Mario Quintana- Brevidade da Vida

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Estes são tempos em que um gênio desejaria viver. Não é na calma tranquila da vida, ou no repouso de uma pacífica situação que os grandes caráteres são formados. Grandes necessidades invocam nossas maiores virtudes.

Em geral, quem não sabe dar um sentido à própria vida dispõe-se por profissão a sacrificar-se.

A vida é o princípio da morte. A vida só existe em função da morte. A morte é acabar e começar ao mesmo tempo, separação e união mais estreita consigo mesmo.

Aprender? Certamente mas, primeiro, viver e aprender pela vida, na vida.

Não deixe sua vida ficar muito séria, saboreie tudo o que conseguir: as derrotas e as vitórias, a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.

Roberto Shinyashiki

Nota: Trecho do texto "Lambuze-se de Vida" de Roberto Shinyashiki

Os maiores males infiltram-se na vida dos homens sob a ilusória aparência do bem.

Ninguém ama tanto a vida como o homem que está a envelhecer.

Irmãos, sede os vencedores da rotina escravizante.
Em cada dia renasce a luz de uma nova vida e com a morte somente morrem as ilusões.
O espírito deve ser conhecido por suas obras.
É necessário viver e servir.
É necessário viver, meus irmãos, e ser mais do que o pó!

Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana.

Um homem sábio pode considerar a vida uma comédia, uma tragédia ou uma farsa, e ainda assim gozá-la.

A vida é curta e o dinheiro também.

Cada um deixa a vida como se tivesse acabado de começá-la.

A vida não se resolve com palavras.

Uma vida boa é aquela inspirada pelo amor e guiada pelo conhecimento.

Somos totalmente responsáveis pela qualidade da nossa vida e pelo efeito exercido sobre os outros, construtivo ou destrutivo, quer pelo exemplo quer pela influência direta.

Vamos esquecer que existe um tempo e não vamos contar os dias da vida!

Até mesmo para quem passou toda uma vida no mar, chega uma idade em que se deixa a embarcação.

Os assaltantes pedem-te a bolsa ou a vida; as mulheres exigem as duas.

A dor é a escada de fogo que nos conduz à vida eterna.

A vida afectiva é a única que vale a pena. A outra apenas serve para organizar na consciência o processo da inutilidade de tudo.

Miguel Torga
TORGA, M., Diário XIV