Me Perdoa mas eu Tentei
Que minha intuição continue andando sempre ao meu lado, garantindo-me que eu chegue ao meu verdadeiro destino, desviando-me de falsas aparências e luz.
Foi sem querer que compreendi: que o que eu tanto queria também me queria.
Hoje não vivo mais sem esse querer, e, por você me querer continuo te querendo.
Se até a natureza se expressa com suas tempestades, quem sou eu para silênciar-me quando algo me incomoda?
Eu poderia passar a vida toda estudando nossa química, e ainda assim, ela continuaria me surpreendendo.
Ama-me e permite-me transbordar o meu amor e te amar, ou dá-me forças para eu partir e nunca mais voltar.
Tem dias em que tudo me cansa. Então, eu deixo de existir e, em silêncio, me enterro dentro de mim.
Poderia ser carinho em vez de cobranças, um abraço no lugar do distanciamento, um "eu te amo" ao invés de desconfianças que ferem.
Talvez as coisas pudessem voltar a ser como antes, quando havia apenas leveza e não o peso de paranoias inventadas.
Ainda daria tempo se, ao invés de medo, escolhessem sentir.
a casa da minha avó.
De todas as casas que eu morei,
a da minha avó era um abrigo,
pequena, mas transbordando calor,feita
de taipa e palha de coqueiro, lembro hoje e sempre, memórias entrelaçadas.
Não havia luz elétrica a nos guiar,
mas as estrelas dançavam no teto,
um luar suave contava histórias,
sussurros de amor na brisa da noite.
Os risos ecoavam nas paredes nuas,
cada canto guardava um segredo,
o aroma do café fresco,
um laço que nos unia ao amanhecer.
Ali, o tempo escorregava lento,
a felicidade era feita de simplicidade,
um lar sem paredes, mas repleto de vida,
onde a essência do amor nunca se apagava.
A tal da insônia!
Já são 1h55.
Eu me mexo na cama, eu levanto, eu bebo água, mexo nos cabelos, fumo meu charuto de sabor chocolate...
Fico em êxtase!
Já são 2h30 da madrugada...
Fico com meus pensamentos soltos!
Não consigo dormir, minha inquietação de um dia diferente que eu tive hoje.
Fico com meus pensamentos soltos!
Ouço a música tocar, trago em minha memória lembranças da tarde de hoje.
Pensamentos soltos!
Lembro do teu sorriso sapeca, do teu olhar fixado aos meus, lembro das minhas mãos na tua pele, lembro dos meus pés encostando nos teus e lembro até da câimbra que tive do encaixe...
Risos soltos!
Pensamentos soltos!
Degusto meu charuto, sabor de chocolate e com meu bom vinho tinto cabernet Sauvignon...
Olho para minha cama e não te vejo e cheiro meu travesseiro para buscar teu cheiro!
Pensamentos soltos!
Já são 3h15 da madrugada de sexta-feira.
O preço da comunicação...
Ela: Amor vem me buscar no trabalho mais tarde...!
Eu: "Fiquei pensando, acho que ela quer fazer algo diferente comigo após o trabalho, sair juntas aproveitar o dia..."
Eu disse: Você quer fazer o que hoje?
Ela: Amor quero que você me busque no trabalho para eu chegar logo em casa, porque quero lavar as roupas!
Eu: Me senti impotente, nossa seria eu tão desagradável a ponto de não perceber que tinha roupa pra lavar?
Ela: Mas não precisa se preocupar em lavar nada, porque você não lava direto... Deixa sabão nas roupas e mistura todas as cores na máquina e não pode.
Eu: Pensei..."Esse é o motivo de eu me achar impotente a ponto de não perceber que tinha roupa pra lavar, e ela não acreditar na minha capacidade de poder fazer alguma coisa em casa..."
Moral da história: A comunicação do casal ela precisa ser vivenciada todos os dias, relacionamento não é só coisas boas compartilhadas, é afeto, ajuda acolhedora, respeitar o espaço do outro, ensinar a fazer, dizer a verdade mesmo que doa, é prestar atenção nos detalhes, é querer crescer juntos em busca de uma vida com qualidade entre o casal, é demostração de carinho, é amizade compartilhada; e assim vai...
"Pensamentos soltos... Ciclo da vida"
Estou eu aqui, neste meu pensamento solto,
divagando entre o que vai e o que volta,
sentindo que a vida é um fio que se entrelaça
entre o que somos, o que damos e o que recebemos.
Nesse ciclo de ida e retorno,
talvez o sentido esteja em apenas sentir —
e confiar que tudo encontra seu lugar no tempo.
E de pensar que, em um só instante, tudo pode florescer ou desabar...
Neste ciclo sutil da vida, o que damos volta,
como eco no tempo, como semente que espera o sol.
Nada se perde — amor, dor, gesto ou palavra —
tudo gira, renasce, e nos encontra de novo.
Somos sementes ao vento do tempo,
plantamos gestos, colhemos destinos.
Na terra onde pisamos, deixamos marcas —
que o amor seja rastro, e a empatia, caminho.
Pois a vida é ciclo que retorna,
e o que damos, um dia, nos visita de volta.
E de pensar que o que me conforta nesta vida
é saber que o mundo gira, silencioso e certeiro,
e que tudo o que se planta — seja dor ou ternura —
um dia retorna, com o peso ou a leveza do que foi.
Nada se perde no ciclo sagrado do tempo.
E sendo assim, encerro meu pensamento solto,
nessa brisa leve de reflexão,
sobre o ciclo da vida e o que dela faz sentido:
não os grandes feitos, mas os pequenos gestos,
não o que levamos, mas o que deixamos.
Porque viver, talvez, seja isso —
fluir, sentir, e deixar um pouco de luz por onde se passa.
Todo dia eu sabia
Que a tua Alma viria
Me encontrar quando o sol saía
E a noite caia
A lua me visitava
E eu dizia que te amava
Cada vez que eu falava
Uma estrela passava
Em noite de lua cheia
A chuva acompanhava
O rumo da estrela
E do poema que eu recitava
Os versos do vento
E as rimas da brisa
Chamavam a sua Alma
Para a leve dança da vida
Nome: Que pena
Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá
É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar
Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.
Eu estava cego, eu estava surdo.
E por causa disso, demorei pra ver o que estava diante dos meus olhos.
Um homem, mas não um homem qualquer, e sim o Nazareno, que me amou e ainda me ama. Infelizmente eu demorei para encontrar este amor que sempre esteve diante dos meus olhos. A minha ignorância me fez cego, a minha ignorância me fez surdo.
