Mar Liberdade
É raro um jornalista defender "liberdade de expressão" sem censurar ou bloquear os próprios leitores. Rádio e televisão, idem.
Não existe liberdade sem julgamentos, a única liberdade que temos é os pensamentos puros e impuros, parar para sorrir tem um preço caro quanto a paz onde o sistema não pode enquadrar, seja livre e põe sua liberdade em prática, essa ninguém pode tomar ou cobrar.
Tenho a liberdade do pensamento, livre como o vento,
que sopra em todas as direções, suave, tranquilo as vezes com fúria, causando estragos e marcas profundas, assim sou eu...
Liberdade, solidão, fuga,
Esse é um vício meu,
Andar por caminhos,
Buscando carinhos,
E o que um dia foi teu,
Entregar à alguém,
Nem que eu vá além,
Dos meus limites,
Repudiando convites,
De quem não me convém,
Na realidade,
Essa liberdade,
Está me levando pra onde nem mesmo eu sei...
Amo a minha liberdade, aprendi muito com os erros, me esforço ao máximo para não comete-los novamente, mas o amor é forte demais, e não vem escrito estampado em cartaz se é bom ou se é mau, então tenho que arriscar, nem que me machuque outra vez...
A minha felicidade, conforto, liberdade e paz, é consequência do anonimato de muita coisa que envolve minha vida e meu dia a dia...
Não entregue sua vida, sua felicidade,
liberdade, seus sonhos, a interesses e
valores materiais.
Por que o amor dos seus sonhos,
a riqueza e a felicidade que sempre almejou,
podem estar bem próximo de você...
Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros
"A proteção da liberdade exige que o erro judiciário seja corrigido. Mas a proteção da segurança jurídica reclama que a coisa julgada não seja desconstituída por mera substituição de interpretações possíveis. O equilíbrio entre esses dois valores é o que preserva a legitimidade da revisão criminal."
Vivemos em um tempo de diminuição das diferenças, com a usual liberdade de expressão virtual. ficou bem mais claro que pensamos, vivemos e somos bem diferentes, com isto a renovada ação humanista é inclusiva. Desde as bipolaridades, os portadores do transtorno do Espectro Autista (TEA) como as variações sexuais de gêneros. Afastamos nos do certo e errado, como também do normal e especial, velhas posições de polarização doutrinarias acadêmicas, caíram por terra pela liberdade constitutiva humana de sermos todos únicos, sem o menor direito ético e moral de estabelecermos padrões conhecidos.
A única forma de exercer nossa soberania e a verdadeira liberdade em nossa nação continental, é pela exaltação constante de nossa verdadeira historia, pelo culto ao comportamento cívico e o personalíssimo proposito de fortalecer nossa própria identidade com nossas festas, crenças e costumes, diferenciando nos e blindando nos de todas as culturas de todos os lugares do planeta.
