Me Deixa Viver
"Eu só não me perdi...
... porque te conheci.
E sabe o que eu senti?
Que não sei viver sem ti"
Admilson
Eu queria ter poderes
Para poder te mostrar
Que não consigo viver
Sem ter seus beijos e abraços
Faço qualquer coisa nessa vida
Para sentir esse seu abraço
Pode ter certeza que não existe ninguém mais apaixonado
Eu te amo tanto e você sabe
Sou capaz de tudo se preciso
Só para ver brilhar a cada instante
Em seu rosto esse sorriso
“Obrigado por mais um dia”
Ter o direito de viver mais um dia.
Ah!
Isso é uma dádiva de Deus… e a cada aniversário que faço.
Eu renovo a minha gratidão.
Obrigado Jesus!
Obrigado por me conceder hoje…
… mais um dia de vida.
Pois o Senhor tem me dado oportunidades de viver dias... intensamente alegres.
Com felicidades sem medidas.
Olha meu Senhor!
Eu fico cheio… transbordando pelas bênçãos…
… que a mim são concedidas diariamente.
Eu fico extasiado por ter a chance de lutar… pela minha felicidade.
E esta força...
... que me queima por dentro.
Ela é dada por Ti.
E mesmo quando cometo alguns erros…
… ou pequenas falhas.
O Senhor ainda me concede novas oportunidades.
Por isso.
Eu Te agradeço Senhor.
Eu me prostro diante de Ti… e clamo pelo milagre da minha vida.
Meu Deus!
Eu agradeço pelo meu aniversário... por mais um ano de vida!
E por tantos outros…
… nos quais o Senhor me permitir.
Obrigado...
... obrigado jesus!!
Admilson
E me perco num abraço ! Entre rodas, caminhos...faço valer a vida em qualquer canto, faço viver meus sonhos !
Emocionalmente não é saudável amordaçar o que o coração sente. É melhor viver a realidade e apagar o campo de forças que se ergueu ao seu redor, aceitá-la e manter a autoestima intata, encontrar na solidão um lugar de paz e de luz, criando e construindo, amando-nos e amando os outros. Depois da negação, da dor e do luto, renascer e viver de novo.
Para saber como viver bem a vida e na vida,
basta entender que é bàsicamente uma questão de respeito...
"Seu direito termina onde começa o meu, e o meu, onde começa o seu..."
É UMA QUESTÃO DE RESPEITO
Marcial Salaverry
É uma das leis da vida,
e que merece nossa atenção devida...
Devemos respeitar o espaço e os direitos alheios,
da mesma maneira que queremos
que os nossos sejam respeitados...
Seguir tais ensinamentos,
pode fazer com que se viva sem lamentos,
sempre em paz e harmonia,
sendo mais fácil viver o dia a dia...
Essa é uma rota fácil de ser seguida,
e que facilita a vida...
É mais fácil viver em paz,
para quem disso é capaz,
do que semear discórdia,
e provocar polemicas...
É apenas uma questão de respeito...
A vida não deve ser vivida por obrigação de continuar respirando. Isso não é viver!
Viver é sentir-se como uma criança sobre as ondas do mar: Livre e feliz!
Quero te conhecer
saber sobre você
viver o seu temperamento
a cada envolvimento fazer do seu o meu momento.
TE ADMIRO
Te admiro pelo seu jeito despojado de viver a vida!
Por cantar a vida ao seu modo, de qualquer modo.
Por não permitir que as conveniências sociais te frustem.
Te admiro pelo seu grito sem mensura, sem frescura,
Que quebra barreiras e cala os engomadinhos, com seus
trejeitos falsos, reservadamente hipócritas e mesquinhos...
Te admiro por sua beleza transparente e calorosa...
Pela sua performance em firmes tons de preto e branco.
Amo esse seu jeito punk, neo-rippie, pura expressão
de mulher que aprendeu a celebrar o amor em musicalidade.
A Morte Que Palpita
É evidente que o sinônimo da vida é viver, contemplar as maravilhas que a vida nos permite vivenciar.
Vida, como eu queria saber lhe usar, não entendo o motivo do meu viver, não tenho contentamento em nada.
O meu coração palpita, em prol do meu viver, mas os meus pensamentos revidam que devo morrer.
Estou sem saída, em minha vida só há decepção, o choro de tristeza que não encontra consolação.
O meu sorriso é constante, escondendo a minha tristeza, fadiga é o meu viver, que fere meu peito.
Sinto falta de algo, que não sei descrever, talvez já fantasiei ter um dia, talvez nunca tive, mas sinto falta de ter.
Eu queria levantar agora, com muita atitude e mudar minha vida, me sinto no mais profundo poço e não vejo saída.
O pouco tempo de vida que tive, foi o suficiente para que eu cansasse de viver, não é bom este intento, porém, confesso, como eu bem queria morrer.
Estou desistindo da vida, me entregando a solidão, a morte que palpita em mim, parece que não tem solução.
Em palavras tento expressar, a dor em meu peito que tira a paz e me faz chorar,
Por uma vida melhor... Ó Deus, não sei mais como lhe devo implorar, mesmo assim, eu te agradeço, mesmo sendo triste o meu cantar.
Sei que é pecado o suicídio, mas estou num precipício, respiro e inspiro tristeza, como dói.
Não sei mais como proceder, não faço drama quando digo que quero morrer, não aguento mais sofrer, sem ter feito nada.
Colheita que não plantei, saia do meu campo erva daninha, por favor, aonde estão meus lírios que exalavam paz, alegria e amor?
Ó quem me derá, ter ao menos um pequeno motivo para ser feliz, algo que desse vida a meus pensamentos, trouxesse luz, me motivasse a querer viver...
Eu não queria partir assim, me perdoem pela decepção, mas espero ter deixado ao menos uma boa lembrança, em algum coração.
Será que ei de deixar? Foi tão inútil o meu caminhar...
Lágrimas de dor, no meu rosto sinto correr.
Lágrimas que acariciam a minha pele, tenha piedade de mim, é pouca água, para muito sofrimento, é muita dor em meio a pouco tormento.
Que fizeste comigo, ó solidão? Estragaste os meus sonhos, que de agora em diante não farei deles realização.
Senhor Deus, por favor, me perdoe desde agora...
Vou quebrar o mandamento, sua ordem, e lição, me perdoe, sou inútil e sem solução, acho que não mereço o Seu trabalhar em minha vida, se não eu não estaria assim, em plena solidão perdida.
São tantas coisas que carrego no peito, as boas eu não consigo mais enxergar. O que vejo agora, são motivos para que eu apenas desista da vida.
Desculpe o desabafo, perdoe-me afoga-los em minha funda e rasa solidão, quero dizer que, não vale a pena tal inspiração.
Um dia eu quis ser poeta, não sei se fui, e sei que jamais serei. Um dia eu quis ser feliz, não sei se fui, e sei que jamais serei. Um dia eu quis viver, não consegui, não viverei.
Às cinco
Às cinco da manhã ainda estou a escrever, na manha de aprender ao som de viver o agora, somente agora, minha eterna aurora. Ao som do leve gotejar lá fora o meu espírito cresce em prazer desnatural.
Cada pingo é respingo em minh’alma, como o apóstrofe a temperar o verso normal.
O quê?
Ah… A apóstrofe…
É o gênero gerando a língua.
E esse quê, como é que fica?
Na realidade devido a minha idade, acho que quis dizer apóstrofo, sou mesmo um frouxo apóstolo da língua que não míngua minha estrofe nem extingue minha sorte, apesar de o norte me guiar à morte pela qual viverei a vida.
Ah… Essa enebriante chuva me deixa preguiçoso, leve, sonolento, portanto, lamento e não vou pesquisar se o crase do início se inicia com acento. Você pode me perdoar por essa nostalgia antes do alvorecer do dia pleonástico, fantástico referto de alegria.
Medito, atento à chuva mansa; sem vento, à monge de convento.
De novo... Crase antes do feminino… Tenha modo, meu velho, não é gênero, é modo!
Como é bela a vida de natureza adquirida, minha querida, assim pode rimar, querida, convento com vento ao lento da vida, sem o ribombar estroante do majestático vento; desculpe a minha ousadia ao raiar de chuvoso dia, caso estroante antes não havia, acabo de o inventar nessa minha alegria sem par.
Apesar de muito ter amado, porém, amargado sua ausência e despedida. Você se foi há tempo, mas a mim me restou ainda um sopro de vida, a chuva mansa, nesta eternidade às cinco horas, tempo que parece jamais passar, como se mil anos fosse durar.
Embora, a chuva passe; amanhã voltará a chover, e o seu recordar me fará reviver a vida, umedecida pelo nosso eterno amor.
Aprendiz da arte de levar a vida de natureza morta com pinceladas levemente fortes.
Aliás, esse negócio de crase enche o saco mesmo, hein...
jbcampos
