A vida me ensinou na marra: eu não controlo a lealdade de ninguém. Cada um mostra quem é, independente do que eu represente. O caráter é escolha, não reflexo.
Quanto mais eu vivo, mais me asseguro que niguém morre pelo cansaço da espera ou pela ausência de subterfúgios que alimentam o fisico. O pouco com Deus é muito.
Muitas vezes eu desentendo o que entendo para não sofrer mais a aparência dos fatos que se revelam com a triste verdade...é hora de singrar mundo afora com a ilusão desiludida pela exclusão.
Vou arrumando o seu desarrumado jeito de me amar.
Talvez eu não consiga e tenha que preferir conviver com a minha alma afogada na insistência vencida de se sentir amada.