Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
I wish my book of life was written on pencil, there are a few of pages I would like to erase.
Eu desejo que meu livro da vida fosse escrito a lápis, tem umas páginas que eu gostava de apagar.
Eu sou tiririca não adianta chegar de mansinho
que eu to sabendo
Não falo por detrás nem pela frente
se altera também altero
se tenta me ludibriar sai ludibria do
se me engana sai enganado
se me aproveita sai aproveitado
Se é marrento eu sou a marra
se tem garras eu tenho dente de sabre
se enxerga longe tenho visão biônica
se tem um giga eu tenho um zeta
Se corre atrás eu viajo na velocidade da luz
Se é átomo sou partícula de Deus
se demanda
demando fé
sou reflexo
sou espelho
se me respeita é respeitado
se me ignora é ignorado
se tem superego sou humilde
se um pode o outro pode mais
se comenta eu curto e compartilho
#tendeu
Eu sinto que tô fingindo tudo
Cada emoção
Cada sorriso
Cada manhã que eu levanto e tenho que fingir estar bem
Na faculdade a gente sempre tem aquelas aulas que se pergunta 'que diabos eu to fazendo aqui'. Foi isso que me perguntei quando vi na minha grade a matéria de psicologia. Pensando que seria uma grande perda de tempo, frequentei as aulas despretenciosamente. Confesso que não lembro o nome dela, mas é certo que nunca esqueci uma aula que ela deu sobre zona de conforto. Nós, seres humanos pensantes, estamos visivelmente acostumados a repetir hábitos diariamente. Acordar no mesmo horário, ver os mesmos programas, ir aos mesmos lugares, sentar na mesma cadeira e até a usar o mesmo banheiro. Usamos as mesmas marcas, mantemos os mesmos amigos, falamos sobre as mesmas coisas e reclamamos que nada muda. Pra mudar então, temos que sair da zona de conforto. Não sente naquela cadeira cativa, acorde em outro horário, diga sim quando normalmente diria não e veja a mágica acontecer. A gente tem na cabeça atitudes que estão no piloto automático e são elas que nos deixam presos na mesmice. Só que pra mudar, tem que ter coragem. Deixar o medo de lado e não fazer pre-julgamentos. É isso que faz a mudança. E aí, vai mudar o que hoje?
Suco de maracujá
A década era de 1980, o ano não lembro ao certo, eu era acordado por minha mãe todas as manhãs com o intuito de ir à escola, época de prova acordava mais cedo pra estudar. Meio que no automático eu levantava e ia para a mesa tomar meu café, me servia de café com leite e pão caseiro com margarina, na época chamava de manteiga, não tinha noção que a verdadeira manteiga era mais cara. Dificilmente aguentava tomar um banho que preste, quando somos crianças sentimos tanto frio, meio que só molhava o cabelo e vestia a farda azul da escola Instituto José de Anchieta de Bragança, pegava a merendeira e nunca sabia ao certo qual seria o lanche daquela manhã.
Junto com meus irmãos, já prontos, também seguíamos em caminhada com destino à escola, eu nunca fui só para a escola, já que fui o segundo filho a nascer, sempre tive a companhia do meu irmão mais velho nessa caminhada. Os demais irmãos se juntavam assim que alcançavam a idade de estudar.
O caminho pra escola era seguido de algumas brigas e brincadeiras. Cada parte do caminho tinha para a gente uma conotação especial. Chegado à escola nos dirigíamos as nossas respectivas salas. Ainda lembro das primeiras letras que consegui fazer e sempre ficava muito feliz com cada coisa nova que aprendia. Na hora do intervalo, todos as crianças tiravam de sua lancheira os lanches e faziam sua refeição, ali mesmo sentados na mesma mesa a qual estavam estudando. Naquele dia minha mãe colocara alguns biscoitos e suco de maracujá, após o termino do intervalo recomeçava a aula, o pensamento as vezes voava longe, dando asas à imaginação e dando continuidade àquilo que a professora acabara de falar. O término das aulas era anunciado, me juntava aos meus irmãos e fazíamos o caminho de volta, com as mesma estórias, as mesmas brigas, com o pensamento longe e a imaginação fértil, imaginação que apenas as crianças podem ter...
Mãe eu tô gostando dele,eu vou falar pra ele
Você vai ver
Mãe eu tô amando ele,e junto com ele vou dar só orgulho pra você
♪
Onde paramos?!
Talvez você não saiba dizer ao certo. Tô simples! eu também não sei.
As únicas certezas da vida é a morte e ciclo, que nem sempre é completo. Mas como saber o que anda acontecendo se as reviravoltas são escolhas, e as escolhas que fiz não causaram algo que, chamamos evolução.
Estive todo esse tempo sendo disciplinado e corrigido por uma sociedade em pedaços em um mundo fragmi!
Ele - Ei você! Tô te observando heim?
Ela - Eu?
Ele - É, você querida.
Ela - Ah okay, só quis confirmar..
Ela - Alô? Pôlicia? Tem um cara me observando!
Pronto para morrer oh maluco, não sabes de onde vem a minha lírica, até deves pensar que eu estou todo frito, mas pego em ti com este lirismo e faço-te um homicídio sem protagonismo!
O problema é que eu sou virginiano, as vezes o mundo já tá caindo e eu ainda tô pensando qual melhor lado pra cair cada pedaço.
Na madrugada é que eu me encontro... Faço planos, balanços e até amor... Me esculacho mesmo... De todas as formas e sentidos... Pois é assim que eu me acho... Noite afora...
Conversa estranha:
-Oi, tudo bom?
-tudo e você?
-eu tô também
-te procurei no face
-eu tô aqui
-eu queria te falar algo
-eu tô aqui
-eu sei mas eu queria trocar fotos, te dizer algumas coisas te chamar pra curti algumas coisas, comentar algo com você
-eu tô aqui
-tá tenho que ir, me procuuuura
-eu já te achei, você não tava aqui?
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