Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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"" A minha poesia hoje será a do silêncio, entenda e faça o barulho que quiser...""

Não deixe para amanhã o sorriso que você pode dar hoje...

“” Um dia deixei você ir e até hoje tenho saudade...””

"" Um dia o amor foi confundido com amizade
e por vaidade
se tornou paixão
hoje esse mesmo amor
transformou-se em saudade
apenas um elo no coração
que em plena liberdade
pode até voar
nessa estranha forma de querer
de amar...""

"Pai
hoje a saudade bateu
e entre tantas lembranças
lembrei dos teus conselhos
dicas que na época não consegui avaliar como preciosidades que agora vejo que foram
não é o caso de te pedir desculpas
pois sei que teria que ser assim
meu aprendizado foi em parte pelos erros que cometi, ignorando teus conselhos
mas sabe meu pai, eles estão aqui, dentro do meu coração
e hoje , Ah!! hoje eles valem ouro
ainda que tua falta seja lembrada
ainda que somente teu retrato e minhas lembranças sejam as companhias
tua experiencia me acompanha e protege
sabe pai, hoje eu derramei uma lágrima
mas ela não foi tão amarga
talvez porque você ai do céu, tenha me poupado
e adocicado com boas lembranças a saudade e o amargo que meus olhos teimaram em derramar
tenho certeza pai, que nenhum, abraço ficou para trás e todo o carinho e respeito que sempre tive e terei por você, me acompanham
hoje te chamo de você, pois lembro bem da tua vontade de sermos amigos e que entre nós não havia senhorio, mas uma amizade que me traz a esperança de um dia poder te reencontrar e mais uma vez te dizer:
pai eu amo você...""

"" Deixei todas as minhas misérias
hoje, pouco sei de suas existências
não as quero como conveniências
nem como uma vida inteira de amor...

" Hoje acordei poderoso.
Ressaca, dor de cabeça e uma vontade de explodir...

" Hoje quero uma volta ao passado, para encontrar pessoas as quais devo pedir perdão. Acho que é chegado o momento de continuar minha viagem, sem esses sentimentos guardados, que tanto pesam o coração...

Minhas lágrimas hoje pertencem a você, amanhã espero que o meu coração pertença a você de novo.

O Mundo dá voltas e o que hoje dói pode curar quem foi embora sem olhar talvez volte só pra lembrar os ventos mudam de direção o tempo ensina sem falar e quem te fez chorar um dia pode te ver sorrir sem alcançar

O Amanhã ainda vive
Se hoje pesa respira o amanhã ainda vive há sonhos que demoram mas não morrem Há caminhos que se escondem só para te ensinar a confiar⁠

"⁠Por dias acreditei num sonho,
hoje vivo nele".

⁠No café da manhã


O café da manhã de hoje foi decisivo para ressuscitar o nosso quase fim,

Com certezas e verdades a coragem vêm na mesma proporção de quando o sol nasce, ou seja, não é uma escolha entre o silêncio e o barulho, na realidade é como deve ser,

A questão entre ser vulnerável e insistir naquilo que faz arder a alma é uma velha confusão que mistura a resiliência com aquilo que nos faz marejar os olhos soluçando,

Não adianta manter distante o que está dentro do coração, o que vale é a crença de que você não receberá favores ou trocas enquanto estive se sentindo uma pessoa especial,

Tal qual em algumas espécies do reino animal buscamos pelo menos viver essa sombra da lealdade de um casal.

O sol invadiu a janela e iluminou minha xícara de café, é hora de agir.

Bom dia !

Ao nascer do sol, todos os dias e um novo recomeço para sua vida.

Hoje levante sua cabeça e acredita que as dificuldades geradas na vida, vai ser superadas.

Aguente toda tempestade, por que Deus quer te capacitar e te fortalecer.

E fazer você acreditar, que nem sempre devemos esperar a tempestade passar, para tomarmos uma atitude.

Hoje é dia, de aprendermos dançar no meio da chuva.

Todas as dívidas, problemas e angústia, desaparecerá em sua vida.

Hoje você verá a lua no céu e dormirá em paz,.por que as bençãos de Deus, cairá na sua vida.

Até hoje, pouquíssimos foram imortalizados. Pouquíssimos atravessaram séculos sendo lembrados, estudados, discutidos. Reis, filósofos, conquistadores, líderes espirituais. E mesmo esses são lembrados de forma fragmentada, distorcida, reinterpretada. A imortalidade histórica não preserva a pessoa, preserva um símbolo. Um recorte. Uma narrativa útil para algum tempo posterior.




Dentro desse cenário, Jesus Cristo se destaca de forma desconfortável. Não porque tenha sido o único a influenciar milhões, mas porque sua influência não dependeu de poder político, força militar ou herança genética. Ele não deixou filhos biológicos, não escreveu livros, não fundou exércitos. Ainda assim, seu nome atravessou dois milênios sem perder centralidade. Não existe outro ser humano que ocupe esse lugar simbólico com tamanha persistência.




Ele é apresentado como perfeito. Sem defeitos. Não no sentido ingênuo de alguém sem conflitos, mas no sentido de alguém que viveu alinhado entre discurso e ação. E mesmo assim, teve um final. Um final público, doloroso, definitivo do ponto de vista do corpo. Isso por si só já desmonta uma fantasia comum. A de que viver corretamente garante imunidade contra o sofrimento ou contra a morte. Não garante. Nunca garantiu.




A fé cristã afirma que ele vive. Não como corpo, mas como espírito. Afirma que ele é Deus. Que Deus criou a Terra. E que a Terra não é um teste improvisado, mas um jogo com regras. Um jogo duro, desigual, cheio de ruído, mas ainda assim um jogo estruturado. Se você aceita essa premissa, então nada aqui é aleatório. Nem o nascer, nem o morrer.

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.

Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.


Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.


Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.


E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?


A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.


E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.


No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.


E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.

Quantas versões de você já morreram ao longo da vida para que a pessoa que existe hoje pudesse nascer?

25 de junho de 2026 14:13


Hoje finalizei uma etapa importante que vinha adiando há algum tempo: cuidar dos meus dentes. Ontem comecei o tratamento e hoje concluí tudo. Parece algo simples quando contado em poucas palavras, mas quem já passou horas em uma cadeira de dentista sabe que existe muito mais nessa experiência do que apenas abrir a boca e esperar terminar.


Faço tratamento com a mesma dentista há muitos anos. Ela é uma profissional incrível, daquelas pessoas que transmitem confiança apenas pelo jeito de falar. E talvez seja justamente essa confiança que me faz voltar sempre, porque, sinceramente, ir ao dentista é um verdadeiro teste de resistência.


Existe um momento em que a boca simplesmente começa a cansar. No início você acha que consegue ficar ali tranquilamente, mas depois de vários minutos com a boca aberta, os músculos parecem pedir socorro. Você tenta relaxar, mudar um pouco a posição, respirar fundo, mas logo percebe que ainda falta bastante tempo.


Para quem tem dentes sensíveis, como eu, a experiência ganha um nível extra de desafio. Aquele jato de ar que para muitas pessoas parece inofensivo, para mim é quase um choque elétrico atravessando o dente. É uma sensação tão rápida quanto intensa. O corpo inteiro se contrai em uma fração de segundo.


E então vem aquele instrumento que raspa os dentes. O som. Meu Deus, o som. É impressionante como um simples ruído consegue provocar tanto desconforto. Não é apenas ouvir. Parece que o barulho atravessa a cabeça inteira. A cada raspagem, eu já ficava esperando a próxima, como quem sabe que um pequeno incômodo está prestes a chegar novamente.


Enquanto estava ali, pensei em como algumas coisas importantes da vida são exatamente assim. Nem sempre são agradáveis durante o processo. Às vezes cansam. Às vezes incomodam. Às vezes fazem a gente querer que tudo termine logo. Mas o resultado compensa.


Quando me levantei da cadeira e vi tudo concluído, senti aquela satisfação silenciosa de quem enfrentou algo desconfortável e saiu melhor do outro lado. Não foi apenas sobre dentes limpos ou tratamento finalizado. Foi sobre lembrar que cuidar de nós mesmos nem sempre é prazeroso, mas quase sempre é necessário.


A vida tem muitas cadeiras de dentista. Situações que exigem paciência, resistência e confiança no processo. E talvez a verdadeira maturidade esteja justamente em entender que nem tudo que nos faz bem será confortável enquanto acontece.

14:08 - 11 de agosto de 2024 ( sonhei que estava na sala de aula e...


"Hoje sonhei que estava na sala de aula e estava conversando com uma de minhas amigas antigas, eu falava pra ela sobre a moça que estava casada com o rapaz que eu amava na adolescência, e dizia pra ela e repetia que o destino me boicotou. Ela estava estudando na mesma classe que eu, eu admirava sua beleza. Enquanto uma mulher também estava ao lado da minha amiga, e ouvia eu falar sobre ele. A mãe dele também estava ao lado dessa mulher, quando a mulher se virou e começou a falar para a mãe dele que eu estava perguntando sobre ele, eu disfarcei e fiquei com muita vergonha, porque eu não queria que ninguém ouvisse sobre. "