Me faço

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Esse sou eu

Me jogo, me solto, me atrevo,
Não tenho medo.
Grito, e faço como louco,
Eu ouso.
Ando, bato a porta e entro,
Enfrento.
Tropeço, caio, aprendo,
Não me arrependo.
Eu ganho, perco, e jogo de novo,
Não saio do jogo.
Não ando como quem já nasceu, cresceu, desenvolveu e morreu.
Vivo o meu tempo,
Esse sou eu!

Você me diz o que fazer mas não procura entender que eu faço só pra te agradar.

Se os seus valores são outros, procure em outros braços meus abraços. Não faço, não falo, não ajo e paro.

E não me venha com essa conversa que meu andar é torto, que o que eu faço é errado, que meu jeito hiperativo é estranho. Ao nascer você recebe o dom da vida. E é você que administra esse dom da forma que lhe é mais satisfatória. Não vou disfarçar meus defeitos, fechar as portas e janelas da minha mente, evitar de falar a verdade. Vou simplesmente deixar fluir. Passe por minha vida e me conheça. Não vou te obrigar a ficar, não vou te pedir pra sair. Mas seja lá qual for o seu desejo, respeite o meu ir e vir. Aqui dentro tem lugar pra todos. Se merecer, vai ter o melhor de mim. Caso contrário é só observar o tamanho deste mundo! Grande, não? Não force minha indiferença! E, vá por mim, nada é errado se te faz bem! Nada!

Amo minha liberdade,poder sair por ai,sem ninguem sabe direito sobre mim.O que faço ou deixo de fazer.

Faço tudo aquilo que um dia jurei que não faria, hoje faz sentido toda essa ironia, um coração que um dia jurou que jamais amaria.

Faço desses dois Salmos "70-71", meu amuleto de todos os dias, e os mesmos diz: APRESSA-TE, ó Deus, em me livrar; Senhor, apressa-te em ajudar-me...EM ti Senhor confio; nunca seja eu confundido.

Faço dos meus pensamentos palavras que alimentam a chama da minha imaginação

Me faço fé, me refaço luz...
Acolho na alma quantos abraços couber,
Recolho pelo caminho o afago das boas amizades .
Adormeço as saudades,
Me faço noite,
E ilumino meus sonhos,
Num céu azul de estrelas.
Transbordo sorrisos e descanso o meu coração serenamente colo de Deus.

Tudo que eu puder fazer pra aliviar suas dores físicas e emocionais eu faço, e embora eu queira te livrar dos sofrimentos e das decepções da vida, sei que às vezes vou ter que permitir que você faça escolhas que vá te machucar e doer por muito tempo, pois sei que não posso te proteger de suas escolhas para sempre, mesmo que eu queira! Mas sempre que eu puder te proteger de qualquer dor eu farei isso.

Ás vezes penso em desistir
As vezes penso em continuar
Às vezes penso em parar
Não faço isso pois tenho em quem confiar
Mesmo que muitas vezes eu chore sozinha
Eu estou na sua vida e você na minha...

Luto,
Faço de mim vestimentas de silêncio,
Enterro meu velho eu,
Poupo à mim e a ti,
Não queria estar aqui,
Sobrevivo,
As margens de um eu falido,
Cigarro aceso,
Queimando a brasa,
Fazendo fumaça,
Câncer.

Dizem que me acho, mas na verdade apenas faço o que vocês não conseguem, no entanto com excelência.

Empoderada e consciente, faço da minha liberdade o instrumento de minha vontade. Eu quero, eu posso, eu consigo...

Não espero.
Quando faço, me doo. Vem de dentro, vem do coração, vem da vontade de ver o outro bem e feliz. Vem da felicidade de saber que posso ser útil para uma vida que não seja a minha.

Ascendência

Eu, filho do caos e da isolamento,
faço deste pequeno e ínfimo verso
nascido em meu lúgubre universo,
meu último testamento.

Meus sentimentos jamais serão perdoados.
Detentores de natureza renitente,
Estes são meus pecados.

Quando elas me gritam,
meu peito dói.
Não suporto mais isso.
Quero acabar com essa dor que me destrói.

Eu, filho do amor e da exaltação,
hei de enterrar em meu túmulo
todo sentimento que em acúmulo
me levou a pecar contra meu coração.

O céu jamais se fez azul sobre minhas pestanas.
Mas quando o encaro, peço que me mate.
Que em meu túmulo se enterrem mentes insanas,
e assim como meu sangue se façam escarlate.

A constrição aumenta em meu peito.
Em meu quarto se mostra desconfortável sensação.
Recende a solidão.
E mais uma vez, a morte atavia o meu leito.

Eu, filho do rancor e da ardente paixão,
Renuncio toda dor.
Amaldiçoo todo amor
que me levou a cair em depravação.

Quando tamanho sofrimento
descera sobre minh'alma,
senti o último momento
em que me fora roubada a calma.

Abnego minha existência.
Já não sinto mais inevitável
vontade de com meu eu ser afável.
Em meu calvário se pagara a penitência.

Eu, filho do ver e da verdade,
através de meus versos encontro piedade.
Oriundo da terra, verdadeiro colo,
anuncio meu retorno ao solo.

Meus olhos, frutos da própria terra,
vis criaturas peçonhentas
que na verdade encontram tormentas,
sua Ascenção encontram na guerra.

Se ao teu ver, minha existência enfraquecida,
em meus olhos, expressão da realidade,
se encontre tamanha debilidade,
toma tua foice, ceifa a estéril vida.

Eu, filho da vida e da própria morte,
a quem rejeitara a própria sorte,
tornara-me da dor, escravo passivo.
À noite, sofredor cativo.

Quando em meu andar
eu hesitar em dar o primeiro passo,
deixe que em meu penúltimo ruflar
se desfaça esse eterno laço.

Elas, cujas lâminas marcam em meu braço
a falta de um único abraço
gritam o notar da minha ascendência.
Seu nome, depressão.

Se eu não fiz nada com a pessoa e ela vira a cara pra mim do nada, eu deixo como está. Não faço questão de ninguém, que se foda.

Eu faço o meu possível,
Na medida certa, as vezes incorreta
Tentando driblar o destino
Mas no decorrer do caminho
Aparecem os desafios
Passado e presente de cruzam
E o futuro fica sombrio

Em uma sacada da sorte
Em meio ao desatino
Escuto, engulo as palavras
Enfrento meu maior desafio
Enterro o passado num vaso florido
E vivo o presente sem pensar no amanhã
Pois na vida cada dia se escreve
No momento vivido.

Eu não faço distinção entre o artista e o resto do mundo, o chamado mundo real do trabalho cotidiano. Eu não subscrevo a teoria do artista como uma espécie de estética separada sentada na torre de marfim sofrendo e falando de beleza. É trabalho, é trabalho duro...

Eu faço algumas coisas idiotas e as pessoas que eu mais amo pagam o preço.