Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
Demorou pra eu entender.
Demorou pra eu aceitar que nem toda perda é castigo,
nem todo silêncio é ausência.
Algumas coisas que desmoronaram
foram, na verdade, livramento.
Alguns nãos… foram proteção disfarçada.
Hoje, quando olho pra trás,
vejo com clareza:
era Deus.
No cuidado que eu não percebi.
Na espera que eu chamei de demora.
Na curva que me salvou da queda.
- Edna de Andrade
Eu aprendi a me refazer em silêncio,
a costurar as dores com delicadeza
e transformar cicatriz em caminho.
Aprendi também a valorizar
quem fica.
Quem segura a presença como
um abraço e não solta...
Porque tem amor
que não promete
cura, mas
promete
companhia.
E isso já salva
tanta coisa
por dentro.
- Edna de Andrade
Eu rio
Eu choro
Eu fico feliz
Eu lembro momentos bons
Eu lembro momentos ruins
Eu lembro das dores
Eu lembro das alegrias
Eu vejo celebrações
Eu vejo justiça
Justiça que não tardou
Justiça que está por vir.
Eu colori
de sentido
e beleza
a minha vida medíocre
E coroei de glória
a minha existência
sem utilidade!
Mesmo que seja só pra mim
A minha arte...
viveu!
Eu não saberia explicar qual o sentido da vida, nem suas razões e porquês, mas de uma coisa eu tenho certeza: o Eterno Todo-Poderoso tem o controle de tudo e de todos!
Só não paro por causa do Karma Futuro.
Se eu não me comprometer com a vida como posso ou como devo, vou faltar com um compromisso com o futuro. Alguém vai estar a minha espera e eu não estarei lá.
Quando você enviar uma mensagem e eu não responder, lembre-se que até agora estou esperando você responder a minha.
Agosto lilás (contra a violência)
Eu só queria ser amada
E não violentada
Mas você me dominou
Me bateu
Gritou
Me intimidou
E mandou
Com medo não percebia
A sua covardia
E me transformei
Num ser sem vida
Sem atitude e sem voz
O tempo foi passando
Você me subordinando
Cheguei no fundo do poço
E com muita dor acordei
Hoje longe de você
Tenho minha vida e sou feliz.
Nós meus pensamentos eu viajo, entro em um abismo profundo, viro refém dos meus pensamentos, um prisioneiro ao meio de tanta imaginação.
a poesia é o jeito do poeta dizer “eu não aguento mais”
enquanto diz “é só mais um erro”
e não, toda a sua história.
Porque eu te amo como nunca te amei antes e te amo menos, bem menos do que irei te amar amanhã de manhã.
Ah, eu te amo mil milhões, isso é pouco, porque todos os dias ao acorda eu aumento esse sentimento por ti e vai além do infinito, da quantidade de estrelas da galáxia. Amar você não é pouco, é crescer todos os dias além do topo. Eu te respiro e sinto aqui dentro. E o medo de te perder já fala que você faz parte de mim porque é uma agonia horrível só de sentir. Você é a melhor coisa que já me aconteceu.
O Poeta na Cama...
Quero
despertar feras
no teu corpo!
Enquanto chove lá fora...
Esta noite eu quero
Riscar
fósforos
na tua pele!
Nutrir
o teu mais louco desejo
Ser -permanecer-ficar-cantar-viver-feliz
teu alimento!
Te dar de beber
na boca...
chocolate quente
Pra espantar o frio
indecente!
jazz
Eu estou no soprar do vento,
No ar que retorna em sopro para o seu instrumento.
Na força, estou ligado nesse fraseado dividindo as
colcheias em compasso binário nessa bela noite de lua cheia.
Nesse canto do canário um jovem rapaz
tocando nosso velho e bom jazz.
Eu estou no raio de sol nesse momento,
que aquece a terra faz crescer seu alimento.
Te dá força tira os medos
ao digitar as chaves com postura nos dedos.
Arrancar com candura nota desse seu instrumento,
coisa que a gente nota de tão capaz
tocando nosso velho e bom jazz
Eu sou a noite em Tunísia num lamento
Nos som de seus tambores,
nas Tâmaras em seus sabores,
sendo o próprio advento, numa noite calma espessa
luz que desce e regressa meio tom na Pauta escrita
com a Cruz na alma dando paz
ao tocador do velho e bom jazz.
O que compete eu me encaixo,
não passo pano para histeria. Sou o sax , ou trompete ,
o piano, o contrabaixo e a bateria.
Do samba do Guineto ao rap do Snoop,
do frevo do Hermeto de frente e para trás
do Bird o Bebop do velho e bom jazz.
Estou nos acontecimentos da história
dos povos africanos, dos seus sofrimentos.
Coisa feia de doê
a captura inglória de kunta kinte,
pelos colonos americanos.
Monarcas das tribos tirados, fora das suas comarcas
humilhados farão um canto de luz,
primeiros acordes do blues que lhes dê paz
tocando o velho e bom jazz.
Estou nas ruas dos bares noturnos
Na Blue Note , Nos clubs de jazz
Nos camarotes dos taciturnos
Me apresento um tanto loquaz
Pra quem não foge da verdade
Nas jam Sessions encontrará liberdade
O que nos apraz é o som do velho e bom Jazz.
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