Mamãe e Papai Te Amo

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A Dor da Ausência e o Silêncio de Deus
Dia das Mães


Dia das Mães deveria existir todos os dias, porque mãe não é apenas quem gera uma vida, mas quem dedica a própria vida ao cuidado, à proteção e ao amor pelos filhos.
Uma mãe suporta dores silenciosas, enfrenta batalhas invisíveis e, mesmo cansada, continua tentando oferecer o melhor de si.


Reflexão Humana


E talvez seja justamente aí que nasce uma das maiores reflexões humanas.
Desde pequenos aprendemos que existe um Criador, o Pai da humanidade, aquele que deu origem ao universo e à vida. Mas quando uma mãe parte, deixando filhos para trás chorando sua ausência, inevitavelmente surge a pergunta que ecoa no íntimo de muitos corações: por quê?


Porque uma mãe humana, limitada, imperfeita e cheia de falhas, ainda assim luta até o fim pelos seus filhos.
Ela não deseja abandoná-los. Ela quer protegê-los, vê-los crescer, acompanhá-los pela vida.
Então por que o Pai todo-poderoso permitiria essa separação?


O Valor do Amor
Talvez ninguém tenha respostas completas para dores tão profundas.
Mas a ausência de uma mãe ensina algo que palavras não conseguem explicar: o valor imenso do amor que ela representava enquanto estava presente.


Para os Filhos


Essa reflexão é para todos os filhos que já sentiram o vazio deixado pela partida de sua mãe.
Porque certas saudades não passam — apenas aprendemos a carregá-las.
E é inevitável o grito silencioso de um filho ou de uma filha:


“Oh mãe… que falta você faz.” 🥹


Chico Uchoa

Feliz Dia das Mães
—
Já dizia o poeta:
“Mãe é um ser infinito”.
Neste dia tão bonito,
queremos homenagear todas as mães,
as quais são um exemplo de amor, generosidade e coragem.


Mãeé ser incondicional;
perto ou longe, é fora do tempo.
Mãe é puro sentimento, é amorem vida.
—
Nosso coração transborda de gratidão e dizemos: Feliz Dia das Mães.

Na maioria das mães, força e fraqueza não são coisas distintas. É a cara e a coroa de uma mesma moeda. Se por um lado o filho é seu ponto fraco, por outro é dele que vem toda a sua força, mesmo quando ela acha que já perdeu toda a que tinha.

✍🏻"Dia das mães" é o dia que a mãe precisa e é acolhida, o resto é teatro.
😆🧩🧩🔡♾️🙊👀🫦👅

Nós, mães atípicas, nos unimos e, mesmo sem nos conhecermos, nossos corações se unificam e batem num só compasso e muitas vezes acelerado. E captamos naquele olhar parado de nosso filho autista a complexidade de um mundo tão distante, mas ao mesmo tempo tão perto, onde outros veem apenas o “nada”. Transformando a nossa jornada em algo especial e profundo, que não conseguimos explicar, apenas sentimos… E seguimos de mãos dadas em silêncio a nossa caminhada.

"Feliz Dia das Mães, pelos nossos filhos que a gente não teve, mas que, de alguma forma, já nos ensinaram o que é cuidar.


Pelas noites em que imaginamos seus nomes, pelos sonhos que construímos sem saber se viriam, e por todo o amor que ficou guardado — esse amor inteiro que não tinha outro destino senão ser seu.


Você é mãe também. Pela sua capacidade de gerar afeto, cuidado e acolhimento. E eu te amo mais ainda por ver como esse amor não vivido nos fez mais gentis, mais próximos, mais nossos.


Te amo. E hoje, celebro você — mulher, parceira, e dona de um coração que já amou até o que não pôde ter."

Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam.


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.{b}Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam{/b}


Existem abandonos que fazem barulho.


E existem aqueles que acontecem em silêncio.


Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.


“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.


Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.


É um retrato humano da permanência.


Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.


Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.


Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.


No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.


Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.


As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.


Então sobra ela.


A mãe.


Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.


E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.


“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.


Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.


Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.


Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.


Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.


Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.


Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.


Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.


Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.


Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.


E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.


“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.


Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.


Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.


Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.


E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.


Mas este livro não termina na dor.


Ele termina na reconstrução possível.


Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.


Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.


Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.


Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.


O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.


E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.


A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.

Que hoje não apenas seja um costumeiro Dia das Mães, que hoje para cada uma de vocês, mães, seja como um vibrar das melhores sensações dos melhores momentos vividos que se reúne e se faz presente sempre. Se embalem em porto seguro de quem se é, que exale aromas sutis e adocicados como a primeira briza fresca das manhãs, cada uma possui sua particularidade apreciativa, que a tranquilidade e a firmeza jamais vá embora ❤️🫰Feliz Dia das Mães, mamães! Cada uma é única e especial do jeitinho que é, Deus as cuide sempre!

“Dizer que Deus escolheu mães especiais pode ferir quando essa frase transforma sobrecarga em destino e abandono em missão.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé verdadeira acolhe a mãe cansada; não exige que ela seja inquebrável.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A pergunta ‘o que será do meu filho quando eu morrer?’ envelhece junto com muitas mães atípicas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

Mãe! Três letras simples, mas de um valor incalculável.
Feliz Dia das Mães!

Acalento


Cazuza dizia
Que só as mães são felizes
Eu discordo
Os filhos também são


Eu sempre a olho
Com olhar de gratidão
Pois ela sempre me estendeu a mão


Não me desamparou
Desde o primeiro dia me amou
Sua vida dedicou
Seus filhos jamais deixou


Por isso esses versos
A ela eu declamo
E com todo amor
Eu a amo

Daqueles que partiram,
especialmente mães e pais…

Saudades que sentimos de forma mais intensa a medida que amadurecemos.
O tempo fortalece as lembranças porque entendemos as circunstâncias vividas.
#bysissym

⁠Parabéns para mães, que fazem o papel de pai.
Que não mede esforços para criar seus filhos.
Uma hora ou outra, Deus te recompensa,
Pois Deus tudo sabe, tudo ouve, tudo vê.
E com certeza Ele está olhando por você!
Que se desdobra por amor
nesse mundo desafiador.

Pais, mães, tutores, avós, tios e todos que cuidam e ensinam crianças....

Vocês nunca saberão o que é sofrer falta de amor e compreensão, a menos que já tenham vivenciado isso em suas vidas.

Então, deixem de lado o ego, preconceito, discriminação, racismo....

Coloque o amor acima de tudo e de todos para poder dar um bom exemplo e transformar nossas crianças em seres humanos amáveis.

Para isso acontecer, basta vocês seguirem algumas etapas simples, lembrando que para ter um bom resultado, você também deverá se transformar em uma pessoa amável, livre de conceitos pré estabelecidos.

Não crie suas crianças para serem exemplos estereotipados, sexistas, nem tampouco hipócritas.

Os crie para serem educados, respeitar quem os respeita, entender que há diferenças entre todos, terem liberdade de escolha, ter senso crítico, analítico e bom senso também.

Não caberá a mim e à ninguém escolher qual sexualidade meus filhos se identificarão. Cabe à nós instruí-los a melhor escola, a melhor faculdade ou profissão, mostrar à eles que existem pessoas boas e más e como identificar e se proteger delas, explicar que existem drogas, armas e ações que podem trazer más consequências como vícios, auto destruição, presídios e morte.

Eliminem quaisquer palavras de raiva, ódio, ameaças e agressões, substitua com diálogo e bons exemplos.

Sejam amigos das suas crianças, pois é um amigo que eles procurarão nos momentos de angústia, medo e dúvidas.

Tenham um diálogo saudável e sincero com eles e nunca usem contra eles o que eles confiaram à você, para não quebrar o elo entre vocês.

Os respeitem como desejam que te respeite, como ser humano, como pessoa de sentimentos.

Vocês deverão ser a luz na escuridão do saber.

O que desejo é que sejam felizes, independente de gênero.

Ame seus filhos, netos, sobrinhos, entiados, alunos!

Jane Fernanda N

Em uma guerra, não se tem vencedor, apenas destruição. Pais, filhos, mães, esposas, maridos, namorados e colegas morrem, todos morrem e isso não é indicativo de vitória.

Dia das Mães chegou👑.
Eu quero aproveitar a vocês aí!
2004,Ltda.

Feliz dia dos pais, MÃE!


Mães, que assim, como você, que tiveram que assumir, um papel a que não foram naturalmente chamadas, mas que Deus as chamou para algo maior. Que tiveram que abrir mão de tanta coisa, para que não faltasse nada a seus filhos, mereciam um dia só delas. Um dia reservado! Porque além de se cobrar para que essa presença paterna não falte, ainda não tem com quem dividir. Deve ser solitário!


Mas, esse talvez seja o plano mais bonito de Deus pra você. Porque Ele pede coisas grandes de almas grandes. E a resposta disso tudo está dentro da sua casa.