Me Apaixonei por Voce muito Rapido
Interessante como para algumas pessoas o conceito de muito ou pouco varia a depender de quem seja o beneficiário.
O amanhecer é muito mais que um suntuoso espetáculo da natureza para deslumbrar o Homem: é um presente de Deus para nós. Recebê-lo com gratidão e aproveitar cada instante desse dia com sabedoria é o nosso presente para Deus.
Preservar a memória histórica não significa viver do passado, muito menos barrar o desenvolvimento tecnológico, mas conservar o conhecimento dos nossos ancestrais, nos ajuda a lembra de onde viemos e de quem, tudo isso nos ajuda a saber quem realmente somos.
Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.
Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.
E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.
Avisa quando chegar.
Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.
E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.
Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.
Eu merecia mais do que uma mensagem.
Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.
Avisa quando chegar.
Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.
Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.
E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.
E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.
Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.
E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.
Avisa quando chegar.
Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.
E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.
Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.
E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.
E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.
Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.
Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.
Avisa quando chegar.
Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.
E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.
Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.
Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.
Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.
Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.
E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.
Avisa quando chegar.
Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.
E o pior é isso:
eu ainda me importo.
Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.
Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.
Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:
Avisa quando chegar.
Nós somos casas muito grandes, muito compridas. É como se morássemos apenas num quarto ou dois. Às vezes, por medo ou cegueira, não abrimos as nossas portas.
Eu continuo a aprender. Tenho muito que aprender, ainda. Acho que tenho uma noção parcial daquilo que estou a fazer.
Grande engano é pensar que na vida é necessário apenas aprender, quando muito temos o que desaprender.
A rainha dessa casa que, com dedicação e carinho, torna os nossos dias muito melhores!
Feliz Dia da Mulher!
8 de março
Uma mulher de caráter é muito mais do que um rostinho bonito, elas não se vendem, não se trocam e não se encontram em qualquer esquina
Pequena flor, sereia do meu cais
Tenho a paz de ser só seu
Estou indo agora
Dói muito essa saudade
E agora?
Sou todo amor do mundo
É difícil de de entender
Espantalho
Já derramei muitas lágrimas,
Já expeli muito suor,
Nunca fui o suficiente,
Mas sempre dei o meu melhor,
Por pouco não me entreguei,
Já quis desistir eu não nego,
Vi muitas coisas que me deixaram triste,
Por isso finjo ser cega,
O medo e a insegurança,
Tem sulgado minhas energias,
O medo leva minha esperança,
A insegurança leva minha alegria,
Sou formada de retalhos,
Vários pedaços machucados,
Algumas são cicatrizes recentes,
Outros são feridas do passado,
E é por isso que eu,
A menina feito de retalho,
Para espantar aquilo que me faz mal,
Me tornei um espantalho
Bom dia, minha querida!
Hoje é um dia especial, pois é a véspera do Natal.
Eu estou muito feliz por ter você na minha vida,
Você é o meu presente mais precioso, a minha alegria.
Eu te amo muito e quero te abraçar bem forte,
E te desejar um Natal cheio de paz, luz e sorte.
Você é a minha estrela guia, a minha inspiração,
E eu agradeço a Deus por essa linda união.
Bom dia, minha amorzinha, e feliz Natal!
Você é tudo para mim, você é o meu ideal.
Às vezes é no pouco que mora o muito.
Um gesto pequeno pode carregar o universo inteiro. A essência não está na quantidade, mas na profundidade.
Quem aprende a valorizar o pouco descobre que nunca lhe falta nada.
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