Mario Quintana- Brevidade da Vida
As cores das pipas cortando o céu,
E risos dançando como um doce carrossel.
Aprendi a fazer comida, a pintar o rodapé,
A jogar pingue-pongue com leveza e fé.
Buscava pão e leite com a mamãe na padaria,
E viajava com o papai, estrada afora, com alegria.
Um caderno de versos com cheiro de flor,
O amor de uma mãe… plantado com louvor.
Não conto só mais um ano, mas um tesouro guardado,
Sou mais experiente, sim, e por Deus acompanhado.
Carrego fé num coração simples e sincero,
Sou Paulinho, o Negrin da Mamãe — inteiro!
Um menino crescido, mas de alma leve,
Que ainda dança, ri, ama e escreve.
Então venha! Traga o riso, o olhar, a ternura,
Vamos viver juntos essa doçura.
Porque esse dia não será só comemoração…
Será culto de gratidão, em forma de reunião.
Um salão de festa com cheiro de céu,
Onde a família se encontra sob o eterno anel. Símbolo da Aliança feita por aquele que abençoa o filho e a filha cumprindo o seu papel.
Meu Grande e Único Amor
Eu não te amo em silêncio,
te amo com grito, com alma, com pele,
com a urgência de quem espera
uma vida inteira por um toque teu.
És meu começo, meu meio, meu fim.
Não existe outro, nunca existiu.
Desde que te vi, o mundo mudou de cor,
e tudo em mim passou a ser… teu.
És meu desejo mais sincero,
minha saudade preferida,
a razão dos meus olhos brilharem
e do meu coração bater em poesia.
Sei que amores vêm e vão,
mas o teu... o teu ficou.
Cravou-se em mim feito chama,
e incendiou tudo o que sou.
Não quero metade, não quero talvez.
Quero teu corpo colado no meu,
tua alma dançando na minha,
teu nome sendo o único que faz sentido.
Te declaro agora, sem medo algum:
És meu grande e único amor,
meu tudo, meu para sempre,
meu destino e meu lar.
Um grande amor não se mede em palavras, mas no silêncio que conforta, no olhar que fala, no abraço que cura. É aquele que permanece mesmo quando o mundo desaba, que acende a alma só com um sorriso e faz o tempo parecer pequeno diante da eternidade que existe em um simples toque.
Ainda não sei se foi no teu riso que meu coração se perdeu, ou no teu olhar que incendiou minha alma… só sei que desde que te imaginei, nunca mais fui o mesmo.
Quem bebe o vinho apenas para se embriagar não sente o sabor; e talvez embriagar-se do sabor fosse o verdadeiro sentido.
O destino que você deseja habitar não se alcança com os passos de sempre, ele exige que você se refaça, troque velhos hábitos por novos rumos, e vista a mente com outra visão.
Sem conexão e entrega, a paixão se perde, e o sentimento, por mais belo, não passa de um reflexo distante da verdade.
Quem trilha o óbvio caminha entre sombras, só quem ousa o improvável acende luzes no olhar do mundo.
Entre ruínas e sussurros, caminho sem direção,
Carrego cicatrizes onde um dia houve canção.
As árvores, como sombras, sussurram meu passado,
E a névoa, espessa, engole tudo que foi sagrado.
Mas há algo que pulsa — fraco, mas verdadeiro,
Como se o chão gritasse: “a dor também é um viveiro.”
Não sei quem sou, nem pra onde vou caminhar,
Mas se houver flor aqui, quero ser o primeiro a regar.
Carrego o peso de um céu distante,
onde até os anjos hesitam em me acolher.
Na terra, caminho entre sombras e feras,
sem medo do que rasteja, sem tremor diante do mal.
Meu temor é apenas um:
não encontrar abrigo nem na luz, nem no abismo.
Ser um lobo sem matilha,
um espírito solto, entre a guerra e o silêncio.
Quando estou contigo,
quero que o tempo se curve, se renda,
e se esqueça de passar.
Que cada segundo se alongue
feito tarde de verão,
infinita em teu olhar.
Mas quando estás distante,
imploro ao tempo que corra,
que voe sem olhar para trás,
para que logo, num piscar,
eu possa de novo te encontrar.
Sou a sombra que se arrasta pela tua pele no silêncio da noite,
o vulto que invade teus pensamentos mais proibidos.
Percorro teus segredos com a fome de quem já te conhece por dentro,
mergulho nos teus mistérios como quem reclama o que é seu.
Sou o alfa solitário que tua alma implora sem saber,
o sopro quente entre teus suspiros,
o peso invisível que deita sobre teu corpo nas horas mais escuras.
Sou a lembrança que te acorda molhada de desejo,
o domínio silencioso que faz teu coração estremecer no peito.
Meu nome é o feitiço que tua boca não ousa pronunciar,
minha presença é a brasa que te queima sem piedade.
Sou o fogo do vulcão que ruge dentro de ti,
a mão invisível que percorre teus limites até despedaçá-los.
Sou o motivo dos teus gemidos contidos,
o olhar que devora tua alma enquanto teu corpo implora por mais.
Em mim, perderás o fôlego e o controle.
Comigo, serás tua versão mais selvagem, mais tua... mais minha.
Aos que ainda não entenderam o que representa o Dia Internacional do Trabalhador, digo com poucas palavras: não foram os “ismos” que construíram esse mundo - foram os trabalhadores.
Em um tempo em que tudo é terceirizado, flexibilizado ou automatizado, é fácil esquecer quem realmente faz a roda girar. Mas não é o algoritmo, nem o sistema. É quem acorda cedo, enfrenta fila, risco, calor, pressão e invisibilidade para entregar o que chamamos de progresso.
Que as tecnologias e os discursos do futuro não apaguem o protagonismo de quem constrói o presente. Hoje é dia de lembrar disso com respeito, responsabilidade e, acima de tudo, com ação.
Os cães com sarnas acreditam que somos ovelhas, porque não enxergam a escuridão nos nossos olhos. Ignoram que, sob a pele macia, se esconde o lobo, faminto, ferido e à beira de um despertar que não perdoa.
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