Martha Medeiros Homem e que nem Biscoito
Meses vão passando
Lembrança vão ficando
E eu fico lembrando
De Noix chorando
Um amor vai ficar
Vamos além do mar
Fazemos de td para nos abraçar
Pretendendo até voar
Uma música vou fazer
Pra poder te agradecer
Quero viver
Crescendo conheço você
Vamos criar
Além do mundo pra gritar
Quero te amar
Além do mar
Quero te ouvir
Pra poder me refletir
Sobe na janela do seu quarto !!
Recebeu ?!?
Se sim , fique sabendo que eu TE AMO ..
A minha alegria está neste sorriso que você Ta acabando de da
Meu amor , passamos por vários caminhos até chegar aqui , pois foi você a melhor coisa da minha vida , não foi , é a melhor.
Muitos casais podem dizer "TE AMO" mais não vai ser igual ao meu amor por você ..
Pensando bem, tudo o que o ser humano cria é imperfeito — e pode, consciente ou inconscientemente, estar em comunhão com diabo. Tanto o capitalismo quanto o socialismo são criações humanas, e por isso, podem carregar sombras.
Não sou totalmente marxista. Rejeito, por exemplo, a crítica agressiva à religião, o materialismo como cosmovisão e a defesa da revolução armada. Na Bíblia, está escrito sobre Mamom, o deus do dinheiro. E, olhando para o mundo hoje, é evidente: tudo gira em torno do lucro, não da vida humana.
O ser humano deixou de ser o centro da humanidade; o dinheiro ocupa esse lugar. O capitalismo nos ensina a valorizar o lucro acima da dignidade, e por isso acredito que o socialismo — ou o comunismo — representa uma alternativa mais próxima da solidariedade e da justiça social.
Infelizmente, no Brasil, há uma imagem distorcida sobre a esquerda. Muitos acreditam que ser de esquerda é sinônimo de defender aborto, ideologia de gênero e legalização das drogas. Isso é apenas uma fração da pauta progressista.
Eu mesmo não sou totalmente a favor dessas bandeiras. Para mim, ser de esquerda é ter uma posição filosófica diante da vida em que a solidariedade prevalece sobre o egoísmo — como bem disse José Mujica.
A vida depois da queda de lúcifer e a queda de adão e Eva se tornou confusão do diabo, temos que buscar verdade em Jesus e obedecer a vontade de Deus.
As pessoas pensam que estou zangado com Deus. Isto não é verdade. O que eu quero de Deus são respostas que não encontro na Bíblia. Nunca duvido de Deus por um momento sequer; eu sei que estou morto. Eu só quero entendê-Lo melhor, sem essa densa névoa da ignorância que está sempre pairando diante dos meus olhos.
O Peso dos Dias e a Leveza do Tempo
Nunca gostei de comemorar aniversários.
Não me entendam mal — não é um desprezo pela vida, tampouco um capricho melancólico. É, talvez, um desacordo silencioso com o calendário. A data do nascimento me soa arbitrária demais para conter em si todo o mistério e a beleza de estar vivo. Há algo estranho em reduzir a celebração da existência a um dia fixo, como se a vastidão da vida coubesse numa vela, num bolo ou num parabéns apressado.
Eu prefiro envelhecer a fazer aniversário.
Gosto da ideia de envelhecer porque ela carrega marcas. Rugas, histórias, memórias e silêncios. Envelhecer é a confirmação de que estive aqui — que sangrei, sorri, perdi e me encontrei. Cada linha no rosto é uma frase escrita à mão pelo tempo. Cada ano que passa é mais uma página virada com esforço e sentido. Envelhecer é a prova irrefutável de que vivi — ou ao menos tentei viver.
Mas viver, veja bem, é diferente de estar vivo.
Estar vivo é biológico: pulmões funcionando, sangue correndo, agenda cheia. Viver é outra coisa. É quando a alma respira, quando os olhos se demoram num pôr do sol, quando o silêncio não assusta mais. É quando a dor ensina, quando o amor transforma, quando o tempo passa e você sabe que ele passou por você — e não apenas ao seu lado.
E é exatamente por isso que não temo a morte física. Essa virá para todos, no tempo que não escolhemos. O que realmente me assusta — e profundamente — é a morte em vida. Aquele estado em que os olhos seguem abertos, mas o mundo já não causa espanto; em que o coração bate, mas não se comove; em que se respira, mas não se sente mais o perfume da existência.
Essa morte silenciosa, discreta, cotidiana, me aterroriza. Porque ela se instala devagar, sem anunciar-se. De repente, já não se sonha. Já não se espera. Já não se luta. É essa a morte que me recuso a aceitar.
Por isso celebro o cotidiano. Todo dia é um aniversário da minha consciência desperta. Todo gesto de sensibilidade, toda lágrima sentida, toda esperança cultivada é uma prova de que ainda estou vivo — e não apenas biologicamente funcional, mas inteiro.
Não preciso de presentes nem de aplausos. Preciso apenas do milagre cotidiano de seguir. Porque todo dia que me é dado é, por si só, um aniversário da minha resistência. Um lembrete de que estou aqui — apesar de tudo, apesar de mim.
E assim, envelhecendo sem pressa, vivo celebrando o que realmente importa: a arte rara de continuar sendo.
A Constituição Federal brasileira proíbe qualquer tipo de censura, seja ela política, ideológica ou artística. No entanto, os Juízes e Magistrados brasileiros ignoram completamente aquilo que está escrito no Artigo 220.
Eu aprendi que Deus tem todo o poder.
Eu aprendi que Deus fala e responde.
Eu aprendi que Deus conforta.
Eu aprendi que Deus protege.
Eu aprendi que Deus intervém.
Mas fui viver a vida…
E não vivi nada do que aprendi.
Ou talvez não vi o que aprendi se cumprir na minha vida.
O Senhor está no meu coração —
não tenho outro lugar, senão a Ti.
Ainda creio que tudo podes.
O Senhor está no meu coração,
na minha razão,
na minha alma.
Te busco não pelo que podes fazer,
mas porque fui criado
para Te amar eternamente.
Confio na Tua palavra sagrada.
Ainda viverei
Tua palavra,
Teu conforto,
Teu fazer,
Tua proteção.
Amém.
Você quer saber o verdadeiro significado de “abuso de autoridade”? Observe atentamente aquilo que os juízes fazem todo santo dia.
As pessoas não sabem que o Facebook, YouTube, Twitter, Instagram, Tiktok induzem com eficiência uma falsa ilusão no egocentrismo ou narcisismo de quem tem compulsão para se exibir nas redes sociais quase todos os dias.
Engraçado. Hoje, quando acordei, fiquei sabendo que sei menos do que ontem. Pior, ninguém acredita nisso.
O governo brasileiro, através dos impostos, usurpa 149 dias dos trabalhadores durante todo o ano labutado.
Um inexplicável problema da direita é não ver a realidade do povo brasileiro enquanto a esquerda consegue enxergar uma realidade inexistente.
Francamente? No princípio eu não encarava com seriedade uma IA, mas hoje, depois de um longo tempo, descobri que podemos nos divertir com elas. Por exemplo: pergunte quantas possibilidades reais há na frase “eu vejo uma linda moça com os meus binóculos na praia”. É impagável.
