Matei Voce dentro de Mim

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Alguma coisa ta errada dentro de mim... eu nao sei o que eh , preciso descobrir... Queria estar agora contigo, deitada em um gramado no meio das suas pernas, vc acariciando meus cabelos... E eu olhando as nuvens, e imaginando formas e desenhos... como eu fazia quando era criança...

Já tentei fugir
Mas
Não rolou
Estou dentro de mim
Não posso me deixar
Meu ego
Sozinho
Surtou e foi dançar

A cada lágrima que escorre dos meus olhos, cresce uma esperança dentro de mim.

Não guardo rancor.
Rancor é carregar quem me machucou dentro de mim.
Eu prefiro algo mais silencioso: a lembrança do que aprendi.
Hoje, eu reconheço as máscaras antes do sorriso.
E já não acreditei mais em lágrima fácil.

Este amor que sinto transcende a compreensão, é poesia viva que pulsa forte dentro de mim, e portanto, viver longe de você é negar a essência do que sou. Quero ser o teu companheiro, amante e amigo nessa dança da vida, onde a felicidade se faz nossa companheira constante...

Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.

A minha benignidade é insuficiente, mas a graça de Cristo é que faz a diferença dentro de mim.

⁠Pai
Sinto tua falta de uma forma suave
Porém, muito viva dentro de mim.
Nas manhãs que seguem, o novo se abre
Na beleza do que plantaste dentro de mim.

“É profunda e avassaladora a reflexão que nasce dentro de mim quando escuto que minha idade já não me permite ciúmes, nem excessos. Como se o tempo pudesse limitar aquilo que o coração ainda insiste em sentir.”

Quando o silêncio fala mais alto.
Ouço uma voz dentro de mim.
Que não fala coisa com coisa.
Nem mostra marcas do fim.

Quando o silêncio afeta a alma.
Sinto vontade de gritar pra dentro.
Mas, não é lícito perder a calma.
Gritar, falar, qualquer pensamento.

Quando o silêncio vence a fala.
Sinto que tenho que me calar.
Qualquer sofrimento me abala.
É impossível me controlar.

Quando o silêncio não tem nada a dizer.
Sem motivos é simplesmente silêncio.
Me pergunto toda hora o porquê.
Porque se apossou de mim o silêncio.

Quando para o silêncio não existe resposta.
Quando não parece ter sentido a vida.
E no silêncio se ouve o abrir de uma porta.
E Deus te diz: Eis aqui Tua saída.

Minhas garras vão saltar para minha beleza completar,
Porque dentro de mim existe uma pantera,
Uma fera tão bela que é impossível domar,
Sou aquela que ninguém consegue parar,
Agora que comecei, vou continuar.


Todo santo dia, porque todo dia é santo
Eu vou espalhando o meu encanto
Encantando quem estiver me olhando
Com a negritude do momento,
Vou espalhando esse sentimento,
Porque o luxo do hoje,
É o conhecimento de todo o nosso pertencimento.


A minha pele reflete o que na minha alma prevalece,
Uma força que me fortalece,
Que me faz acontecer e a minha beleza resplandecer,
Eu sou aquilo que ninguém consegue conter,
Sou a força da natureza,
A beleza de toda uma realeza,
Eu carrego dentro do meu peito uma riqueza preta,
E a minha meta é crer cada vez mais em mim,
Porque eu sou a flor mais luxuosa desse jardim.




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Quando descobrir que o silêncio é uma música, encontrei dentro de mim a mais bela canção.

⁠Difícil momento desse país. Tenho um misto de sentimentos borbulhando dentro de mim: compaixão e revolta!

Minha felicidade nasce em silêncio dentro de mim; quem chega, aprende a caminhar ao meu lado.

Nas profundezas da emoção que cavalga dentro de mim, foi aí que te encontrei!

Eu declaro que a fonte infinita de riqueza e sabedoria está dentro de mim. Todas as minhas necessidades são supridas.

Eu não sou feito de respostas.
Sou feito de rachaduras.


Por dentro, tudo em mim é barulho:
pensamentos tropeçando,
memórias se mordendo,
desejos que não cabem no corpo.


Eu existo em estado de urgência.


Tenho dias em que me sinto infinito
e outros em que mal caibo em mim.
Tenho vontade de ser tudo
e medo de não ser nada.


Eu me desmonto com frequência.
E não é metáfora.
Eu me desmonto mesmo.
Ideias, identidade, planos, certezas —
tudo cai no chão.
E eu junto os pedaços
com mãos tremendo.


Não sou estável.
Sou vivo.


Carrego perguntas como quem carrega feridas abertas:
quem eu sou quando ninguém está olhando?
quem eu seria se não tivesse aprendido a me esconder?
quem eu posso ser se eu parar de pedir permissão?


Às vezes eu me sinto grande demais para esse mundo pequeno.
Às vezes pequeno demais para meus próprios sonhos.


Eu sinto tudo no limite:
o amor rasga,
a perda ecoa,
o desejo arde,
o medo grita.


Não sei sentir pouco.


Se eu te disser que sou forte,
é porque você não viu minhas noites.
Se eu te disser que sou sábio,
é porque você não viu quantas vezes eu me perdi.


Eu sou feito de tentativas.
E de fracassos belos.
E de recomeços malfeitos.
E de coragem improvisada.


Não me peça equilíbrio.
Eu sou terremoto aprendendo a andar.


Mas deixa eu te contar algo:
se você me ler e doer,
é porque tem algo em você querendo sair.


Porque todo mundo anda por aí
se amputando emocionalmente
para caber.


E eu não quero caber.
Eu quero existir.


Eu quero que minhas contradições respirem.
Que meus abismos tenham nome.
Que minha bagunça seja honesta.


Eu não sou exemplo.
Sou espelho.


Se você se vê em mim,
não é coincidência —
é humanidade.


Você também sente demais.
Você também finge menos do que parece.
Você também tem um caos bonito aí dentro
pedindo para ser reconhecido.


Então não se organize.
Se entenda.


Não se controle.
Se escute.


Não se esconda.
Se permita.


Porque viver
não é parecer inteiro —
é continuar mesmo em pedaços.


E se alguém te chamar de intenso,
agradeça.


Pior seria ser vazio.

“Mesmo nas tempestades, eu carrego dentro de mim a certeza de que o sol vai voltar a brilhar.” 🌞

Diário de um pensador

"Eu tenho sentimentos inimagináveis dentro de mim, porém sem esperanças de quê sirva a alguém;"

O brilho ofuscado pelo vício


Oh, brilho…
Brilho lindo que carrego dentro de mim,
onde é que tu estás?


Quebro-te com os vícios,
perco-me por falta de equilíbrio,
por tapar os ouvidos
e fingir que ainda tenho o domínio.


Toda vez que prometi que seria a última vez ,
ela voltou a ser a primeira vez.


Oh, brilho ☘️
deixei-me levar pelas influências,
sem saber ou fingindo não saber
que escolhas também cobram consequências.


E mesmo assim…
ainda te chamo.


19 de Janeiro de 2026
Quitério Joaquim Muita ✍🏾.