Mal
Quem pratica o mal se torna servo do inimigo, e servo do inimigo é escravo de quem deseja a sua morte.
Enquanto essa multidão de mentes tacanhas gasta cada segundo do dia julgando e falando mal de quem tem ideias mirabolantes, eu prefiro mil vezes errar tentando construir o impossível do que me corromper com a maldade e a falta de alma de quem não faz nada.
Se ter ideias mirabolantes faz com que pessoas falsas e sem coração se afastem e falem mal de mim, então eu considero isso o maior atestado de sucesso e autenticidade que eu poderia receber.
Praticar o mal afasta o ser humano do propósito divino, enquanto a obediência conduz à paz de espírito.
Viver segundo Cristo é escolher deliberadamente o caminho da obediência, rejeitando o erro e a maldade.
Quem faz o mal com plena consciência e depois tenta disfarçar com desculpas vazias só demonstra falta de caráter e de hombridade.
Quem faz o mal sabendo o que faz e depois quer bancar o inocente só prova que não tem coragem para arcar com as próprias ações.
Quem gasta tempo desejando o mal e palpitando na vida dos outros esquece de cuidar do próprio caminho e da própria evolução.
Enquanto a humanidade continuar aplaudindo a dor alheia e escolhendo o mal como estilo de vida, estaremos apenas construindo a nossa própria cova a céu aberto.
O mal deixou de ser exceção e virou regra; a humanidade apodreceu por dentro, mostrando que o fim de tudo o que é bom já foi decretado pela nossa própria crueldade.
Pisar em cima da dor dos outros para ostentar luxo mostra como o coração de quem busca o mal se tornou frio e vazio.
O mal que desejamos ou dizemos aos outros retorna para nós, enquanto a bondade que praticamos floresce e enche a alma de paz.
Enquanto certas posturas atraem o assédio de homens mal-intencionados, elas também fazem com que homens que buscam um relacionamento sério decidam não investir na relação.
Prefere o fracasso acompanhado de soberba a uma vitória construída com humanidade, confundindo maldade com inteligência.
Afasta a lealdade com patadas e soberba, trai quem nunca faria mal a uma mosca, e depois se corrói de raiva ao ver que a vida cobra caro de quem prefere a maldade à dignidade.
Cresça sem perder a essência: a sua gratidão pelas pequenas coisas é a maior resposta para a maldade dos outros.
Há quem pratique o mal acreditando estar no caminho certo, mas a vida se encarrega de mostrar que o sofrimento imposto aos inocentes é, no fundo, a sentença da própria destruição.
Quem hoje é injustiçado e sofre por causa da maldade alheia carrega um valor que os cegos pela maldade não conseguem ver, mas que o tempo e a justiça da vida acabam revelando.
Quem escolhe praticar o mal contra quem só ofereceu o bem desconhece o peso da amargura que mais tarde vai colher na própria pele.
