra mim a muito tempo, Faço tudo pelos outros, para ver essas pessoas bem, Já me ferrei, me machuquei, fui feliz e destruído com simples palavras, Irônico né? Sempre achei que fosse bom com palavras mas ao mesmo tempo tenho medo delas, São como pontas de facas prontas para te acertar e te deixar imobilizado, parado no tempo, Você deixa de querer se relacionar de querer algo para si mesmo, passa a deixar de fazer o que gosta, o que ainda te faz bem, Enfim minhas palavras acabaram, elas sempre se voltam contra mim... Então corte minha garganta e arranque minhas mãos, Sou o poeta que não conseguiu lidar com a dor da poesia...
Eu já tentei achar alguém para me amar, prometo, mas o problema é que eu não tenho nenhuma característica para ser amado, por isso já estou confirmado com o meu futuro solitário e triste.
Último suspiro
Eu até tentei
Não desfocar
Tangenciar o olhar
Em linha reta
Eu até consegui
Tocar
A minha vida
Tendo-te no centro da esfera
O problema é que
O destino toma
A forma de devaneio
E vem pra te confundir
Desculpa
Não tenho culpa
Mas eu gosto de te ver cair
É que eu tentei
Ir contra
Os meus instintos
Mas você sabe
Sou mulher
Tenho meus desejos
Então cá estou
De volta
Ao meu bom vinho
E a estas boas noites
De sexo ruim
Entre bons beijos
E algumas doses de gin
Enquanto você aí
Me manda
Umas mensagens confusas
Umas rosas murchas
E um amor morno
Bem diferente
Do que eu sempre gostei
Como aquela água ardente
Na cabeceira
Da minha cama
Que desce quente
Queimando tudo
A mesma
Que você usou
E derramou
Entre soluços
Pra incendiar
E destruir meu mundo.
Thaylla Ferreira cavalcante {Lições sobre os vícios}
Ah! Eu sonhei nas noites vagas com teu amor
Provei teu beijo, magoei minha dor
Tentei te esquecer... Não deu
Pensei que fosse mais forte que esse amor
Ó minha paixão... Sou teu
Por mais que eu queira disfarçar como estou
O meu coração se nega a aceitar
Passa o tempo, eu não me esqueço de te amar
Depois que eu tentei, tentei, tentei
Eu me diminuí pra me encaixar no seu amor
Você não cuidou
Você só desprezou
Você não pode ensinar bondade. Sabe, eu tentei por um bom tempo. Não é possível fazer muito com corações pequenos. Corações duros, talvez, mas não pequenos.
(Georgina)
Já tentei te matar algumas vezes, em muitas delas eu quase consegui. Cheguei a carregar o revolver e encostar no meu peito, mas quando estava quase ouvindo o click do gatilho, algo em mim doeu. Eu nunca entendi bem ao certo a minha falta de coragem, no fundo, não era nem nunca foi nada disso. É que quando estava lá, a um passo do homicídio, algo em você não me deixava cumprir a tarefa. Seria livre, poderia sair dali sem nem um pingo de culpa, como se a minha vida recomeçasse depois da tragédia, mas eu nunca consegui, e não consegui porque a grande verdade é que jamais quis isso, jamais quis, que, verdadeiramente, morresse. Como me livrar daquilo que me dá vida, como, se quando matasse você eu também me mataria? Como, de forma egoísta, não querer deixar viver o que transpôs de minha escuridão à luz? Portanto, eu não me entristeço por meu fracasso, já que sempre me fez tão forte. Eu apenas admito as coisas que me rondam todas as vezes em que tento enterrar o que sinto; eu não consigo enterrar você. Então, por todas as vezes que te odiei, por todas as vezes que desejei te ver tão longe de mim, por todas aquelas vezes que me fizesse esquecer o quanto te amei, por todas elas, escandalosamente em todas elas, eu te amei como da primeira vez.
Ricardo F.
Um passo em falso e eu Cairia no abismo, não tentei me desviar pelo incrível que pareça.
Cair tem mais haver comigo, pois é quando eu percebo que o impacto das quedas tampouco não foram suficientemente fortes para me prender a solavanco.
O abismo pode se tornar menos assustador ao longo dos ângulos.
Onde à escuridão pode de haver luz, onde existir o medo haverá superação.
E era assim que eu pensava sobre minhas emoções que através dos meus próprios argumentos se tornavam meramente incoerentes.
Eu quero ser uma pessoa melhor, mas ainda não sou capaz de sentir pena daquele que me empurrou abaixo.
Mas também não serei aquele que o fará provar o mesmo.
Os sentimentos são complicados demais para tentar-mos justifica-los... Ao todo parecem não existir sem a dualidade.
Gostaria de aprender se possível, ainda que eu não sinta nada além do vazio, desejo voltar a florir.
Encarando a face do passado não dá pra apagar eu sei, pois eu já tentei, começo a me sentir sozinho, vou sentir falta de tudo eu sei, pois eu já tentei.
Tanto tempo está passando e eu tenho que te dizer...
Se olhar atrás, se por os pés no chão, tenho certeza você vai voltar pra mim, quando estiver só, basta olhar pra trás, eu estarei lá, é onde você pode me encontrar.
Estou trancado do lado de fora.
Eu tentei encontrar outra forma de entrar e não consegui. Isso é totalmente horrível, por que não me deixam entrar? O silêncio permaneceu.
Eu preciso descansar um pouco, eu não posso continuar assim, eu tentei contar carneiros mas há sempre um que me escapa, as pessoas dizem que estou triste demais, todo mundo diz que eu só tenho que deixá-lo ir, você só tem que deixá-lo ir, você só tem que deixar pra lá, eu preciso dormir um pouco hora do pobre cavalo ter um descanso, já estou no fim e o mundo continua girando, mas as pessoas dizem, você só tem deixá-lo ir.
Guerra perdida
(Em piegas confissão)
Eu tentei te esquecer, eu tentei.
Implorei uma trégua ao coração,
mas, em rebeldia, ele, tão atrevido,
bateu mais forte e me disse: – Não!
Eu tentei te esquecer, eu tentei...
Busquei outros lábios, outro rosto,
mas jamais consegui encontrar
o encanto e a doçura do teu gosto.
Eu tentei te esquecer... Ora, eu tentei!!!
Até em sonhos eu fugi de ti,
mas, contigo em meus pensamentos,
confesso que sempre amanheci.
Eu tentei te esquecer, sim, eu tentei...
Encarei como feitiço, doença, uma cilada,
mas a paixão de corpo era também de alma,
e então eu já não pude fazer mais nada.
Ah, eu tentei te esquecer, como eu tentei!
Mas não era pra ser, agora bem compreendo.
Admito: perdi a batalha, perdi essa guerra.
Em teus braços, eu me entrego. Eu me rendo!
Poema: Anne Mahin
Arte: Emilia Wilk
