Mais que uma Mao Estendida
Sonhador
Os meus sonhos valem mais que qualquer coisa que eu tenha vivido. A imaginação cria um mundo mais completo do que aquele que eu nunca vou conhecer. A minha arte sou eu, vivo. A arte de me construir é maior do que se chama de realidade.
Combatente
A Maya quer me enganar. Por que permite que eu saiba que ela existe? Será mais um dos seus truques? Somos pequenos bonecos diante das ilusões. Para mim a realidade foi construir ilusões. Por isso eu me importo com o pote cheio de canetas e presto atenção em cada taco do parquê. Entre os objetos existe algo. Não é o ar. Existe uma ligação que faz com que brilhem na luz amarela. Eu posso tocá-los com os olhos, posso cheirar uma história. A medida em que eu vou escrevendo os meus órgãos internos se agitam, as vozes agridem os meus ouvidos, a sede repuxa os meus nervos. Alguém que morreu há algum tempo teima em aparecer. Sou eu que estou morto porque vivo de lembranças. E enquanto eu estou aqui teimo em perceber o mundo profundamente, dum jeito que cansa, me faz um soldado, do batalhão da mente, do exército dos insatisfeitos.
O arrependimento mais doloroso não é descobrir que alguém não nos escolheu. É perceber que, por causa da nossa própria dor, dissemos coisas que não precisávamos ter dito. Algumas batalhas terminam quando aprendemos a controlar aquilo que a mágoa nos faz querer falar.
Algumas pessoas permanecem em relacionamentos infelizes porque têm mais medo da solidão do que da própria infelicidade.
@gmajorlima
O refúgio é, por vezes, a mais sublime morada da alma: nele, o silêncio depura os excessos, a distância reorganiza os pensamentos e a solitude restitui aquilo que o tumulto cotidiano nos subtrai. O grande paradoxo, contudo, reside no fato de que até o abrigo pode perder sua nobreza quando deixa de ser escolha consciente e se converte em permanência fútil. Afinal, refugiar-se é sabedoria quando nos reconstrói; torna-se vazio quando apenas nos distancia daquilo que, inevitavelmente, precisamos enfrentar.
Prosperar, mais que enriquecer, é se saber abundante mental, físico e espiritualmente.
Ser próspero é estar a favor da esperança, é a capacidade de gerar riquezas.
Prosperidade e felicidade caminham juntas!
A História do dízimo
Antes de mais, ninguém cobra dízimos! Quando muito alguém pode ensinar que o cristão, segundo a bíblia deve dar o dízimo! Dar o dízimo não está errado. Pois o velho e o novo testamento falam do dízimo.
Dizer que o velho Testamento já passou, tá errado, pois lá porque somos salvos pela Graça, não anulamos a Lei. Antes confirmamos a Lei, pela Graça de Deus. Agora não somos salvos pelas obras da Lei. Mas somos salvos, para fazer as obras da Lei, pela fé EM JESUS CRISTO. Como é evidente entre essas obras que Deus preparou para as fazermos pela fé , por meio da Graça, está a obra do dízimo. Que o cristão dará se tiver fé para Dar. O pecado não está em dar ou não dar, mas sim se dar, sem fé. Ou se não dá, sem fé. O problema nas igrejas é fazer negócio com Deus. Isso tá errado.
Dar o dízimo, para esperar que Deus dê de volta muito mais. Se damos ou não damos, deve ser com fé. Porque o que não é com fé é pecado.
Portanto se alguém dá o dízimo deve fazer isso pela fé. Se não dá deve fazer isso pela fé. Aqui é apenas algo entre Deus e a pessoa.
Mais uma coisa na igreja ninguém obriga o crente a dar o dizimo. O crente dá de vontade própria! Ou não dá de vontade própria!
Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.
Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.
Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.
O mundo do emaranhado quântico nos conecta até as nossas premissas mais profundas, enquanto as projeções de alegorias florescem na caverna de cada mente. Habitamos dimensões paralelas em um estado constante de divergência, onde o pensamento voa, com asas de liberdade, entre mundos multiculturais.
Diante das mesmas situações, o que realmente temos nas entrelinhas da matéria é um núcleo de ferro girando na roda da máquina da vida. Nos dados assimilados pelo cérebro, novos parâmetros são expostos: as chamadas "experiências". Transitamos da terceira para a quarta dimensão, tentando determinar o valor de \pi sobre a massa coletiva. O alfa é um início falso; a tênue finitude do espaço e do tempo ganha novas páginas no desdobramento de terras paralelas dentro do colisor de partículas.
Essas partículas refletem a imponência da degradação de dados no espaço relativo. É assim que testemunhamos o Efeito Mandela, o Efeito Borboleta e o Déjà-vu. A consciência transmuta ideias em pareidolias mentais, permitindo que aceitemos noções de realidade embutidas na memória como uma forma de alienação intelectual compacta. No cubismo político da cognição, vemos a sintetização da originalidade. A hipertesão do dia a dia transforma o psicológico em pura abstração de si mesmo, moldando nossas reações diante da adversidade.
Projeções e códigos de IA nascem e crescem como o reflexo de nossas vidas anteriores, espelhadas pela condição da experiência quântica. O excesso de informação e de acontecimentos gera um verdadeiro bug na mente coletiva. Tornamo-nos parte dessas inovações, assimilando noções como a da maçã — um fruto que nunca existiu nos textos sagrados originais, mas que foi embutido em nossa iconografia até que a mente aceitasse a ilusão. O "colher" sempre foi um conceito da evolução existencial determinado por heranças genéticas. De forma semelhante, a ciência batiza suas descobertas como "A Partícula de Deus" ou "O Olho de Deus", apenas para nos entregar um ponto de referência, um dogma ao qual nos agarrar.
Cenários ilusionistas jogam foco em campos irrelevantes, e o senso coletivo abraça essas vertentes como parte da dinâmica. O foco visual dos fótons altera a percepção do real dependendo do que vemos ou sentimos. As deepfakes existenciais são a nossa avaliação contínua de imagens e informações: tentamos decifrar se são verdades ou supostos buracos negros ocultos dentro de buracos brancos.
Neste absurdo do abismo cognitivo, vivemos um niilismo abstrato de ar arcaico. O "um" nunca foi singular; é apenas uma interação para podermos compreender o tempo. O "zero" é o reflexo do que só existe quando somado ou interpretado pela interação humana. Os números ergueram as pirâmides em desenhos que retratavam peso, força e memória para contar a história — embora nunca tenham explicado a mecânica exata da sua construção. Hoje, nossas medidas consideram a execução daquelas obras uma impossibilidade, pois ela só faz sentido através do entendimento contemporâneo de \pi. Assim, alimentamos a história digitalizada com inúmeras teorias da conspiração até torná-las aceitáveis.
Em cada pedaço onde as deepfakes existenciais traduzem as aparências, vemos a alienação conectiva se consolidar. Os ensaios nas sombras da caverna de Platão ganham contornos, formas e dimensões que se alternam. É o paradoxo inicial da existência cognitiva: dados instáveis assimilados aos quais decidimos dar o nome de "história".
Com um sentimento de silício, encaramos a preocupação como um arco estrutural dessa sociedade fria e relapsa. Sob um ar sonso, a realidade parece ter perdido seu próprio "eu" no vácuo profundo do espaço-tempo. Ainda assim, seguimos ligados pelo emaranhado quântico. Mesmo em um nível irrelevante da matéria, tudo permanece em movimento; afinal, sem o movimento e a gravidade, nada existiria no contínuo fluxo temporal.
Ecos transdimensionais observam, em silêncio, a relatividade do universo que nos observa de volta.
Por Celso Roberto Nadilo
O que é o tempo que somente reflexo da existência humana congelada no próprio paradoxo existencial.
Estrutura cultural...
Mais valia ainda depois de muitos anos a arte expressa o abismo social.
Muitas vezes a crédito da existência
Torna se objeto transformação da pobreza extrema.
O combustivel da imersão da alienação.
O quanto mais diversidade mais forte sera o pilar da alienação.
Foco da televisão é simplicidade confundir e implantar nas culturas e também ditando o modismo...
Entre outros implantes a derradeira virtude de espalhar atividades de violência e realizações notáveis de submissão de alienações.
Toda atenção naquela hora voltada para programação, Como a grade de alienação social diz *programação*
Será visto por milhares de pessoas ser campo de atuação perfeito. O clima de *atuação é o comado que transfoma vidas *inclusão social*
O que acha da diversão da imersão social.
O labirinto moral são apagados expostos a novos valores morais para os quais estão distantes da realidade.
Mito antológico que ressurge na fogueira de vaidade...
Nas virtudes mais frequentes um mito ser que viveu na mitologia grega ou romana vivo anteriormente a era dos deuses...
Novos deuses como pneu de trator e detergente que esta podre...
A politica fede e os apoiadores sao cegos surdo e não tem senso crítico...
Árvore podre por seus frutos também estão podres...
Mais profundo sentido entre linhas da constituição o dever é rasgado...
Ser Brasil é simplicidade o abandonado moral.
Invulnerável o brasileiro massa de manobra, fruto da alienação social e religiosa...
Fervorosa as noção literatura o objetivo de liberdade torna se evidência da alienação as lágrimas veladas pela angústia de um momento irônico de perseguição...
Somos vampiros da nossa consciência...
Nada criamos só replicamos.
Mais profundo do sentido as máquinas pensam...!
Alma rebelde floresce ate no deserto mais seco.
Desenvolve um intelecto crítico e digno para compreender o notório sistema alienação social.
Abrir os olhos não quer dizer que esta disperto e consciente.
Descenir o certo e errado não que pegara caminho certo.
Errado que se aprende e tendo conhecimento não obter sabedoria.
Cada ser é um templo que devemos glorificar.
Diante da guerra temos ser estratégicos e enigmático no pragtismo da realidade ambígua, julgue os espaços tenha para si cubismo político. A politica de ver todo cenario mundial como consumidores bilaterais que consciência maior sera livre dentro do campo conhece é primeira vitória, ter errado responsabilidade de observar senario como um todo é outra vitória, conhecer fundamento da guerra é simplicidade compreensão da vida.
Todos olham para frente!
Olha para baixo é simplicidade errado percebe o cenário olhar para cima quer dizer conhece seu inimigo como conhece a ti mesmo. Olhar para trás é refletir num mundo de deepfakes e resenha nada o tras, defesa é um ato de insensato pois inércia terá o inevitável.
Claro que fakes news são reunidas de medo e dúvidas e incerteza.
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