Matar
SOU TUA.
Lindo são seus olhos, sua boca. Hoje vim te ver e matar minhas saudades. lindo é você.
Que chegou de repente, sem me avisar, e tomou conta de todo o meu ser.
Loucura de amor, não se brinca e não se explica.
Loucura de amor, agente sente, a gente ama.
Preciso dos teus carinhos.
Preciso dos teus beijos.
Preciso ser tua.
Tua amada.
Tua amiga.
Tua paixão de vida.
Nosso amor veio e se multiplicou.
Hoje sou sua amiga.
Sua namorada.
Sua mulher.
Sua companheira.
Você me ganhou
Disseram
Disseram que eu queria me matar,
disseram que eu queria me queimar,
disseram que eu queria me mudar.
Mas de tudo que disseram,
a única verdade é que sonho em sair desse lugar.
Disseram que minha vida acabou,
disseram que minha cota de sonhos se esgotou,
disseram que eu até podia acreditar.
Mas de tudo que disseram,
a única verdade é que creio em Deus em primeiro lugar.
Disseram que Elvis não morreu,
disseram que o nazismo se dissolveu.
As mentiras ainda estão em todo lugar.
A crueldade permanece e nós não queremos enxergar.
Disseram que o remédio cura a dor,
disseram que pra angustia existe o amor.
Mas vejo o sofrimento dentro de hospitais
e pessoas que trocam o amor por coisas banais.
Com tudo isso aprendi a viver,
a conviver.
Todas as tristezas eu deixo pra trás e
sigo em frente, atrás dos meus ideais.
E quando se fala na tão sonhada paz
as pessoas veneram.
Mas confundem nossa mente
depois de tudo que disseram.
Não acreditamos que existam causas pelas quais valha a pena matar ou morrer. Acreditamos que vale a pena viver. Viver por aquilo que acreditamos.
Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos.
Guerra é guerra, mas matar um homem em um casamento? Horrível. Que tipo de monstro faria uma coisa dessas? Como se os homens precisassem de mais motivos para temer o casamento.
(Olenna Tyrell)
– Havia um cavalo. Ele queria se vingar de seu inimigo, um cervo. Mas ele não podia matar o cervo sozinho. O cavalo conheceu um homem, um caçador, e fez um acordo. Ele aceitou as rédeas do homem e permitiu que colocasse uma cela em suas costas. Juntos, eles mataram o cervo, e o cavalo saboreou a vitória. Mas o caçador não soltou o cavalo e o transformou em seu escravo.
– Então a sua vingança lhe custou a liberdade? Espero que tenha valido a pena.
– Não valeu.
