Mais que uma Mao Estendida
Vou te estender a mão para te ter como amigo, um irmão. Não me pague com sua ingratidão. Assim, serás confrontado com desilusão. O que antes era afeto agora pode se tornar sua própria destruição.
Aconteceu o Amor!
_Permita-me...
Segurar em sua mão?
Perguntou-me
educadamente,
sem tirar os
olhos dos meus.
Fiz sinal afirmativo
com a cabeça.
E ao tocar à minha mão,
meu corpo eletrizou.
Era amor...
Eu já conheço esse
sentimento!
Nas Cordas Do Meu Violão!
Na mão...
Um violão.
Sonhos.
Desejos e canção!
Um caminhar.
Buscas.
Paradas
para descansar.
E melodia,
para não desanimar.
Estrada comprida.
Obstáculos.
Chão.
Desisto não!
Vou te encontrar...
Nas cordas do meu violão!
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Sinto-me cansada, abatida...
Destruída..JAMAIS
Tudo o que preciso é sentir
o toque suave das mãos de Deus e
que ELE me diga baixinho:
vai ficar tudo bem, contigo estou.
No silêncio busco as respostas
DAQUELE que abrigo me dá,
me ampara e
em mim agindo está.
Ser radical não é seguir o que a maioria está seguindo, mas ser radical é ir na contra mão do sistema.
Que sua felicidade comece logo e que dure bem muito.Q a mão de Deus q os guia Torne este dia lindo e maravilhoso.
(BOM DIIIAAAA!!)
A gente abriu mão do conforto da nossa solteirice pra ser livres juntas. Ser livre em companhia. A gente era muito diferente no nosso começo, mas ela me mudou. Eu mudei ela. Na verdade, não mudamos. Ainda somos quem sempre fomos, mas novos lados nossos despertaram. Ela chegou mais perto do que eu sou, eu fui pra mais perto do que ela é e nos encontramos no meio do caminho. Eu escolhi estar com ela porque a gente pode ser o que quiser e tem a tranquilidade em saber que não somos julgadas. Por ela valeu a pena me jogar no abismo do amor de novo porque ela nunca me pediu nada que eu não pudesse dar, porque andar de mãos dadas com ela parece a coisa mais certa possível. Ela tem cheiro de casa desde a primeira semana… Por ela eu aprendi a dividir o edredom, com ela eu aprendi a receber ajuda e ela me fez parar de sentir culpa por ser cuidada. Eu tenho paciência com os traumas dela e com o jeito hiperativo de viver. Ela me aceita com todos os meus demônios e me ajuda a lutar contra eles. Nossa história não é convencional e nós não somos um casal previsível, mas somos duas pessoas felizes que aprenderam que a felicidade pode ser elevada à décima potência quando se divide o caminho com uma pessoa leve e que não pede nada em troca além de companhia. Eu sou muito feliz por não ter me escondido, por ter deixado acontecer, por não ter racionalizado pela primeira vez na vida. Eu poderia ter deixado passar tudo isso que a gente divide hoje por puro receio de abrir mão da minha liberdade. Como diz Carpinejar, liberdade é ter um amor pra se prender… Não sei o que o futuro reserva pra gente, não sei se o que temos é findo ou não. Tudo que sei é que hoje, quase 3 anos e 2 meses depois, ainda vivo como tenho vivido desde o nosso primeiro dia: um dia de cada vez, mas sempre desejando que o dia seguinte tenha o som da risada dela. Amar ela foi uma escolha que eu tomei em um dado momento e eu escolho isso todo dia desde então, eu escolhi ela com todos os defeitos no pacote, não escolhi só o que ela tem de bom pra me oferecer, eu escolhi tudo aquilo que me irrita também. Eu escolhi ser leal a ela, eu dei meu coração, meus ombros e meus ouvidos porque a recompensa é enorme, a recompensa é paz no peito e uma felicidade que me transborda o riso.
É preciso abrir mão do que não presta e nos dedicar àquilo que é essencial. Felicidade? Não. Novas ideias.
É trágico andar
Sem mão segura
Desprotegido e atônito.
Inquestionável
Que somos sós
Em nossa rota de vida.
Nas quietudes
Para quem vai os silêncios?
Não duvido,
Nem tão pouco espero.
Ás vezes choro...
"A fraternidade nos ensina que, ao estendermos a mão ao próximo, encontramos forças que jamais imaginamos possuir, e juntos, transformamos desafios em oportunidades e sonhos em realidade.
28/06/2024
Jesus tem planos na vida da pessoa sendo assim não há tristeza que possa impedir a mão de Deus agir na sua vida
Controle gera angústia
Certas planos não saem como esperado, e abrir mão de ter controle sobre situações é desafiador, "desafia a dor", mas quando nos vemos sem rumo algumas vezes, é preciso estipular as rotas, nem sempre é uma tarefa muito fácil, aliás gera incomodo, ou seja, nos tira do nosso "modo cómodo", precisar rever o que pode ser modificado, isso assusta, Não é mesmo?! Nos deixa desconfortáveis. Venho aprendendo dia após dia, a não me apegar em conceitos, lugares, e momentos, sigo entendendo que o que a vida tem de mais estimulante, é simplesmente o hoje, o agora, e essa literalmente é uma missão tanto quanto necessária à se praticar, aprender a viver somente o presente, para uma pessoa apurada muitas das vezes parece inviável, mas ai é que tá, só parece, e não é.
Os desafios vem para que possamos expandir os horizontes neste campo de roteiros, (tudo não passa de um percurso ou melhor uma viagem, e nós somos os turistas), passamos o tempo todo, acreditando que certas ocasiões serão eternas, e por instantes sentimos a necessidade de nos prender a elas, quando a verdade é, os momentos são passageiros, e breves, notar isto é a chave da virada, pois passamos apreciar cada pequeno instante e a infrequência desta linda jornada, pois a vida requerer isto, desfrutar do caminho e viver cada momento nesse longo passeio, sabendo que eles não voltaram, é o segredo.
E quando me refiro a lugares, não necessariamente trata-se de territórios, pois hora ou outra, pequenas estadias serão justamente outras pessoas, junto a alegrias instantâneas que carregam com elas, elas serão viagens rápidas, paisagens que se apreciam em silêncio, e a magia esta nisto, desfrutar dos bel prazeres junto a quem amamos, onde visitamos, as moradias que habitamos, e cultivar com a consciência de não pertencente, se desprendendo de não possuir nada nem ninguém, porque afinal das contas somos proprietários apenas de nós mesmos. Sabendo disso, teremos desfrutado de tudo o que precisava ser, então com mais facilidade daremos espaço para os outros "lugares" chagarem, seguir o próprio caminho, ou se manterem ao nosso lado, deixando sempre livre para alçar voo quando preciso. Podemos achar que é o fim, caso aconteça, contudo o fim é apenas uma perspectiva, pois quando se vive o momento exato do agora sem o sentimento de posse, não tem o que se lamentar pelo o que passou, porque se torna algo leve.
Andressa Lara
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