Mais que uma Mao Estendida
Vida, considerações e ponderações !!!
Uma vez li a seguinte frase “Se o único instrumento que você traz consigo é um martelo, todo problema pra você é um prego”
O que entendo aqui é que precisamos ter sempre conosco recursos, instrumentos, para que possamos utilizá-los adequadamente em diferentes situações de nossa vida.
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O primeiro instrumento, senão o principal, que trago comigo é a minha Fé. Calma ! Continuo lembrando que não estou falando de religião mas vou demonstrar aqui, em poucas considerações, a importância de se ter Fé para que se possa viver melhor. Quero sim demonstrar isso, o tipo de Fé que me refiro baseado num contexto histórico.
Há pouco mais de dois mil anos às margens do Mediterrâneo viveu um homem que dividiu a “História” Antes e Depois d’Ele. Ele com seu exemplo nos trouxe princípios (recursos) os quais quando vividos nos trazem segurança e firmeza diante das situações difíceis de encarar.
Aconselho que cada um busque conhecer esse homem e o seu legado para que tenham consigo esse instrumento poderoso chamado Fé. Acredito que todos sabem que estou falando de Jesus Cristo. Para os que não coadunam comigo eu lembro que estou sugerindo que conheçam a história d’Ele e faço aos mesmos algumas indagações. Por que grandes filósofos, cientistas e grandes nomes da história da humanidade seguem esse homem ? Por que seus discípulos mais próximos perderam suas vidas de forma trágica por não negarem sua divindade e papel ?
Sem Fé fica muito difícil ter esperança.
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O segundo instrumento que procuro sempre carregar comigo é a Serenidade, não adianta se desesperar porque não vai ajudar só vai agravar a situação. Às vezes me desespero mas procuro imediatamente me acalmar e enfrentar a situação. Penso sempre o seguinte, esse não foi, não é e nem será o último problema na minha vida, aí lembro que milhões de adversidades já aconteceram na minha vida mas que fazem parte do passado. Procurar um escape pode ser bom ou ruim, “bom” quando você percebe que aquela situação pode demorar um pouco mais que outras, e que só com o tempo ela vai mudar, então nesse caso procurar um bom escape será de enorme valia. Um exemplo de um “bom” escape seria lembrar dos momentos bons de sua vida e viajar ao menos na imaginação e reencontrar-se nesses bons momentos. Mas se você buscar um escape “ruim” para se livrar momentaneamente do problema, pode estar se afundando mais ainda nele e o que é pior estará criando outros. Um exemplo disso seria a escolha de um escape através do uso de drogas como o álcool, tabaco ou outras drogas ilícitas.
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Meu terceiro instrumento, um recurso indispensável na minha caixa de ferramentas e que é suporte para todas as demais ferramentas que trago sempre comigo, ele chama-se O Amor. Amar a si próprio, amar ao próximo apesar das diferenças que você vê nele, fazer as coisas com amor e sobretudo se fazer amado são as chaves para ser feliz nessa vida.
Quero agora me dirigir especificamente às pessoas que estão sofrendo pela morte de um ente querido, muito especial em suas vidas. Certa vez ouvi um amigo dizer que não aceitava a “Morte” um outro dizia que não compreendia porque tem que acabar assim. Penso que não é o caso de Aceitar ou de Compreender, não temos escolha, a única certeza que temos na vida é de que vamos morrer um dia. Uma vez que é assim, não vamos perder tempo pensando em que um dia vamos morrer, viver o agora é muito mais importante. Devemos sim viver nossas vidas de um modo em que , quando chegar nosso dia, os que aqui ficam possam dizer “Que maravilha de legado ela(e) deixou ! vou tentar seguir seu exemplo”.
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Para encerrar quero prestar meu testemunho de que Acredito nas palavras de Esperança e exemplo de vida que Ele Jesus Cristo deixou. Ele marcou a história da humanidade com seu ímpar modelo de vida, Ele é a rocha sobre a qual devemos construir nossa casa para que possamos “vencer/passar por” qualquer situação não desejada sempre seguindo em frente e tendo sempre a Esperança nas suas palavras de vida em Abundância e de vida Eterna.
Ir. Ney P. Batista
Mar/16/2021 (Edição)
As pessoas não estão prontas para viver uma única jornada. Mesmo aos que não acreditam, a imortalidade parece ser algo real e isso faz as pessoas perderem 30/40 anos de sua vida preparando na para viver 5/10 anos.
Passamos longos anos perdendo tempo tentando consertar ponteiros.
Eu nasci uma
cratera,
sem querer me tornei um
lago,
eu queria ser um
pássaro,
mas os galhos pra mim não tinham
espaço,
fui do repleto ao
escasso,
do sucesso ao
fracasso,
eu sou uma vírgula do que
nasci,
um refrão do que me
tornei
e a continuação do meu
acaso.
Quem dera eu fosse uma criança e tivesse um futuro tão presente, igual quando eu buscava chuva quando chovia e buscava sol quando sol fazia, hoje busco sol quando faz chuva e chuva quando faz sol.
O futuro cada vez mais distante do agora e a todo momento prefiro degustar a mudança, ao invés do próprio momento.
A maior semelhança entre um homem e uma máquina é que ambos tem seu sistema de ações moldados por homens.
O encanto é uma notoriedade:
No escorrer de uma simples lágrima pode haver o nascimento de uma bela vida.
Em uma simples gota de chuva pode haver todo deslumbre dos céus.
Sou o pedaço de uma saudade
Uma gota de algumas lagrimas
Um conforto pós confrontos
Eu sou a composição de tudo que
me decompos
O quadro, não suas tintas.
O amor, não suas vítimas
A vida é um jogo suicida
onde o tempo é
a corda,
só não agradece aos ponteiros quem nunca teve uma
ferida,
aqui odiar o relógio é fácil quando planos seguem seu
badalo,
mas pra quem no tic tac está afogado,
odia-lo é mergulhar quando
se precisa
respirar.
Nem tudo que todos enxergam, escutam e sentem é uma verdade absoluta.
A nossa única certeza é a incerteza.
A morte é apenas a ausência do pensar.
"Penso logo existo"
Seguir uma única linha de pensamentos não é pensar, é reproduzir. Vivemos em uma sociedade repleta de mortos em corpos vivos
Não há saída para quem nunca tentou
fugir
Não há conflito para quem nunca enfrentou uma guerra
E não há futuro para quem nunca esqueceu o passado.
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
A percepção gera uma narrativa. Então, através de uma maior expressão, torna-se uma concepção social geral.
Comportamentos individuais surgem de uma narrativa coletiva.
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