Me Perco dentro da Saudade
Todo marco na história é semeado por um sonho. Todo sonho tem o poder de construir ou destruir uma nação.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Hoje vem em minha memória alguns momentos marcantes de muitas sementes que eu plantei no decorrer do tempo. Como gostaria de focar mais nas boas sementes, sementes objetivas, mas seria dissimulado eu não expor que muitas vezes semeei sementes execráveis, súbitas, que imprevisivelmente num um piscar de olhos tirou-me do foco. Se não fosse a misericórdia e a graça que temos em Jesus, jamais teríamos o fôlego da vida pra continuar.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Existem sementes que são objetivas, no qual o semeador planta com expectativa e ciência da colheita.
De outro modo, existem sementes que são súbitas, sementes imprevistas, palavras, sonhos e atos imprevistos que quando germinam trazem a colheita.
Livro: Servir, o maior dos desafios
É possível que tudo o que se plante venha a germinar, mas é possível que certas sementes não atendam às expectativas do semeador.
Livro: Servir, o maior dos desafios
A semeadura é livre, mas nem toda a colheita é certa. Isso também é fato incontestável. Mas então por que tanto se ensina que tudo o que plantarmos iremos colher?
Livro: Servir, o maior dos desafios
O poder da semeadura é incontestável. Acredito realmente que a vida nos outorga o ciclo da semeadura, mas nem toda a semente tem o poder de germinar.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Que nosso alento seja não mais restringir a estima pelo próximo, pois a empatia é a bússola da resiliência em nossa busca por um Brasil mais próspero. Despender amor, com generosidade, é aumentar a própria riqueza interior, pois quanto mais se dá, mais se possui.
Indagaremos, um dia, com fervor, se ousaremos proclamar, de forma inquestionável, que somos brasileiros, incansáveis e resilientes. Cantaremos, novamente, com fervor e paixão, a melodia do orgulho e do amor por nossa terra. Quem sabe, ao rodar a bola sobre o verde gramado, ecoaremos mais uma vez essa canção de unidade e esperança.
O ano de 2015 se encerrou com uma marca triste. Foi um ano triste, onde milhares de brasileiros passaram a padecer com a falta de um prato de comida, ou até mesmo - principalmente - uma fatia do pão da expectativa.
Em 2015, nós brasileiros fomos pegos de "surpresa" por uma crise moral, ética e financeira. Tal crise, anunciada, fez com que passássemos a tirar da gaveta o vocábulo ECONOMIA; tendo-o na ponta da língua. ECONOMIZAMOS no gás, ECONOMIZAMOS na energia, ECONOMIZAMOS na água e até sentimos a necessidade de pôr mais água no feijão para ECONOMIZAR.
O fundamentalismo islâmico, como a Al-Qaeda, não tem relação direta com as raízes do Islã, ou com o principal fundamento da religião islâmica. O extremismo islâmico não pode ser categorizado como a feitoria de todos, assim como a Madonna não pode ser a referência “cristã” aos muçulmanos. Fatos como esse levam muitos seguidores da religião de Maomé a crer que o Ocidente é o grande satã.
A finalidade do Islã é a formulação de uma sociedade teocrática, uma forma de governo em que a autoridade, proveniente dos deuses, ou de Deus, é exercida pelos seus representantes na terra. Em vez de proclamarem somente os dogmas e os princípios morais, os teólogos muçulmanos, junto aos seus legistas, elaboraram um direito completo, sobre o fundamento da revelação islâmica, o de uma sociedade idealista em que um dia “esperam” estabelecer-se numa sociedade totalmente submetida ao Islã.
O que realmente precisamos para resolver os problemas relacionados à inclusão social nas escolas? Precisamos de um ensino que envolva o aluno, proporcionando significados mais humanos.
O termo "integração" pressupõe a independência do indivíduo, como uma forma de ajuste social por esforço próprio. Já a "inclusão" representa a responsabilidade social, o envolvimento de todos em favor de uma causa. A inclusão, como mobilização social em prol de uma causa nobre, tem uma relevância mais suprema.
Como podemos perceber, os programas desenvolvidos pelo Estado parecem querer que o aluno com deficiência se adapte à sociedade, em vez de a sociedade se adaptar ao aluno excluído do contexto social.
Qual é a probabilidade de um aluno com deficiência se adaptar ao sistema educacional atual? É um jogo de responsabilidades em que as políticas públicas não oferecem formas mais eficientes e favoráveis aos excluídos. Com isso, quem perde é o aluno com deficiência e a própria sociedade, que deixa de exercer sua cidadania e formar cidadãos por direito e dever.
Podemos observar que o ensino do sistema educacional atual tem se mostrado insuficiente, direcionando-se principalmente para a preparação dos alunos para o mercado de trabalho, o que os deixa vulneráveis à ideologia competitiva. Um sistema que promove a competição predatória!
A inclusão social nas escolas é uma demanda que requer investimentos e ações específicas por parte do Governo Federal e da sociedade. Cerca de 10% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. Diante desse cenário, percebemos a importância de políticas de incentivo e do apoio da sociedade em geral.
