Manha

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O sono, pela manhã se encerra.
Os sonhos; despertam.

A cada manha que acordo e voce que eu tenho na minha mente 💙

manhã fria
na cumeeira do galpão
quatro sabiás

Madrugada de domingo... uma e meia da manhã. Meu corpo pede por uma noite bem dormida enquanto vomito estas linhas. Deito, o corpo adormeçe. Olhos fechados, imóvel. Mas o sono não vem. Não me reviro na cama, nem me movo, mal respiro... e o sono não vem. Sinto as palpebras pegajosas e asperas, e cambaleando venho até este canto para escrever estas palavras. É como se eu estivesse em um estação, esperando um trem ou algo assim. Fico alerta, ouvindo tudo... cada carro que passa, cada sirene, gargalhada, gota de chuva. Me levanto, ando pela casa, ligo a tv, assalto a geladeira, mas nada me traz o gasto da energia mental acumulada.

Quero acordar de manhã e poder ficar mais 5 minutos na cama, quero poder comer sobremesa antes da comida, quero poder sair a noite quando ninguém mais está na rua simplesmente para caminhar e sentir uma brisa leve em meu rosto, quero descer a rua de skate sem saber andar nele, quero poder cantar alto na rua nem me importar com as pessoas, quero pintar a cara e desfilar por ai como uma criança, quero jogar um prato no chão quando estiver com raiva, quero comprar duas caixinhas de bis e comer tudo sozinha na mesma hora, quero ir pra praia e fingir que me afogo só pra se preocuparem comigo, quero chorar em paz no meu quarto sem ninguém perguntar o porque daquilo, quero pular a janela e andar no telhado só por diversão, quero ficar acordada até amanhecer, quero pintar o cabelo de uma cor incomum. Quero esquecer tudo que me faz mal, tudo que me preocupa, quero apenas ser feliz.

O amor, dentro de nós, parece uma criança, às vezes tem manha, às vezes tem dengo.
Uma criança, que sabe chorar quando se sente triste, que sabe sorrir dependendo do momento.
O amor.
Ah, que lindo nome!
Uma palavra pequena, mas com um significado imenso.
Alguém aí sabe me dizer o que é amar?
Com certeza cada um vai ter uma história para contar.

O brilhar do orvalho pela manha faz-me lembrar de olhos teus, quão lindos são.

Andar com Deus segura na mão de DEus, pois o choro de uma noite se acaba de manhã, busca o amor, busca o perdão , busca poder e muita unção a vitória é garantida, Ele vai te abeçoar.

Perdido e desamparado eu estou sempre pela manhã.

Vitorioso eu estou todos os dias antes de dormir, me faço forte e corajoso para enfrentar o dia seguinte entre grandes batalhas na arena de minha mente.

Porque assim que amanhece derrotado eu estou, medroso, angustiado, aflito, derrotado.

No decorrer do dia grandes batalhas enfrento na mente no tempo em que estou acordado eu vivo lutando para ser um homem justo na hora em que fecho meus olhos para dormir.

Prefiro ser assim, não me sentindo melhor que ninguém.

Ser um homem enviado da paz e da igualdade, para poder receber o troféu da vitória todos os dias.

Pois se me sentir alguma coisa que não venha da misericordia eu posso estar feliz bebendo o sangue da injustiça pensado ser o sangue da justiça.

Muitas coisas pude aprender contigo, meu amigo. Aprendi que em cada manhã há um motivo para ter felicidade e esperança. Que podemos tudo recomeçar, construindo cada passo novo e de novo.
Aprendi que cada amigo carrega consigo uma missão: a de cultivar a amizade a todo instante, mesmo nos terrenos mais incertos. Estar sempre ao lado, mesmo que as circunstâncias digam não.
Aprendi a sonhar. Sonhar com o novo, com os sorrisos. Compreender a linguagem do olhar, e que em muitas vezes, a compreensão surge com o silêncio.
Aprendi que cada passo dado é um pedaço da vida que percorremos juntos. São passos que se eternizam e que servem de trilha para que tantos outros sigam este legado.
Aprendi que a amizade verdadeira é infinita. Nada é maior que sua intensidade.
Aprendi que cada queda é uma oportunidade de se levantar cada vez mais forte. Que a caminhada é longa, mas que juntos podemos ir mais longes.

Sonhei com um novo dia
Acreditei em uma nova manhã
Escolhi um novo caminho
A mim pertence um novo amanhã

Deixei as lágrimas para trás
O passado se foi com o por do sol
O que eu perdi agora tanto faz
O que tenho a ganhar é muito mais

Os meus medos desapareceram
As lágrimas já foram embora
É como acordar de um pesadelo
Posso até ver uma nova aurora

É dentro de nós que existe o amor
E em você encontro a minha paz
Eu digo adeus pra minha dor
O que passou agora tanto faz

Mais um novo caminho a trilhar
Apesar de tudo ainda podemos amar
Segure minha mão, vamos voar
Onde quiser, pra qualquer lugar!

O DIA DAS CRIANÇAS E O MARTIM PESCADOR



Naquela manhã de doze de outubro, André, um menino de apenas seis anos de idade acordara cedo na esperança de receber logo o presente do Dia das Crianças. Ao passar pela pequena varanda, observa no alpendre a gaiola dependurada com o pássaro Martim Pescador, cujo brilho colorido e esverdeado nas asas, suspendendo em todos instantes a fina película que revestem o globo ocular com a presença do guri ao seu lado.

Inerte, o pássaro apenas acompanha os olhares do pequeno, transmitindo a tristeza no canto das talas do engradado. Logo, inquieto e curioso indaga:

- Hei! Amiguinho. Por qual motivo você está triste? Eu ainda não ouvir você cantar. Sabe. Hoje é um dia especial, é o dia das Crianças.

O passarinho levemente e sem pressa, mergulhado na melancolia suspende a sua plumagem verde-azulada, responde:

-Vejas! Eu estou aprisionado neste cubículo. Não posso viver, não posso cantar, não posso voar e muito menos pescar no riacho.

As palavras ditas com comoção invadem a alma de André, residente na localidade ruralista do segundo Distrito da cidade de Caxias, Estado do Maranhão, denominada de Sambaída. Instantes em que fala com um tom abreviado e candente.

-Amiguinho! Não fique triste. Aqui é seu lar. Nada, nada mesmo há de faltar pra você. Agora, abras as suas asas bonitas e solte o belo canto.

O Martim Pescador desanimado exclama:

-Como eu posso voar! Eu não me adaptei olhando o vazio nestas grades. Não enxergas que estou preso, e sem a minha liberdade? Eu nasci pra voar entre os vales dos rios e riachos.

Ininterrupto, o menino afirma tentando aviventar o passarinho.

-Mas o meu pai lhe trata muito bem. Aqui não falta nada pra você, além de está protegido dos predadores.

Com razão, o Martim Pescador induz com interrogação:

-Amiguinho! Você gostaria de ficar num cárcere, e depois, ficar olhando todos os dias o reflexo do sol pelas fendas de uma grade? Inclusive, sem poder passear pelos parques, bosques, ruas e não desfrutar das brincadeiras com os amigos? Vejas como eu me encontro tão isolado do meu mundo.

O garotinho ficou calado. E, várias gotículas escorregaram das pupilas castanhas na face, neutralizando a alma inocente do miúdo que não se conteve. A expressão caótica fizera a pequena criança compreender a razão e a luz enviada pelo pássaro no sentido da melancolia atravessada entre as talas da gaiola.

Momentos, André pressente a chegada do pai, surpreendendo com uma enorme caixa envolvida com papel de presente, perguntando:

-Pai! É o meu presente?

-Sim. Aqui está o seu presente pelo Dia das Crianças. É o presente que você sonhou. Qual é a razão de você está deprimido? O que aconteceu? Fale. Você não gostou do presente?

-Gostei pai. Só que eu quero fazer uma troca. O senhor aceita a minha proposta?

- Que proposta meu filho! O que você quer realmente trocar? Que troca é essa? Na verdade, eu não estou lhe entendendo, comprei o que você mais queria ganhar no dia de hoje.

-Pai. Dê esse presente para o Zezinho da tia Mundica. Ele não tem pai e nem mãe, e o dinheiro do coco da tia não dá pra compra um presente.

Insatisfeito com a indicação ofertada, o pai reclama.

-Isso não dá pra fazer. É um presente caro e me custou mais de seis diárias de serviço aos olhos do sol.

-Eu sei que custou caro. Mais o senhor pode fazer e cumprir o meu pedido. Trocando o presente pela liberdade do Martim Pescador. Tenho certeza que não vai custar nada abrir a gaiola. Retrucou o apucado guri tentando esclarecer.

Indignado ao ouvir a proposta, afirma:

-Isso eu não posso fazer. Você pede pra dá o presente pro Zezinho, e depois me pede pra soltar o Martin Pescador. Impossível.

-Solte papai! Solte o Martim Pescador! Ele é tão jovem pra ficar preso nesta gaiola. Que malfazejo ele fez pra não ter a sua liberdade. Solte! Insiste o menino.

-Ah filho! Depois resolveremos esse problema. Hoje é o seu dia e vamos deixar isso de lado. Passarinho é passarinho, aí fora já tem demais, e não fará falta um na gaiola.

O meninote ainda persiste, suplicando:

-Solte papai! Por favor! Pelo menos me faça hoje feliz já que é o meu dia. Deixe ele voar pelos céus e banhar no Riacho dos Cocos. É lá que ele mora.

-Não filho. Se eu soltar nunca mais eu vou ter um Martim Pescador. Eu adoro esse pássaro.

As lágrimas pela segunda vez se arrastam naquele semblante envolvido pela soltura do pássaro. E André esfrega os olhos com a mão direita lastimando.

-Pai! Veja como ele está triste. Não canta e não se alimenta. Olha! Eu prefiro vê a sua liberdade do que assistir todos os dias da minha vida a sua tristeza na gaiola. Solte! Ele vai viver mais feliz na natureza. Eu sei que outros presentes eu posso ganhar. Mas por favor, me dê este presente pelo o dia das Crianças.

Retraído, o pai do menino se afasta e vai ao encontro do Martim Pescador, abrindo a porta da gaiola. Momento, em que o passarinho voa pela casa, abrindo o seu belo canto e agradecendo o gesto humilde do pequeno amado.

Naquele mesmo dia, à tarde com o sol brilhante e o céu todo azulado. André se dirige ao Riacho dos Cocos. Em pé, observa a descida da correnteza quando surge o Martim Pescador fazendo lindas acrobacias no ar. Com a beleza das plumas esverdeadas, desce velozmente na direção do riacho na posição em que dorme o sol até desaparecer dos olhos do guri.

Inesperadamente, aponta o pássaro percorrendo o contorno do riacho com o mágico bico, e num único vôo rasante, mergulha e sobe com maestria carregando uma enorme traíra. Cujo feito, rebate e atordoa o peixe nas galhas secas tentando acalmar, e traçando com elogio, arremessa aos pés do garotinho. E diz:

-Boa tarde meu André! Eis o seu presente pela passagem do Dia das Crianças. É uma grande traíra. Pois, é tudo o que posso ofertar como um presente pelo bom menino que você é.

André ficou deslumbrado com tamanha gratidão do pássaro realizando transposições e sobrevoando com magníficas acrobacias. Em seguida, voou e pousou num galho de árvore seco ao lado do barranco do riacho e cantou.

Sorrindo, André acenou com a mão direita enquanto o Martim Pescador, o guardião do Riacho dos Cocos afirmava com felicidade o seguinte:

-Que a liberdade do pássaro é voar e a do homem é manter a boa relação e o equilíbrio com tudo o que há natureza.
fim
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" Toda manhã quando o sol nasce o leão sabe que deve correr mais que a zebra, toda manhão quando o sol nasce a zebra sabe que deve correr mais que o leão, porém toda manhã quando o sol nasce, leão ou zebra sabe que deve correr.

A cada manhã nasce uma flor, a cada manhã nasce uma esperança, a cada 3 segundos morre uma pessoa.

Quero brotar na espiga da conciência do homem novo que luta por sua manhã, e proclamar seu tempo azul... Graças á vida que me deu tanto...Me deu a marcha de meus pés cansados, praias e direitos montanhas e planícies. E a casa sua, sua rua e seu pátio.

A descoberta do céu.

Hoje pela manha fui surpreendido por um senhor que estava sentado a meu lado no ponto.
Este senhor aparentava ter uns 40 anos, roupas elegantes e uma bíblia na mão.
Um olhar sério e percebia-se que alguma coisa o incomodava.
Subitamente ele me diz:
- Meu jovem vc acha que existe o céu ?
Sim, respondi ao homem
- E vc sabe onde é ?
Sim, respondi ao homem
- Então me diga como faço para ver ou descobrir o céu.
É fácil, procure por alguns amigos meus.
Eles se encontram em roupoas humildes e são facilmente ignorados por muitos, os encontre.
E de um abraço bem apertado neles assim verás um pedaço do céu.Se queres descobrir o céu torne-se amigo deles.

NADA COMO UM NOVO AMOR....

Nada como um novo amor,
Para colorir a sua manhã,
Para aquecer o seu dia,
Para dar brilho à suas noites...

Nada como um novo amor,
Que te faça voltar a sorrir,
Que te faça brincar como criança,
Que te trate como alguém especial...

Nada como um novo amor,
Que brinde com você as suas conquistas,
Que caminhe com você a cada dia,
Que te segure na hora em que pense cair...

Nada como um novo amor,
Que te pegue com carinho,
Que te toque com jeitinho,
Que ao final do dia te ponha pra dormir ....

Hoje o dia vai ser só de nós dois
Desde manhã até quando quiser
Que ele dure.
E vai ser o dia mais bonito
Mais belo dia que nasceu
E quando o sol tocar nosso corpo
Vai abençoar esse amor que é só meu e teu

Vida curta e vã
Beleza e Alteza
Numa breve manhã

Galho selvagem
Estupendo rebento
Em espinhos tantos

Pétalas são alvas
Deslizando sob mãos
Sem tocar nos espinhos

Assim é a vida
Doçura e fel
Ventura e Desilusão

Rosa aventureira
Deste meu coração
Atravessa a vida

Ferindo o cultivo
Floresce tão amada
Fenece tão pisoteada...


Luiza De Marillac Bessa Luna Michel

Hoje eu quero te ver sorrir
Como quem
Quem descobre, enfim, a alegria
Olha o sol trazendo a manhã
Luz e cor
Pois é pra você que nasce o dia
Todo amor é urgência e esperança
E suspeita sempre da razão
Desejar o sim ou mesmo ser o não
Toma a minha mão
Levanta o rosto e assim
Eu sei, você vai ter
Um sorriso pra mim
Quando essa canção
Chegar ao fim