Mão Amiga

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Com um violão e uma caneta na mão, posso transformar você numa bela canção.

⁠— Já fui vampiro por muito tempo, Elena. Tem sido ótimo. Mas eu abro mão em um segundo para ser seu marido, o seu parceiro, o pai de seus filhos.
— Não pode tomar só por minha causa.
— É o que você e o Stefan ficam dizendo, mas estão errados. Eu posso. Eu posso tomar por nós. Certo? Porque mesmo que não dure, mesmo que tudo dê errado e eu fique sozinho e miserável, a menor chance de uma vida perfeita com você é infinitamente melhor do que uma vida imortal sem você. E eu sei de uma coisa, Elena. Eu te amo, e eu vou te amar até o meu último suspiro nessa terra.
#TheVampireDiares

Que eu consiga flutuar no céu azul e como uma pluma ser levada pelos balões alcançar a mão de Deus e a ele entregar meus sonhos coloridos...

Na mão esquerda a humildade, na mão direita a confiança.

Otimismo é quando você coloca a música mais fofa no despertador. É a palma da mão do tempo mostrando que dias melhores virão.

Eu seguro com tanta força na mão das pessoas, como se elas fossem a unica saída pra tudo. Mas elas me soltam, e eu caio de joelhos no chão.

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão...
À medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, coisas que você pensa que são importantes...
A um determinado ponto do caminho, começa a ficar insuportável carregar tantas coisas; pesa demais...
Então, você pode escolher:
Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem...
Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem, ou pode aliviar o peso, esvaziar a mala.
Mas, o que tirar?
Você começa tirando tudo para fora...
Veja o que tem dentro:
Amor, amizade... Nossa!
Tem algo pesado... Você faz força para tirar...
Era a raiva - como ela pesa!
Aí, você começa a tirar, tirar e aparecem a incompreensão, o medo, o pessimismo...
Nesse momento, o desânimo quase te puxa pra dentro da mala.
Mas você puxa-o para fora com toda a força e, no fundo, aparece um sorriso, sufocado no fundo da bagagem...
Pula para fora outro sorriso e mais outro. E aí, sai a felicidade...
Então, você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza...
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois vai precisar bastante...
Procure então o resto: força, esperança, coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância e o bom e velho humor.
Tire a preocupação também.
Deixe-a de lado. Depois, você pensa o que fazer com ela...
Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo.
Mas, pense bem o que vai colocar lá dentro de novo, hein?

Agora, é com você!
E não se esqueça de fazer isso mais vezes,
Pois o caminho é muito longo...

O covarde anda armado porque na mão ele apanha

Mas como é bom ouvir bom-dia todo dia,
Sentir as mão e semear, plantar, colher...
Dormir ao som de uma viola caipira,
Pisar o barro, dar aos pés o dom de ter!

Ontem tomei um táxi e me distraí tanto olhando pela janela que no meio do caminho estendi a mão para o banco vazio do lado querendo pegar tua mão. Tô com saudade.

Eu não abri mão de um sonho por medo de sonhar.
Eu abri mão... pois quando ele se tornou realidade, a minha realidade não conseguiu este sonho carregar.
Vou lembrar dele como um sonho, daqueles do qual não se quer acordar.
Minha realidade é bem diferente, mais não me impedirá de continuar a sonhar.
Seja sonho ou realidade, o fato é que NUNCA deixarei de te amar (...)

Deitei na pedra da saudade
fingi felicidade
e andei na contra-mão
sofri desilusão
me afoguei a cada passo
e na véspera do cansaço
construí a solidão.

Nunca, jamais, em hipótese alguma, abra mão de quem te faz gargalhar por quem só te faz sorrir.

Junte sua mão a minha, que eu junto meu coração ao seu, para que juntos possamos fazer o que sozinhos não conseguimos.

Faço cada linha do teu corpo com a mão, convido Van Gogh pra me ajudar a entender sua arte de ser mas eu e ele perto de você, somos apenas duas folhas em branco.

Corro atrás, enfrento barreiras, abro mão de muitas coisas, saio da zona de conforto, arrisco, espero, confio, me encho de esperança, saio do lugar, mas no fundo percebo que pairo num mundo de ilusões e a vida vai me mostrando a cada atitude, ou melhor, a falta dela, que de fato não sou merecedor de quem acho que pode ser o meu futuro. A cada passo que dou para frente com o anseio de tentar resgatar algo tão lindo que certamente mora nos nossos corações, dois é dado para traz por ela. É como se eu estivesse numa estrada de espinhos descalço onde eu estou numa ponta e ela em outra. No meio, está a nossa recompensa: um caminho livre de espinhos e repleto de felicidade nos esperando. É como se somente eu fosse rumando a frente ao seu encontro enquanto ela me espera do outro lado sem dar sequer um passo. Enquanto vou seguindo e sendo perfurado pelos espinhos, ela continua inerte se justificando e dizendo o porquê não sai do lugar. Simplesmente não age. Apenas fala que quer sair do lugar, percorrer o caminho espinhoso, mas não se mexe e encontra desculpas para que fique no mesmo lugar...

Não posso compactuar com isso. É uma luta desleal e que foge da simples distância que tanto nos separa, pois quem quer realmente faz acontecer, se arrisca, independente da situação. Até agora só eu me mexi. Inclusive no momento em que ela deveria assim ter feito.

De que adiantaria eu lhe dar a resposta que ela tanto queria saber sabendo que isso seria a forma mais fácil para ela lidar com as coisas? Sou errado por querer respondê-la pessoalmente? Ainda mais sabendo que ela apesar de deter o meu mais puro e verdadeiro sentimento, não está em uma posição de exigir de mim mais nada, pois tudo já fiz e nada ganhei em troca a não ser apenas palavras escritas por um teclado de computador. Algo absolutamente vago... Mesmo assim tentei por vezes ir ao seu encontro, mas sempre as desculpas e justificativas arrumavam jeitos de nos impedir. Parece que ela só quer o mais fácil para ela pois ainda se abriga em seus medos que a impede de seguir seu caminho. Talvez porque de fato eu não seja seu caminho e ela ainda não tenha percebido isso, ou talvez tenha, sei lá.

O que eu percebo é que na verdade pouco mudou e frustrei-me novamente. Contudo sempre tento tirar uma lição do meu lado otimista e enxergar o lado bom das coisas e, esse lado se resume simplesmente no fato de que meu sentimento apesar de se manter o mesmo, não merece mais sofrer... Não há reciprocidade e por isso, não posso mais seguir na estrada de espinhos para chegar sozinho ao caminho livre, pois quando lá chegar, posso ficar por muito tempo esperando alguém que pode não vir...

Não sou merecedor de alguém inerte que não é capaz de corresponder o que tanto diz nas palavras e que se perde em seus próprios argumentos. Não sou merecedor de medo, insegurança, comodismo e tantas promessas furadas. Não sou merecedor de algo morno. É tão difícil assim abrir o coraçã para alguém que realmente te ama? Não, não é... Não se pode gostar de alguém pela metade e vejo que isso é o que parte do coração dela. Somos diferentes e isso talvez seja o pilar do qual tentarei me agarrar para tentar de uma vez por todas deixar essa saudade, decepçao, frustração, solidão e tristeza de lado.

Não tenho mais o direito de derramar lágrimas por alguém que pouco faz para demonstrar de fato sua suposta intenção de tentar algo novo, mesmo sabendo de tudo que sou capaz de fazer para ganhar o seu amor e até onde posso chegar. Não dá mais. Não mereço isso e preciso da ajuda de Deus para me livrar de uma vez por todas dessas pontadas do coração que ainda doem muito. Não sei como e ainda não tenho meios para isso e, a menos que eu seja surpreendido por uma atitude partindo dela, não mais ficarei nesse poço de esperanças parado esperando algo que no fundo não tenho a certeza se virá. Prometo que essas lágrimas que enxugo da minha face enquanto redijo esse texto serão as últimas e que daqui para frente, só me deixarei ser surpreendido por ATITUDES. VEM PRA BAURU. Que assim seja, amém.

AUTOESTIMA


Seja presente ou ausente teu aperto de mão
Não importando se abre ou fecha a porta
Sigo adiante guiada pela intuição
Penso somente no que minha alma suporta

Hoje valorização é o nome da minha emoção
O resto deixo pra trás, o muito, pouco importa
Cuido com carinho de um maltratado coração
E evito veemente mais dor que só corta

Elevo em mim a lucidez do ato e da ação
Com toda a transparência que meu ser comporta
Agora sei que propicio o julgo, em errônea dedução

Mas ágil, a mente consciente, ao outrora reporta
Dizendo que o que mais vale é se amar com paixão
Se na troca o valor inexiste, a realidade, exorta

⁠ Se você perceber que está entrando em um buraco saia dele enquanto sua mão alcança a borda.

minha mãe
sorria
ao me oferece
um torrão de
açúcar
na
palma da mão.

avidamente,
eu aceitava.

abria
minha boca,
e delicadamente colocava um
(apenas um)
no centro
da minha língua,
& eu o
apertava.

sal.

isso é o que chamo de abuso:
saber que você vai
receber sal,
e ainda esperar receber açúcar
durante dezenove anos.

"Aqueles que abrem mão da liberdade por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança."