Me Apaixonei por Voce muito Rapido
O afeto está no que você dá, não no que você recebe. O que você dá é seu, é uma parte de você que permanece; o que você recebe, não é seu, pois passa por suas mãos e se vai.
A maior prova disso é a morte, que nos leva. Tudo o que é nosso, tudo o que verdadeiramente fizemos, fica. Os afetos que oferecemos, as marcas que deixamos, essas permanecem no mundo, na memória das pessoas, em tudo que tocamos.
Já o que recebemos, como algo externo, não nos acompanha para além da vida. Ele se desfaz, não carrega a mesma profundidade, pois não nasce de nós. O que damos, sim, se mantém, pois é o que alimenta o coração de quem fica.
A dor nos faz focar nela para ensinar algo. Ela desaparece quando você aprende a curar, e a cura vem do processo de conhecer a si mesmo. Ou seja, você elimina a dor do seu próprio jeito, através do que aprende e entende sobre si.
Quando você se olha no espelho e se vê bonito(a), mesmo desarrumado(a), está vendo sua alma, quem você é por dentro.
Quando você se olha no espelho e se vê feio(a), mesmo arrumado(a), está vendo a aparência, quem você tenta ser para agradar os outros.
O mal não existe, o mal só existe quando você nega o bem.
Quando está triste, é porque evita a alegria;
Quando está com ódio, é porque rejeita o amor;
Quando está angustiado, é porque resiste à paz.
Se nega um, o outro toma o lugar. O bem está sempre lá, esperando para ser escolhido.
O corpo mostra exatamente o que a pessoa guarda.
Quando você engole porcarias, o corpo reage.
A boca vomita, o estômago passa mal, o corpo avisa que algo fez mal.
Com os sentimentos acontece a mesma coisa.
Quando você engole mágoas, raiva, tristeza, medo, frustração ou decepção, isso não desaparece.
Tudo fica guardado internamente.
E o corpo não mente. Ele reage ao que você consome, seja comida ou emoção.
Assim como comida ruim faz mal ao estômago, sentimentos ruins guardados fazem mal à alma, à mente e ao corpo.
Eles se acumulam, cansam, tiram a paz e afetam o jeito da pessoa viver.
Mais cedo ou mais tarde, tudo o que a pessoa guarda precisa sair.
Quando você engole palavras que machucam, quando fica calado mesmo querendo falar, quando aceita situações injustas, quando suporta mais do que consegue, isso não fica preso para sempre.
O corpo sempre encontra um jeito de soltar isso.
Às vezes sai pela boca, em forma de grosseria, respostas agressivas, impaciência ou gritos.
Outras vezes sai em cansaço constante, estresse, falta de ânimo ou irritação sem motivo claro.
A pessoa nem sempre percebe, mas está apenas reagindo ao que ficou guardado por tempo demais.
Não é maldade.
Não é fraqueza.
É excesso de coisa guardada sem ser resolvida.
Por isso, cuide do que você consome.
Cuide do que você aceita ouvir.
Cuide do que você engole sem querer.
Porque tudo o que você carrega na alma aparece no corpo, nas palavras e nas atitudes.
O corpo é apenas o reflexo do que a pessoa guarda internamente.
A morte sussurra no meu ouvido e deixa minha mente bem clara:
"Desse mundo, você não leva absolutamente nada. Eu te tiro tudo: objetos, pessoas, pensamentos, nada que você possa segurar. Você só deixa, e o que você deixa é tudo o que viveu. Então, viva! Porque a única coisa que eu não te tiro é o que você viveu e deixou na vida."
Aceite, permita, ame a dor,
e perceba que a dor,
era o amor que você não aceitava,
o amor que você não permitia,
o amor que você evitava.
Se você não vive como sente vontade, vai viver como sua família quer, como seus amigos querem, como seu patrão quer, como a sociedade quer, como o mundo quer. Vai seguir expectativas, cumprir papéis, se encaixar no que esperam de você. Mas, no fim, vai esquecer de viver como realmente quer.
A angústia te ensina que você precisa mudar.
Veja bem, quantas vezes, do nada, você sente um surto? Ou fica com falta de ar? Depois muda e sente um aperto no peito. Depois muda e sente tristeza. Depois muda e sente um vazio. Depois muda e sente ódio. Depois muda e começa a chorar. Depois muda e acha que tem algum problema na cabeça. Depois muda e sente que tudo parece irreal. Depois muda e sente isso, sente aquilo, e assim por diante.
Isso é a angústia. Ela vive mudando de forma. Você tenta ignorá-la de um jeito, ela aparece de outro. Sabota um sentimento, e ela encontra outra maneira de se manifestar. Você passa o tempo todo tentando controlar o que sente, mas os "conflitos internos" nunca passam. E por quê? Porque a angústia está tentando te mostrar que você precisa mudar.
Até a angústia muda. E por que você não muda? Porque tem medo. Medo do que pode perder. Medo de se afastar de pessoas às quais se apegou. Medo de mudar os pensamentos que sustentou por tanto tempo. Medo de sair da rotina, da zona de conforto. Medo de abrir mão de tudo aquilo que, mesmo te fazendo mal, ainda te prende.
Então, em vez de mudar, você se apega às angústias. Prefere suportá-las a enfrentar a mudança. Mas a mudança é necessária. Mudar a forma como vive. Mudar os pensamentos. Mudar os sentimentos. Mudar os valores. Mudar as ideias. Mudar os lugares por onde anda. Mudar a si mesmo.
Enquanto você não muda, suas angústias continuarão mudando. Ou seja, mude.
O silêncio é a maneira mais simples e direta de perceber quem realmente tem sintonia com você. Fique em silêncio na presença de alguém. Se essa pessoa começar a se incomodar, demonstrar impaciência, fazer gestos excessivos, buscar distrações ou inventar desculpas para se afastar, é um sinal claro de que a conexão entre vocês não é espontânea.
Quem realmente combina com você não precisa preencher o silêncio com palavras forçadas. O verdadeiro encaixe acontece quando a presença do outro, mesmo sem dizer nada, é confortável e natural.
O sofrimento interno nasce daquilo que você nega.
Quem sofre de cansaço, nega o descanso.
Quem sofre de angústia, nega a paz.
Quem sofre de ego, nega o amor.
Quem sofre de ansiedade, nega o agora.
Quem sofre de tristeza, nega a alegria.
Quem sofre de rejeição, nega o afeto.
Quem sofre de ódio, nega a calma.
Tudo o que você nega em si mesmo se transforma em sofrimento.
Então, em vez de negar, aceite.
Aceite que você pode relaxar.
Aceite que você está em paz.
Aceite que você ama.
Aceite que você está aqui, agora.
Aceite que você é alegre.
Aceite que você é afetuoso.
Aceite que você é calmo.
Aceite você mesmo.
Porque tudo o que você aceita, deixa de ser um peso.
A maior ilusão que você abraça nesta sociedade é a de acreditar que deve gastar toda a sua vida trabalhando como um escravo, até os 60 anos, fazendo o que não gosta, em troca de uma aposentadoria modesta e uma estabilidade financeira que, muitas vezes, mal atende às suas necessidades. Enquanto isso, aqueles que exploram o seu esforço, roubam seus direitos e controlam as regras do jogo se aposentam muito antes de você, por meio da sua própria escravidão diária. Eles conquistam sua liberdade financeira com a sua dedicação e sacrifício, enquanto você continua preso a um sistema que, muitas vezes, parece mais uma armadilha do que uma verdadeira oportunidade de crescimento.
As pessoas só se interessam por você se você tem algo a oferecer; as pessoas só gostam de você quando você não tem nada a oferecer.
Quando você finge ser algo apenas para ter a aprovação dos outros, você só atrai aqueles que aceitam aquilo que você não é.
"Eu só queria alguém a quem dizer olá; e você chegou e perguntou se estava tudo bem."
Obedes Lobadias
"Você chegou como quem diz: eu sou promotora de eventos, permita-me organizar o festival da sua felicidade!"
Obedes Lobadias
Amo estar com você! Cada momento passado ao seu lado é um registro inesquecível. Cada um deles está guardado com carinho no álbum do meu coração.
Enquanto você busca agradar e conquistar a todos, acaba se perdendo de si e paralisando seus próprios passos. A necessidade de aprovação rouba a autenticidade e trava a ação. Quando o foco muda — de convencer o mundo para conquistar a si mesmo — nasce a liberdade. É nesse encontro interno que a coragem aparece, as escolhas se alinham e a vida começa a fluir com verdade. Quem se conquista por dentro, não precisa provar nada para fora.
Qual a graça de agradar ao outro se, para isso, você precisa se abandonar? A aprovação externa nunca preenche o vazio de não estar em paz consigo mesmo. Quando você vive para agradar, sua essência se cala; quando vive para ser verdadeiro, sua alma respira.
A vida não acontece apenas enquanto existimos, cumprindo rotinas e expectativas. Ela acontece quando estamos vivendo de forma consciente, fazendo escolhas que fazem sentido para quem somos, e não apenas para quem esperam que sejamos.
E uma história bonita não é aquela bem contada ou cuidadosamente inventada. É a que foi vivida com verdade, com erros, coragem e entrega. Histórias bonitas não são perfeitas — são reais. E só quem vive de verdade tem algo que valha a pena contar.
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