Mal
"Sempre que você falar mal de mim,
por favor reze por mim também.
Pois, eu quero ser perfeita que nem você!"
Haredita Angel
07.01.23
Ninguém vai acreditar, mas eu vou dizer;
espero que não me levem a mal.
Mas, ao analisar certas coisas e bloqueios naturais de forma adulta e civilizada, e tomando por base os meus conhecimentos, estudos e pesquisas realizados via Google, Yahoo, e recomendações da NASA...
Cheguei a seguinte conclusão:
- NADA PARA NADA É NADA!
Agradeço a todos os amigos que leram essa minha bestagem até o fim....😄
Haredita Angel
09.07.23
Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.
Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.
No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.
Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.
Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…
Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.
Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.
É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…
Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…
Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.
E, depois disso, não há retorno.
Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.
Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.
“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.
Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.
Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.
Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…
Não é humilhação, é linguagem.
Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.
Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.
E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.
O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.
Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.
Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…
Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.
Porque o não, quando respeitado, educa.
Quando ouvido, humaniza.
E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.
Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.
E a reflexão, uma necessidade inadiável.
Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.
Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.
Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.
Mas a dor da alma… essa só sussurra.
E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.
Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.
Não por descuido, mas por desconhecimento.
Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.
Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.
Almas carentes não são fracas — são famintas.
E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.
O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.
Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.
Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.
Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.
Curar o corpo é necessário.
Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.
Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.
Não há uma frase bem ou mal formulada o bastante para definir uma pessoa, mas alguns comentários só denunciam as cabeças alugadas.
Vivemos tempos tão sombrios em que muitas palavras deixaram de ser pontes e passaram a ser muros.
Uma frase solta, arrancada do contexto, ganha mais peso do que uma trajetória inteira.
E, curiosamente, não é a frase em si que revela quem a disse — mas a forma como ela é recebida, distorcida e devolvida ao mundo.
Há quem já não escute para compreender, mas apenas para reagir.
Não se trata mais de diálogo, e sim de disputa.
Nesse cenário medonho, muitos pensamentos não são próprios: são ecos.
Ideias prontas, repetidas com convicção, mas sem a mínima reflexão.
Como móveis em uma casa alugada, ocupam espaço, mas não pertencem a quem ali está.
As “cabeças alugadas” não são necessariamente menos inteligentes — são apenas menos livres.
Alugam certezas porque duvidar dá muito trabalho.
Assinam contratos invisíveis com narrativas prontas porque pensar exige tempo, coragem e, muitas vezes, até solidão.
E, em um mundo muito barulhento, o silêncio do pensamento próprio pode ser desconfortável demais.
O problema não é discordar — isso é saudável, necessário e humano.
O problema é quando a discordância vem desacompanhada de escuta, quando o outro deixa de ser alguém e passa a ser apenas um rótulo conveniente.
Nesse ponto, qualquer frase vira prova, qualquer palavra vira sentença.
Talvez o verdadeiro desafio não seja falar melhor, mas ouvir melhor.
Não seja formular frases perfeitas, mas cultivar mentes inquietas o suficiente para não se contentarem com respostas prontas.
Porque, no fim, não são as palavras que nos aprisionam — é a falta de autoria sobre aquilo que verbalizamos.
E liberdade, ao contrário do que muitos acreditam, começa dentro de nós.
"Atira fora o mal
e recolhe o bem
partilhando teu amor
com o próximo e lucrarás
a real felicidade
que não se compra."
Sinal da Cruz
Senhor, abençoe minha mente
Que eu tenha bons pensamentos e liberte-me do mal.
Senhor, abençoe minha boca
Que dela saiam palavras que sejam
De agradecimentos e propagação dos seus ensinamentos.
Senhor, abençoe meu coração e, assim serão retiradas todas as tristezas, raivas e falta de amor.
Preencha todo o meu ser com seu amor.
Meu Senhor e meu Deus, obrigada
Amém!
– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.
Quando a gente aprende a tocar a própria alma, o mundo para de correr: o mal cansa, fica a paz🩵
#desacelera #reflexao #pazinterior
