Mario Quintana fim e Começo
O zumbi metropolitano e a falta de visão:
Como caminhante entre estradas e matas de 3 estados brasileiros, no passado em 2004 2005, que fui, sei quando um item pode ser consumido sem danos, como alimentos caseiros empacotados, sem marcas conhecidas, e mesmo sem prazo de validade por estarem em boa preservação, assim como conheço quando um produto de limpeza caseiro é por vezes até melhor que os industrializados, não obstante noto a "matrix" a que vivem esses funcionários estáveis de cotidiano da empresa ao lar, e do lar ao shopping e cinema, além de uma visão de Hollywood ao que não conhecem, são lotados de mi mi mi, ou checagens inúteis, inclusive do próprio mel, que o verdadeiro se reconhece por ter cheiro e aroma de vegetais, como pinho, laranjeira e eucalipto, bem como própolis e resíduos de favos minúsculos, esse tipo de público exige, mas ingere coisas de péssima qualidade, só por chegar em embalagem bonita, consome e compra até péssimas jóias ou bijouterias somente porque vem em caixinha de veludo e notas fiscais!
Sir Mário Honorário
Sobre a inspiração de amizades fechadas em turmas antigas de bairros:
Turmas de gaslighting amam a música BAD de Michael Jackson, para compensar a incapacidade de reagirem de forma madura ao serem criticados, fazem o bullying grupal, onde deveria existir amizade. Um exemplo claro da falta de cognição dos propensos a Flying Monkeys, ao se inspirarem em letras de músicas para seus rasos ideais.
Em quase toda turma que se conheceu desde a infância, e que não se mudou do bairro:
Essa é a descrição perfeita do que a sociologia e a psicologia chamam de "estagnação em grupo".
Quando um grupo se conhece desde a infância e permanece no mesmo bairro, cria-se uma espécie de cápsula do tempo onde o desenvolvimento emocional muitas vezes para na adolescência.
Nesse cenário, a música "Bad" não é apenas uma trilha sonora; ela é uma ferramenta de regressão.
Por que isso acontece em grupos "de bairro"?
Identidade Coletiva Fossilizada:
O grupo se define pelo que era aos 15 anos. Se naquela época ser "o durão" ou "a popular" funcionava, eles se recusam a abandonar esse papel, mesmo aos 30 ou 40 anos. A maturidade é vista como traição ao grupo.O "Eco" Permanente:
Em bairros onde todos se conhecem, o gaslighting é mais eficaz porque o agressor tem controle sobre a reputação da vítima. Os Flying Monkeys (vizinhos, amigos de escola) reforçam a mentira, porque sua própria vida social depende de estarem do lado "vencedor".
Falta de Novos Inputs:
Sem conviver com pessoas diferentes ou realidades novas, o grupo se fecha em uma câmara de eco. Eles usam referências da cultura pop (como o MJ) de forma distorcida para justificar o bullying, pois não desenvolveram repertório para resolver conflitos de forma adulta.
A anatomia do bullying grupal em círculos antigos nos elementos é disfuncional.
A música e símbolo serve como um "transe" insano, que valida a agressão e dá uma sensação de estilo ao erro.
O líder geralmente é o mais inseguro, que usa o gaslighting para nunca ser questionado.
Os seguidores e pessoas com baixa autonomia cognitiva que preferem praticar injustiça a serem excluídos do grupo de infância, formam a massa do ajuntamento, e a crítica é recebida como uma declaração de guerra, nunca como uma oportunidade de crescimento.
O "Flying Monkey" por conveniência nesses bairros, resulta que o seguidor, muitas vezes sabe que o líder está errado, mas a falta de cognição que se mencionou é, muitas vezes, uma "cegueira seletiva", e opcional.
É mais fácil fingir que a letra da música justifica a atitude do que admitir que o amigo de infância se tornou uma pessoa tóxica.
Eles preferem a "lealdade" cega à integridade moral.O bullying grupal nesses casos é uma tentativa desesperada de manter o controle sobre um território (físico e social), que eles sentem que estão perdendo para quem realmente amadureceu e "saiu" da bolha mental do bairro.
Sir Mário Honorário
Reconhecer que o humano não tem como desvendar os projetos do Divino é a maior prova de inteligência que existe. É o que separa o filósofo do fanático.
A Estratégia do Revezamento em Ataques Coordenados:
No cenário dos conflitos digitais, grupos que buscam desestabilizar ou silenciar vozes específicas utilizam uma técnica de dissociação de identidade através do rodízio de operadores em uma única conta. Essa tática é empregada para evitar o rastreamento da autoria e confundir a percepção da vítima.
O Ciclo da Operação de Rodízio:
A Quebra da Máscara Inicial: O ataque geralmente começa com um estilo de escrita definido. No momento em que o alvo identifica padrões, nomes ou contradições no discurso do atacante, o grupo percebe que a "primeira máscara" foi comprometida.
A Alternância de Repertório:
Para evitar que a vítima confirme a identidade do agressor, o teclado é passado para outro membro do grupo. Isso gera uma mudança drástica e imediata no vocabulário, na gramática e nas referências culturais.
O Contraste de Perfis:
O rodízio costuma alternar entre tipos psicológicos distintos para desequilibrar o alvo:
O Operador Acadêmico:
Utiliza linguagem formal e termos técnicos para tentar projetar uma imagem de autoridade ou superioridade intelectual.
O Operador de Conflito:
Entra com gírias, ataques agressivos e frases curtas, buscando tirar o foco da discussão lógica e levar para o campo emocional.
O Operador de Camuflagem:
Muda o gênero ou a idade aparente do discurso (usando gírias mais jovens ou perfis femininos) para criar a ilusão de que a conta pertence a um coletivo diverso, e não a um indivíduo específico.
Objetivos da Tática de Confusão:
Gaslighting Digital: Ao mudar o modo de agir e escrever repetidamente, o grupo tenta fazer a vítima duvidar de sua própria intuição e provas, criando uma sensação de "névoa" sobre quem realmente está atacando.
Diluição de Responsabilidade:
Se várias pessoas operam a mesma conta, o grupo acredita que nenhum indivíduo pode ser responsabilizado isoladamente por extorsão, calúnia ou difamação.
Efeito de Fadiga:
O alvo é forçado a reavaliar o oponente a cada hora, o que gera um desgaste mental maior do que lidar com um único agressor constante.
A Falha Técnica do Rodízio:
Apesar de eficiente para confundir o público leigo, a tática falha quando confrontada com a análise de fatos e registros. Por mais que mudem as palavras e o operador, o grupo não consegue mudar os registros oficiais, documentos e contradições logísticas que motivaram o início do conflito. O rodízio é, em última análise, uma tentativa de salvar a "falsa autoridade" de um grupo quando a verdade documental é apresentada.
Sir Mário Honorário
Todo religioso afundado no fanatismo é um recalcado nato...
Tendo em vista isso, saiba que toda tentativa de interagir com você, é na base do ressentimento é curta visão sobre ti de acordo o que convém a ele!
O fanático religioso no cotidiano e online:
Um fanático ideológico religioso, possui a sua base, no que decidiu a sí próprio, em viés de confirmação emotiva, ser a alegada verdade suprema.
Ele é um ressentido com a sua trajetória mal sucedida de Vida, desta forma, inventa atalhos cognitivos para explicar o que não entende sobre ocorridos.
As suas explicações, para tudo, são de uma curta visão, e carentes de uma lógica sensata.
Consequentemente, sendo um recalcado, quase toda tentativa de debater algum assunto com outros, já chega lotada de pré julgamentos do que o outro seria, logo, ou aceitas a imaginária "verdade" ao ver dele, ou sérias um "caso perdido".
Dessa maneira, ele perde conexões salutares com as pessoas, em aprendizado mútuo, se faz um perfil de redes virtuais, não consegue ser descontraído com a Vida, tudo colocando numa caixinha de rótulos, com idéia de que sair de sua bolha não vale a pena, o mundo estaria todo perdido, tudo seria caminho para as trevas.
Como forma de solução delirante, ele se fecha cada vez mais nos dogmas de nicho limitado em experiências variadas e coletivas, para uma solução de equidade. Suas postagens são polarizadas, e sempre num mesmo assunto forçadamente mecânico, nada de seu feed pessoal é variado, ou descontraído, pois ele caiu em uma manipulação robotizada, de seitas, crenças, e religiosidade, que atrofiam o seu raciocínio de autonomia.
Ele pode até tentar variar os post's, mas sendo vítima de uma espécie de "lavagem cerebral", logo ele volta ao mesmo assunto cansativo, criando atritos, polêmicas e tumultos, sempre se imaginando o portador de uma alegada "extrema razão"!
Sir Mário Honorário
Não se fica rico trabalhando, e sim, saindo da bolha de povo recalcado.
Riqueza aqui pode não ser bens materiais
O Apocalipse não é a destruição do mundo, é a queda das religiões todas que tentam ser donas de Deus e de como ele contataria os humanos de forma livre, sem intermediários do lucro com a Fé natural.
O Fanatismo Religioso é a união da superstição, ao pensamento simplista gerando o atalho mental mais burro e oportunista possível
A Inovação é aquela idéia que o status quo de poder vigente nega ser validada, mas que fazia sentido
É fora de senso esperar que o sistema e sua patota, reconheçam como válida, uma crítica sociológica estrutural contra ele mesmo
o amor? o que será essa palavra tão pequena?
o amor não se resume em apenas trocar palavras,
mas estar presente na hora em que tudo dá errado,
tudo se fecha ao nosso redor, enfim uma flor nao consegue
sobreviver muito tempo longe do jardim,
pois...ame, lute, busque estar perto de quem te ama e te quer
bem, não se iluda com poucas palavras, busque sempre o melhor
para quem esta do seu lado, mas antes de tudo ame a si mesmo.
[ M.C.S]
Máriotrakino
Te envio poemas de meu punho em letra
Te envio canções pra que você entenda
Te envio minhas fotos pra que você me veja
Não estamos juntos, mas tenho certeza.
