Mais que uma Mao Estendida
Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.
Às vezes, mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar... No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor! Ás vezes, é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o ultimo comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo porta fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre-forte e que a seguir se esqueça do código!!! Às vezes, é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar nem partilhar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir... E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar... Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira... Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar... Até se conformar e um dia então ESQUECER...
Eu não sei o que é mais irônico: o "bom dia" às 6 da manhã ou o "boa sorte" que os professores colocam na prova.
Para o que está entre os vivos há esperança; porque mais vale um cão vivo do que um leão morto.
O choro da mágoa é muito mais sofrido porque nele as lágrimas não gotejam.
Elas escorrem tépidas, incessantes e lânguidas pelo rosto, atingindo a alma na tentativa de estrangulá-la.
Um Peeta Mellark gentil é muito mais perigoso para mim do que o contrário. Pessoas gentis conseguem se instalar dentro de mim e criar raízes.
Se cada jota e til da Escritura é mais precioso do que ouro, como podemos calcular o valor ou a importância do Evangelho?
É fácil dizer. O difícil é convencer o coração de que não se quer mais lutar por um amor platônico. Ele nos dá sempre esperanças de um belo dia tudo se tornar realidade, e no final o agradecemos por sua infalível perseverança.
Por mais triste que eu estive, nunca deixei de sorrir, por mais feliz que estive, nunca deixei de chorar.
(...) Eu abri o portão e ele não me ama mais. Cheguei no meu quarto e ele não me ama mais. Liguei a tv e ele não me ama mais. Olhei um filme e ele não me ama mais. Tomei um banho e ele não me ama mais. Me vesti e ele não me ama mais. Me maquiei e ele não me mais. Arrumei meu cabelo e ele não me ama mais. Coloquei um salto e ele não me ama mais. E saí e ele não me ama mais. Mas no primeiro sorriso que eu dei depois da guerra perdida eu já percebi que eu não precisava mais fazer as coisas com uma certa tristeza, porque eu ainda me amo muito, e finalmente, essa é a única coisa que importa. Sem dúvidas, sem lutas, sem loucuras. Eu me amo. E isso vai ter que bastar.
SOBRE O TEMPO QUE NOS ENGOLE
O tempo está passando cada vez mais veloz.
Tão veloz que, às vezes, parece que não sou eu quem vive a vida,
mas a vida que corre por cima de mim.
E nesse atropelo, eu fico tentando me ajustar,
tentando caber em dias que ficaram pequenos demais
para tudo o que sinto, tudo o que sou, tudo o que esperam.
A gente cresce acreditando que precisa acompanhar o mundo,
mas ninguém fala que o mundo também corre em cima da gente.
Ele pede pressa, maturidade, força, constância
como se nossos medos tivessem prazo,
como se nossas fraquezas fossem proibidas.
E quando eu tento respirar,
eu percebo que estou sempre no meio dessa cobrança silenciosa:
de um lado, o que eu espero do mundo;
do outro, o que o mundo espera de mim.
E é engraçado, ou triste, ou só humano
como eu me perco nesse intervalo.
Porque enquanto eu espero acolhimento,
o mundo espera desempenho.
Enquanto eu quero tempo,
o mundo exige resposta.
Enquanto eu só peço um respiro,
o mundo abre um cronômetro invisível
e me lembra que estou atrasada até para existir.
E eu não sei quem inventou essa pressa,
essa obrigação de dar conta, de sorrir, de continuar,
como se ninguém estivesse desmoronando por dentro.
Mas eu sinto, todos os dias
que estou tentando acompanhar algo que não espera por ninguém.
O tempo corre.
O mundo cobra.
E eu… eu faço o que posso.
Às vezes menos do que gostaria,
às vezes mais do que consigo.
Mas sigo.
Mesmo nesse turbilhão em que o relógio nunca para,
e eu tento me encontrar
num mundo que corre mais rápido do que o meu coração aguenta.
Sei, mais do que eu quis,
Mais do que sou, e sei do que sei
Só não sei viver, sem querer ser
Mais do que sou
E o fato é o ato da procura
E a cura não existe só
E o que era certo eu descobri
Nem sempre era o melhor
Abri os olhos, não consigo mais fechar
Assisto em silêncio,
Até o que eu não quero enxergar
Não sei afastar
A dor de saber que o saber não há
Só não sei dizer
Se esse meu ver se pode explicar
Enquanto eu penso tanto
entendo que é mais fácil não pensar
E o que era certo
eu aprendi a sempre questionar
Abri os olhos, não consigo mais fechar
Assisto em silêncio,
Até o que eu não quero enxergar
Sei, mais do que eu quis,
Mais do que sou, e sei do que sei
Eu te reconheceria na mais completa escuridão
Se você fosse mudo e eu surdo
Eu te reconheceria em outras vidas
Em outros tempos,
Em outros corpos
E eu te amaria em cada uma delas
Até que a última estrela queimasse em esquecimento.
Querida filha,
eu tenho por você um amor incondicional.
E por mais que o tempo passe e que barreiras surjam em nossos caminhos, nada irá me separar de você, minha filha querida. Pois sou conhecedora da sua garra e da sua determinação. O que tenho por você é um sentimento inexplicável, tão forte que até daria minha vida por você. Jamais quero me afastar de você, meu amor. Isso não está em meus planos. E sim! Quero que cresça do mesmo jeito que é hoje.
Amável, suave e guerreira. Eu estarei sempre por perto e lutarei com todas as minhas forças pela sua felicidade. Pois você sempre me surpreendeu com seus belos conselhos e superou todas as minhas expectativas. Posso afirmar que sou uma mãe hiper realizada. Eu sou uma explosão de felicidade. E eu fico sonhando, acordada e dormindo, mas apenas com o teu crescimento. Te amo, minha filha!
Engraçado: o homem se considera o animal mais inteligente e é o único animal que destrói a natureza!
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