Mais um dia
Bom dia, hoje é segunda-feira, é mais um dia de luta e de agradecimento a Deus, por mais um dia de vida. Que tenhamos um dia abençoado pela graça de Deus. Amém.
+1 Dia 🩵🦋
Mais um dia de céu azul para ser livre
Há dias em que o mundo pesa…
em que os pensamentos parecem mais altos do que a própria voz,
e o silêncio diz mais do que mil palavras.
Mas cada amanhecer traz uma oportunidade invisível:
mais um dia para recomeçar.
Mais um dia para corrigir o que ontem não foi perfeito,
mais um dia para aprender com as quedas,
mais um dia para ser luz num mundo que muitas vezes prefere a escuridão.
Quem olha para cima não é porque fugiu da realidade,
é porque decidiu não ficar preso ao chão das limitações.
Às vezes tudo o que precisamos
não é de uma vida nova…
mas apenas de mais um dia para sermos quem realmente somos.
Porque quando o coração escolhe continuar,
até uma simples borboleta lembra-nos
que a transformação é possível.
Aqui estou mais um dia, só talvez dois, mas já faz mais de uma geração contando que nem mais estou...
Obrigada meu Deus, por mais um dia,
e por sua luz em meu caminho;
Peço vossa bênção e perdão aos meus pecados;
Conduza-me sempre no caminho do bem;
Conceda-me humildade, tranquilidade, sabedoria e discernimento;
E que eu consiga estender a mão a quem necessita.
Amém.
Nara Nubia Alencar Queiroz
Obrigada meu Deus, por mais um dia,
e por sua luz em meu caminho;
Peço vossa bênção e perdão aos meus pecados, e que eu compreenda que erros e acertos são para o meu melhor crescimento.
Conduza-me sempre no caminho do bem;
Conceda-me humildade, paz, amor, tranquilidade, sabedoria e discernimento;
E que eu consiga estender a mão a quem necessita, mesmo sem reconhecimento e gratidão.
Que minha fé em ti seja incessante, e nunca eu desista de acreditar em mim.
Amém.
Nara Nubia Alencar Queiroz
Fim de mais um dia...
Que a Paz chegue de mansinho
aquecendo nossos corações e
nos dando tranquilidade.
Para que possamos descansar,
para acolher com equilíbrio o novo dia que virá.
Que DEUS zele por nós!
Boa noite!
Liddy Viana✍
Bom dia! Vamos que que vamos, pra mais um dia cheio da graça de Deus. Só em acordar é uma dádiva que o Senhor nos permite e devemos agradecer sempre. Que seu dia seja muito abençoado. Fica na paz de Jesus Cristo.
Hoje é mais um dia para ser feliz, recomeçar e perdoar. Deixe para trás o peso do que já passou e abra o coração para as novas possibilidades. Cada amanhecer é um convite da vida para escrever uma nova história, com mais leveza, coragem, amor e esperança. Que o seu sorriso seja maior que os desafios e que a paz encontre morada no seu coração. Faça deste dia um belo recomeço.
Mais um dia sem a pessoa
que faz meu coração disparar,
meu mundo parar
e a tristeza apagar.
Mais um dia em que me afundo
na solidão e na desilusão
de viver o maior sonho
do meu coração.
Sem perceber, eu perdi você.
Não consigo aceitar
e nem compreender.
Como deixar de querer viver com você?
Como esquecer,
sobreviver com essa sensação
de que vou morrer?
Meu amor, só você
tirava minha angústia do peito,
colocava toda minha vida no eixo
e dava para meu futuro um desfecho.
Como viver sem você?
Como me sentir em paz com a ideia
de que não vou te ver no amanhecer
e não te contar sobre meu dia ao entardecer?
Como aceitar e entender
que meus filhos não vão te conhecer?
Que nossos sonhos juntos
não vamos viver...
Descobri agora
que gosto de escrever
lindos textos sobre você,
mas minha dor
é que você
nunca vai poder ler.
Autora Gabrielle Alexia
O Uber, o Azulejista e o Perigo de Esquecer o Despertador
Era mais um dia normal de trabalho para o motorista peregrino. Pelo menos era o que ele imaginava quando, por volta das seis e vinte da manhã, recebeu um chamado da senhora Luana para levá-la até uma marmoraria localizada na Vila Brasília, na zona norte de São Carlos, próxima à Rodovia Washington Luís e ao campus da UFSCar. Para o motorista, uma corrida com mais de oito quilômetros naquele horário, antes das sete da manhã, normalmente significava que alguma coisa havia acontecido. Afinal, passageiro que precisa percorrer uma distância dessas logo cedo geralmente não está simplesmente passeando. Ou perdeu o ônibus, ou perdeu a hora, ou perdeu a paciência. Às vezes, perde os três de uma só vez.
Dito e feito! Ao chegar ao ponto de partida e confirmar o nome da passageira, o motorista desejou-lhe um ótimo dia e, logo em seguida, perguntou: “A senhora está atrasada para o trabalho? O ônibus não passou? Ou será que o relógio não despertou?”. Luana, uma mulher de estatura acima da média, olhou para o motorista e respondeu, com a maior tranquilidade: “E se eu lhe disser que aconteceram as três coisas que o senhor falou e ainda mais duas?”. Naquele momento, o motorista peregrino percebeu que aquela não seria uma corrida como as outras. O problema agora era descobrir quais seriam as duas coisas que faltavam naquela história.
O motorista ficou todo embananado, tentando imaginar o que poderia ter acontecido com Luana. Por alguns segundos, pensou que talvez fosse melhor não perguntar. Afinal, existem passageiros que entram no carro querendo apenas chegar ao destino, e existem aqueles que parecem carregar uma novela inteira dentro da mochila. Como o peregrino adora conversar com os passageiros e, principalmente, colher histórias para o seu próximo livro, resolveu arriscar: “Então me conte o que mais aconteceu. Quem sabe isso não vira uma história engraçada para o meu livro?”. Luana imediatamente perguntou: “O senhor escreve?”. O motorista respondeu que sim. Ela então completou: “Bem que eu imaginei. Pela sua aparência, o senhor deve fazer coisas muito interessantes”. O motorista sorriu e respondeu: “Olhe, senhora, eu faço tantas coisas que, às vezes, até eu mesmo ponho em dúvida a minha sanidade mental”.
Luana caiu na risada e quis saber: “Mas que coisas o senhor faz para se achar um homem assim?”. O motorista, percebendo que a conversa estava ficando cada vez melhor, respondeu: “Primeiro a senhora me conta quais foram essas duas coisas que aconteceram e que a obrigaram a pegar um Uber. Depois eu conto as minhas”. Luana respirou fundo e começou: “Então está bem. O meu marido, na noite anterior, bateu o carro porque tinha bebido um pouco a mais. Ainda bem que foi bem perto da nossa casa. Aliás, ele chegou a tentar entrar na casa do vizinho. Imagine o estado do meu marido!”. O motorista ficou surpreso e perguntou: “Sim, mas, se isso aconteceu na noite anterior, por que a senhora perdeu o horário do trabalho hoje?”.
“Quer saber mesmo?”, perguntou Luana, já segurando o riso. “O meu marido é azulejista. Ele é um ótimo profissional, mas é muito chato quando não bebe. Eu até deixei de trabalhar com ele por causa das chatices. Quando está sóbrio, parece que o mundo inteiro está assentando azulejo errado.” O motorista começou a rir, mas lembrou que ainda faltava uma parte importante da história: “Sim, mas não me enrole, porque já estamos quase chegando ao destino da corrida”. Luana continuou: “O meu marido, quando bebe, é uma pessoa maravilhosa, muito carinhoso. Então, naquela noite, como eu estava a fim de receber uns carinhos, convidei-o para tomar umas cervejas comigo”.
A história estava começando a fazer sentido. Luana prosseguiu: “Lá pelas tantas da noite, eu o peguei pelo braço e o levei para o quarto. Quando chegamos lá, falei para ele: ‘Sobe aí na cama, agora! Se você dormir, eu te taco no chão!’”. O motorista peregrino já não sabia se deveria rir, fazer outra pergunta ou simplesmente continuar dirigindo e agradecer por ter escolhido aquela profissão. Luana, então, encerrou a explicação: “Para resumir, tivemos uma noite maravilhosa. Eu sequer me lembrei de colocar o relógio para despertar”.
Faltava pouco menos de um quilômetro para chegarem ao destino quando Luana, como quem havia acabado de descobrir a moral da própria história, disse ao motorista: “O meu destino é casar-me com gente que gosta de um mé, de cachaça, de cerveja... Sei lá, de tudo o que tem álcool. O meu primeiro marido bebia bastante, mas era violento. Agora este bebe, mas é carinhoso. Então eu estou num dilema: se ele não bebe, ele nem se lembra que eu existo; agora, se ele bebe, sou eu que não me lembro do trabalho”.
Os dois caíram na gargalhada, enquanto o motorista pensava que, definitivamente, aquela não tinha sido apenas mais uma corrida. Tinha sido uma daquelas histórias que aparecem de repente, entram no carro sem avisar e, quando chegam ao destino, deixam uma lembrança que vale mais do que o próprio valor da corrida.
E talvez seja justamente isso que o peregrino aprendeu nas estradas e também atrás do volante: **há pessoas que entram em nossa vida por alguns minutos e acabam deixando histórias que permanecem por muitos anos**. Algumas nos ensinam, outras nos emocionam, algumas nos fazem pensar e outras simplesmente nos fazem rir. E, para quem gosta de caminhar pela vida com os olhos e os ouvidos abertos, até uma corrida de Uber pode se transformar em uma página de livro.
Peregrino Nino Carneiro
Paizinho....
Pai, mais um dia acordamos graças a sua misericórdia, mais uma semana que se inicia.
Em nosso relógio, hoje é mais uma segunda-feira, mais uma semana.
Pai, paizinho olha para nós, cubra-nos com seu manto refrescante e salutar da glória divina.
Paizinho ouça-nos...
Socorre-nos nos momentos de aflição, daí nos as condições necessárias para realizarmos os teus planos, daí nos entendimentos para sabermos que o teu tempo não corre em nosso relógio, não cabe em nosso calendário.
Pai abençoa os homens de Bom coração, fortifica os Para suas batalhas, socorre os nas aflições e nas duvidas.
Planta pai em nosso coração a semente da fé, semeia pai nosso coração, ara o terreno de nosso espírito, fortaleça-nos...
Pai tu conheces o íntimo de cada filho teu, sabe das necessidades individuais materiais e espirituais de cada um de nós.
Pai alimenta-nos com a tua palavra, daí nos entendimentos e sabedoria para compreendermos a tua vontade O teu trabalhar.
Pai perdoa as nossa falhas e ajudas a não mais errar, pai imploro que restabeleça tudo o que foi perdido, quebrado, destruído pelos nossos inimigos.
Pai glorificado sejas tu, aqui e em todo lugar, para que onde tu estejas, assim estejamos nós.
Pai daí o sustento a nossas famílias, a saúde ao enfermo.
Paizinho esperamos em ti...
Ei nos aqui.....
Pai lhe agradeço de todo coração, por tudo que tens feito por nós, ainda que não seja a nossa vontade, que a tua sempre prevaleça, hoje, amanhã e para todo sempre.
Paizinho, vou indo, preciso ir, espero que me faças companhia neste dia.
Já que estaremos juntos que o senhor vá na frente me guiando segundo a sua vontade.
Te amo paizinho.
IPE AMARELO
Na calçada, manhã fresca.
O sol manhoso espreitava mais um dia de trabalho na prefeitura.
E os ipês amarelos, frondosos,
faziam fila na calçada, como quem aplaude a vida.
Então veio um "bom dia, moço!"
Pequeno, suave, sonoro, inteiro.
Da boca de uma menininha
que caminhava com a mãe na calçada.
E aquele bom dia
foi nota de canção em meus ouvidos.
Acorde que me encontrou,
afinou o peito e tocou minha alma.
Disse ao amigo do lado, Ivan:
"Ganhei não só o dia, amigo.
Acho que ganhei o ano todo."
Porque tem gentileza
que dura 365 dias.
Estamos On-line?
Mais um dia no escritório. A mesma mesa engolida por papéis amarelados. Um computador que parece saber mais sobre mim do que qualquer confissão que eu já fiz em voz alta. Um telefone que grita quando o mundo não deveria ter voz. E uma fila de gente com o olhar gasto, esperando.
Esperando uma solução.
É quase cruel como ainda chamamos isso de solução. Quase sempre é só mais um protocolo frio, mais um formulário que não sangra, mais uma senha esquecida, mais um número que ninguém sabe decifrar. Um labirinto de papel e código onde a dor entra viva e sai desidratada.
As pessoas chegam com problemas mais viscerais, reais até o osso, e recebem respostas virtuais, sem carne, sem cheiro, sem peso. Querem resolver a vida pela tela como quem tenta estancar uma hemorragia com papel. O mundo aprendeu a transformar qualquer desgraça em número de protocolo — e isso, de algum jeito, nos parece normal.
Eu observo.
Estamos todos on-line.
Pelo menos é o que dizem.
Há gente conectada ao banco, ao trabalho, ao aplicativo, ao governo, ao médico, ao amante, ao ex-amante, ao desconhecido que nunca viu seu rosto e ainda assim opina sobre sua vida. Sabemos quem comeu o quê, quem viajou para onde, quem morreu sozinho, quem traiu sem piscar, quem enriqueceu e quem perdeu a própria dignidade no processo.
Sabemos de tudo.
Menos de nós.
O computador continua aceso.
Uma luz pálida, quase doente, tremendo na minha frente.
Talvez seja isso que chamamos de vida agora: uma luz insistente dizendo que ainda estamos disponíveis, como mercadoria em prateleira.
Mas disponíveis para quê?
A fila cresce como um organismo vivo, respirando devagar, pesado, impaciente.
Cada pessoa carrega uma pequena tragédia particular, escondida mal e mal sob a pele: uma aposentadoria que nunca chega, uma dívida que morde por dentro, um benefício negado, um documento perdido, uma doença que não espera, uma separação que ainda sangra, um filho que depende de um sistema que não sente nada, um pedido que depende de outro pedido, que depende de uma assinatura que depende de alguém que não está.
A humanidade inventou a burocracia para domesticar o caos.
Depois inventou a internet para acelerar o colapso.
Talvez seja por isso que essa palavra — conexão — me soa cada vez mais como uma piada mal contada.
Estamos conectados a tudo.
E desconectados de quase tudo que ainda pulsa.
Falamos em nuvem como se ela tivesse consciência, como se guardasse algo além de dados frios. Mas talvez ela só armazene nossos rastros: fotos sorrindo enquanto por dentro tudo desaba, conversas vazias, promessas digitais, e uma quantidade obscena de ruído disfarçado de vida.
A nuvem não sabe quem somos.
E, às vezes, suspeito que nós também não.
Existe uma espécie de wi-fi interno. Não sei se é alma, instinto ou só um nome bonito para o que foi sendo abafado aos poucos.
Alguma coisa dentro da gente deveria ainda captar sinais.
Um desconforto no peito.
Um arrepio sem motivo.
Um silêncio que pesa.
Um aviso bruto, quase animal, dizendo: pare.
Mas o dia inteiro somos atravessados por notificações.
O celular vibra como um nervo exposto.
O computador pisca como um olho doente.
O telefone cospe vozes.
Alguém chama.
Alguém exige.
Alguém cobra.
Alguém vende.
Alguém promete salvação em três cliques.
E depois nos perguntamos por que estamos exaustos, como se a resposta não estivesse gritando o tempo todo.
Talvez nossos neurorreceptores não estejam quebrados.
Talvez estejam apenas afogados.
É difícil ouvir qualquer coisa pequena quando o mundo inteiro decidiu gritar dentro da sua cabeça.
A sociedade aprendeu a ocupar cada fresta do silêncio. Música forçada no elevador. Tela acesa na sala. Podcast enchendo o carro. Vídeo mastigando o almoço. Mensagem invadindo a conversa. Notificação mordendo o sono.
Nunca estamos sozinhos.
E, ainda assim, nunca estivemos tão abandonados por dentro.
Fico encarando a tela.
E me vem aquela pergunta antiga, quase primitiva, que ninguém aguenta sustentar por muito tempo: de onde diabos vem tudo isso?
A vida.
A consciência.
Esse impulso cego de continuar mesmo quando nada faz sentido.
Aquela coisa estranha que empurra alguém a acordar numa terça-feira qualquer, vestir a própria pele como se fosse uniforme, pegar um ônibus lotado, engolir trânsito, entrar numa fila e passar o dia tentando consertar problemas que já nasceram condenados a serem substituídos por outros.
Talvez exista mesmo uma inteligência maior.
Talvez exista uma nuvem original, viva, pulsante, indiferente.
Talvez sejamos só fragmentos dela, esquecidos de si mesmos.
Ou talvez não exista absolutamente nada.
Um vazio elegante, sem explicação, sem propósito, sem testemunha.
E isso, de algum modo, também parece plausível.
A diferença é que ninguém recebeu o manual.
Entramos aqui sem instruções, sem mapa, sem legenda.
Passamos anos tentando decifrar o painel de controle da própria existência, apertando botões aleatórios, esperando que algo acenda.
Depois alguém nos chama de velhos.
E o sistema começa a falhar de verdade.
Memória falha.
Joelhos rangem.
Dentes cedem.
Sono vira fuga.
E então aparece a mensagem final, sem emoção, sem piedade:
encerrando sessão.
Sem atualização.
Sem suporte.
Sem segunda tentativa.
A fila continua.
O telefone grita outra vez.
O computador exige uma senha como se ainda houvesse controle.
Uma pessoa pergunta se falta muito.
Eu olho sem saber o que responder.
Nunca sei.
Talvez seja essa a única honestidade que ainda não foi censurada dentro de nós.
Não sabemos por que estamos aqui.
Não sabemos o que somos quando ninguém está olhando.
Não sabemos para onde isso tudo está nos levando.
Mas seguimos on-line.
Sempre on-line.
Publicando fragmentos de felicidade para provar que ainda existimos.
Dando opiniões como quem tenta convencer a si mesmo de que pensa.
Acumulando contatos para fingir que não estamos afundando sozinhos.
Comprando coisas para simular vitória.
E encarando uma tela brilhante enquanto alguma coisa dentro de nós, em silêncio absoluto, tenta desesperadamente estabelecer uma conexão que nunca chega.
Talvez o problema nunca tenha sido o sinal.
Talvez o problema seja que desaprendemos a escutar o que ainda está vivo por dentro.
A fila finalmente se move.
Um corpo se levanta.
Outro ocupa o lugar como se nada tivesse acontecido.
O telefone volta a tocar.
Eu encaro a tela do computador.
E, por alguns segundos, não faço absolutamente nada.
Só isso.
E penso que talvez estar realmente conectado seja exatamente isso:
aguentar alguns segundos sem ser invadido por nada.
Só você.
Sua cabeça.
Seu silêncio.
E aquela pergunta incômoda, crua, quase sangrando por dentro, que nenhum aplicativo jamais vai conseguir responder:
quem diabos está usando você enquanto você acredita estar vivendo?
Quando sol vem surgindo no horizonte é lindo de se ver, toda a passarada agradecer por mais um dia nascer, cantam alegremente muito cedo, somente o ser humano acorda azedo, a maioria não agradece, não faz uma prece. Fuja de pessoas azedas, pois elas vão azedar seus caminhos e veredas.
A tarde cai
“A tarde cai, por demais
Erma, úmida e silente...”
Mais um dia se vai
E eu, aqui, muda, resiliente.
Chove lá fora
Faz frio
Mais um dia vai embora.
E eu, aqui, resistente.
Silenciosa a noite vem.
Cobre tudo... o mal e o bem.
E eu, aqui, persistente...
À beira de ser considerada demente.
Carente... (in)coerente... afastada de toda gente.
Fazendo de conta que tudo bem esta dor sempre presente.
Rosangela Calza
Sobre a vida... e a vida...
E a vida segue seu rumo... mais um dia do lado de cá... o Sol no céu a brilhar... já mais uma noite do lado de lá... a lua e as estrelas num brilho bruxuleante a escuridão a afastar.
Um dia a menos... ou um dia a mais... uma noite a menos... ou a mais.. tanto faz... Mas, ao menos, você ainda está aí pra ver o tempo passar... e ele passa apressado, não importa o lado...
Você anda tão calad@... no seu próprio caminho concentrad@... tantos passos já dados... tantos passos por vir (bem, meu bem, se muitos... nunca se sabe)... e você, meio perdid@, já nem sabe muito bem o que vale a pena seguir.
Algumas dores, alguns desamores, decepções, ladrões de ilusões... por tudo isso você cruzou... e de tudo isso você provou... e de tudo o que sobrou? O que foi que o vento não levou? Alguma coisa de bom ficou?
Siga... sim, siga... ou fique parad@.
Tanto faz... na realidade se tudo o que o vento traz é só o que seus olhos carnais conseguem ver... tanto faz... porque tudo, no fim, vai mesmo é com o vento se desfazer... você pode atrás correr, entre os dedos querer prender... se nada há mais do que você pode ver... no que se resume todo um viver?
Em morrer... camarada... em morrer... e mais nada. Se tudo o que existe é só nesta vida é que há pra se viver... resta mesmo é o morrer.
E fim!!!
Diz pra mim: quem foi que convenceu você de que é só assim!? Simples assim! Vai, diz pra mim...
Reinaugurar a vida diariamente...
Agradecer a Deus o dom de viver e celebrar mais um dia!
Buscar sempre o aperfeiçoamento...
Sou melhor que o ontem e infinitamente inferior ao amanhã!
Sair dos limites, extrapolar as convenções e romper as barreiras, viver por viver é o nosso maior desafio...
Apostar no inusitado e se divertir com os fracassos, isso torna tudo mais fácil!
Só não erra quem não tenta, e quem não tenta nunca alcança seus objetivos!
Bora viver, sobreviver não me basta!
O amanhã não é apenas mais um dia, mas uma folha em branco
Onde o seu melhor ainda pode ser escrito.
Terá preocupações.
Dúvidas.
Dívidas
Incertezas, mas a certeza de que Deus está no controle de tudo!
Sempre .⋆♱˚˖𓍢ִ໋❀⋆˚꩜。ᥫ᭡
Propósito do dia:
AGRADECER
Obrigado, senhor, por mais um dia que seja leve e abençoado
.˚˖𓍢ִ໋❀☕︎ྀི
♡⸝⸝☕︎ྀི˚˖𓍢ִ໋❀
Bom dia 🌻 ☕
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