Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
NINGUÉM ME ENSINOU!
Leonildo Alves de Sousa
Ninguém ensinou como eu deveria ser
Aí você me falou e comecei a aprender
E, realmente, ficou bem o meu viver...
Foi com você que aprendi a ter prazer!
Eu era ingênuo, não sabia nada da vida
Alguém do interior, tímido, sem talento
Que não sabia o que era afeto e guarida
Vazio, sem emoção e frio de sentimento!
Não era nada, absolutamente ninguém
Vivia por viver, vendo o tempo passar
Sem maldade, o pensamento no além
Mas, você me ensinou e aprendi a amar!
Aí, começou a alegria do meu pleno ser
A maior satisfação que consciente já tive
Aprendi que amar é emoção, é ter prazer
E é felicidade tá com quem se convive!
Amar é tudo de bom, é show de bola
É a coisa que dar toda paz e alegria...
A qualquer tempo e, ou, a qualquer hora
Amar é se soltar, é festa, dança e poesia!
Amar é o homem se tornar criança
Puro, alegre, transparente e sorridente
Amar é não perder a fé e a esperança
E se sentir leve e ficar sempre contente!
Aprendi isto contigo e agora sou feliz
Você cuidou de mim e me ensinou a ficar
A minha vida tomou o rumo que você quis
Agora com você sei o que é amar e amar!
Só queria dizer
Quando olho tua foto a saudade bate mais eu consigo me esquivar do caos,
A arte de escrever me mantém protegido das tempestades, nos meus versos estão o resgate, o salvamento e a minha expansão de sentimentos,
A respiração mais pura, o combustível para o coração, a sensação da liberdade de poder esta em qualquer lugar e a qualquer momento, ou em qualquer mente, tudo isso eu encontro através da minha escrita,
Só queria dizer.
Alguns sentem medo;
Eu? apenas seu cheiro;
Em faces? o constrangimento.
Calmo e astuto, porém imperfeito.
À palmos de um surto, conheço a mim mesmo.
Conheça te, mesmo que não faça sentido
Cresça e constate, o mundo não lhe dará ouvidos;
Aguce os sentidos, eu? venho das sombras.
Onde os inimigos, São além de pessoas.
Demônios corrompem, me fizeram abstrato
Mas isso foi ontem, Pertence ao passado.
E tudo aqui passa, mesmo olhares sem graça,
O que por si só nos mata, Aquecido em brasa
Espinho cortantes, rosa com sangue, fé no amanhã.
Branca de neve? veneno. não morda a maçã.
Sem conto de fadas, mas luta de espadas
Sem escudos e máscaras, o faiscar das adagas.
Eu disse que choraria pela última vez, mas não desceu uma lágrima...
A contestação do óbvio nos dá força para seguir em frente, ferida ainda porém mais forte.
É isso, vida que segue e segue linda.
Bom, essa é a verdade
Sim, eu não falo a verdade
Mas isso não importa
Pois está fechada aquela porta
Minhas lâminas sumiram
E fui obrigada a parar
Pois digamos, que não é normal
Uma pessoa se auto-multilar
Aquele sangue fazia eu me senti viva
Eu sabia que estava morrendo
Corte após corte, pois essa é a questão
Eu queria realmente a MORTE
Ser assim é difícil de explicar
Pois a gente só quer qualquer pessoa
Que posso nos ouvir
E ser um ombro pra chorar
Agora chegamos ao fim
E o fim é apenas o início
Para algum outro vício
Encaixe Perfeito
Parece que o mundo fica em câmera lenta quando eu penso em você,
quando estou ouvindo aquela música meus pensamentos vagam, vão longe, tenho a impressão de estarmos conectados,
tua presença me causa um desvio de conduta, da à sensação de uma invasão mental sem precedentes,
cada vez que te conheço, percebo o encaixe perfeito que você é na minha vida.
Olhando daqui...
Olhando daqui, as nuvens parecem flocos de algodão espalhados, e eu não vejo você,
olhando daqui, as nuvens parecem um monte de emaranhados de lãs de ovelhas, e você não esta aqui,
olhando daqui, as nuvens parecem um monte de algodão doce, e eu continuo não te vendo e nem te sentindo, aonde esta você?
Conta e Risco
Existem coisas inexplicáveis, mesmo se eu perdesse a memória o meu coração iria reconhecer você,
a vida é feita de momentos, vamos embaraçar as linhas do destino e escolher por nossa conta e risco apenas os momentos que nos tragam felicidade,
quero ao teu lado olhar do alto de uma montanha para o por do Sol com uma fogueira acesa e a brisa da alegria batendo no rosto sentindo aquela sensação de liberdade segurando a flor da intimidade,
enquanto houver amor, haverá paz, haverá nós.
MAPA-MUNDI
Certas coisas eu aprendo
Uma espanta, outra confunde
Não localizo um paraíso
Nesse imenso mapa-mundi
Quero ser de qualquer país
Quero que o amor inunde
Onde houver corações hostis.
A paz vencendo onde haja guerra
Um rei que crie uma lei que diz:
"Pra ser um lar basta ser terra."
Mais flores que armas nas mãos
Mais sorrisos que carrancas
Ser irmão para nossos irmãos
E uma só bandeira toda branca.
Nosofobia
Vê se você para e pensa
Ter ciúme é uma doença
E eu sofro de nosofobia
Sua descrença é uma dor intensa
Uma incurável alergia.
Nosso amor caiu em crises
Sem cairmos em deslizes
Ficas de bico, só porque passei da hora
De papo e chope eu não abdico
Passa o tempo, lá eu fico
E isso assim demora.
Como é que eu posso, me diz
Ao lado teu ser feliz
Se teu ciúme, é demais, demais!
De tudo você se queixa
Mas nem lucrando me deixa
E ainda leva minha paz. A minha paz!
Vê se você para e pensa
Ter ciúme é uma doença
E eu sofro de nosofobia
Sua descrença é uma dor intensa
Uma incurável alergia.
Quem ama, em seu bem confia
Qual um cego no seu guia
Não fantasia que o outro pula a cerca
Não dou motivo para ser tratado assim
Se você gosta de mim
Se encontre e não me perca.
Como é que eu posso, me diz
Ao lado teu ser feliz
Se teu ciúme, é demais, demais!
De tudo você se queixa
Mas nem lucrando me deixa
E ainda leva minha paz. A minha paz!
Aos meus amigos
De vida e de passada
Eu não vou pedir mais nada
Só vos canto essa canção
Salve o amor salve a paixão
Salve o cantar de um coração
Eu sei que mesmo sem saber
Um dia vou voltar a ver
Ostras e Pérolas
Eu sou a ostra,
meus filhos, as pérolas...
A areia que me feriu,
és tu vida, bendita!
Por me fazer sofrer
e as mais belas pérolas te devolver.
Os sonhos de uma nação não se alcançam pela Guerra
Eu vi uma nação inteira, com objetivos comuns,
lutando por paz, justiça, direitos e Democracia.
E depois vi a mesma nação disseminando o ódio
entre seus próprios irmãos por terem divergências
de pensamentos. Mas o que seria mesmo a Justiça,
os direitos, a Democracia?
Se eu paro me lembro
Tenho pesadelos
Mesmo acordado
Eu sigo sonhando pos
Assim enfrento os meus medos
Sua mente é pandora
E vou desvendar seus segredos
Eu penso fora da caixa
Mas não acha que eu sirvo pra ser seu
modelo
Mudei a rota, mudaram o caminho
Caminhando calmo mudo o roteiro
Voce quis me julgar
Mas nunca foi boa pra apontar os seus dedos
Acordo e durmo pensando no erro
Vou resolver esse problema cedo
Sua guerra de ego subiu a cabeça
Eu sigo sendo eu mesmo
Eu mudo por mim
Mudaria por nós
Mas eu sei que foi tudo a esmo
Olho, paro, penso em frente do espelho
O momento que o homem reflete
Me vejo mas não reconheço a sí e to
pasmo
Faz tempo que que os olho vermelho
Acompanha na madrugada, diverte
Feliz e triste, saindo pra fora de mim e não é pleonasmo
O que pensa de mim eu não acho
Talvez o jeito é sossegar o faxo
Mas eu to nem ai, na pista vou seguir
Me atropela se eu pisar fora da faixa
Faça o que eu digo, nunca o que eu faço
Problema demais to fugindo de laço
Cada dia dou um passo, resolvo esse empasse
eu passo tempo tentando medir todo
esse seu compasso
Sua cabeça adormecendo meus braços
O meu coração é de gelo, sagitariano, o seu é de aço
Tive tempo e podia tentar, mas não faço
Eu querendo outra dose do seu corpo
Ela só queria outro maço
Deixa rolar, quem sabe a gente se vê
Depois de muita festa e bebida, tipo no final de março
Vou ser seu karma seu gosto de ranço
Se eu te vejo te caço
Do meu ice vivo catando os cacos
Vai me amar ou odiar toda vida
Posso viver fora do seu peito, como criptonita sem ti fico fraco.
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