Me Deixa que hoje eu To de Bobeira

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"Nosso capítulo acaba aqui, mas você vira poesia em mim pra sempre. Eu te amo mesmo na despedida. Cuida bem de você. Adeus."

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

As lembranças vão com o tempo,
elas voam, desaparecem,
as vezes sem eu notar
quando vou reparar nem consigo mais lembrar

É como as ondas do mar,
cada uma que vem é diferente da próxima
então assim, elas vão embora, sem passagem de voltar.

Espero que sejas feliz. E eu vou seguindo pagando meus pecados, e procurando algo que me faça sorrir...

PauloRockCesar

Eu não posso te facilitar, diz o senhor: ao tomar escolhas difíceis, viverá experiências única em torno do caminho destinado, sua identidade, origens, a essência da consistência melhora na visão do plano elaborado, o mundo é vivo explorando as suas maravilhas.

Hum... Hum... Hum...!!!
Você me surpreende.
As vezes não me da prazer.
O que você quer que eu faça.

O sabor do vinho está na sua boca.
Você deita, eu participo de sua sedução.
Seu prazer, seu jogo.
Olhos fechados pra te pegar.

Onde quer que eu vá...
Seja longe ou perto.
Você esta perto de mim.
O que você quer que eu faça.

O sabor doce amargo do seu beijo.
Você me surpreende as vezes me da prazer.
Fico pensando em nós dois.
Você é assim um sonho para mim.

Quando a noite chegar.
Você fica comigo?
Se a lua for à única fonte de luz.
Não, eu não terei medo.
Apenas fica comigo.

Se o céu for cinza, não tenha medo.
Desabar e cair nos seus braços.
As montanhas caminham rumo ao mar.
Não, eu não vou derramar uma lágrima.
Apenas quando você ficar fique comigo?

Sempre que você estiver em apuros, fica por mim.
Ah! fique comigo?
Oh! Você não vai ficar agora?
Fique comigo?
Então vai embora!

Eu sou punk e só a vida pode me julgar....
PauloRockCesar

Os sonhos só acabam quando deixamos de acreditar.
Eu acredito que meus sonhos nunca irão morrer

Espelhos de Outro Tom

Eu sempre fui de observar o que não é dito,
De buscar nas entrelinhas o que o mundo ignora.
Acredito que o crescimento é um rito,
Que se faz de dentro para fora.

​Não me perco em conversas rasas ou vãs,
Prefiro o peso de um pensamento bem posto.
Sou feito de ideias, de manhãs sãs,
E de encontrar o novo no que já foi exposto.
​Vejo no tempo esse mesmo chão compartilhado,
Um gosto pelo que é denso, real e profundo.

Como se o universo estivesse ligado,
Ao mesmo tom de vibração que eu busco no mundo.
​Sou um eterno aprendiz da própria jornada,
E noto que o universo também traça esse caminho.
Pois a melhor companhia, nessa estrada,
É quem sabe ser inteiro, mesmo estando sozinho.

"Ninguém terá tudo que deseja, muitos acreditam que a riqueza está na sobra do dinheiro, eu acredito que riqueza é ter o mínimo carências."

Senhor, Tu que sondas o coração e enxergas o que está oculto aos meus olhos, eu entrego a Ti todo laço, armadilha e plano feitos nas trevas contra mim. Desmancha qualquer cilada antes que ela se arme. Guarda meus passos, minha mente e minha casa. Que a Tua luz revele o que precisa ser revelado e que a Tua mão me sustente e me livre. Amém.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Pobre coração

Será que eu ainda sou
importante pra você,
Ou eu nem cheguei a ser?
Não sei, mas tudo mudou
Estou muito confuso,
preciso mesmo saber...

Meu sonhos foram
todos jogados ao chão
Me diz onde estão
aquelas palavras de amor?
Devem estar apenas
no meu pobre coração...

Gui Gouvêa

Declaração de amor e desejo!

Eu vim para roubar seus beijos
Quero te dar todo meu prazer
Realizar todos os seus desejos
Darei o amor que mereces ter!

De suor inundar cada poro seu
e sugá-los para saciar essa sede
Da sua pele vestir o corpo meu
Te possuir com muita vontade!

E daremos voltas pelo universo
do prazer, conheceremos todos
os lugares que nosso amor nos
levar, até o êxtase mais intenso!

Declaro que te amo e te desejo
Vem, amor, te quero para ontem!

"Eu ainda estou aqui, porém não sou mais aquela garota bobinha,

nem gosto mais de chorar! Agora sou simplesmente uma mulher,

mas eu ainda gosto de te amar!"

Você ficou aqui
sempre comigo,
sofreu do meu
lado, mais que
tudo, eu te amo.
O seu amor é
verdadeiro,nele
não há engano!!

É do seu sorriso, desse seu jeitinho que eu sinto falta...
Será que meu coração vai suportar tamanha saudade de Você!!!
Marta Gouvêa

Não me arrependo de te amar...
Se outra chance me fosse dada,
Eu iria te buscar naquele lugar...
E te faria de novo o meu amado!