Mais que uma Mao Estendida

Cerca de 420544 frases e pensamentos: Mais que uma Mao Estendida

Uma palavra enraiza na mente
E se segura na explicação
Espalha o contexto ouvida ou brotada
Pelo tempo de discussão
Uma toca um novo sentido
Pro assunto não ficar parado
Num olha só, mente é terra
E terra é para produzir palavras
Palavras plantada podada no
Rumo que quer o dono da
Frase que pega na mente
Que lê que sente
Poesia pô

Letras são formiguinhas elas carregam palavras pro poema armazenando uma cena, elas cortam pra atenção pra poesia pra força que tem uma palavra
garregando todo um contexto.
Essas operárias levam o olhar curioso
palavras adentro na imaginação do sujeito num poema profundo desse jeito
todo isso ocorrendo na galáxia da voz atenta e o peso da cena leve leve
tais operárias tiram de letra.

Um poema




Não tem tamanho
Não ocupa espaço
Porém fica no olhar
Uma folha de papel molhada pode apagar
Ajuda dá opinião
Mexe na emoção
É uma arma carregada de balas intelectuais
Dessas tantas perdidas na poeira das prateleiras...
Já foi o melhor amigo de gerações
É o melhor amigo da educação
Ele alegra o homem com imaginação
Não morde e quando morde
é palavra no contexto exato
Deixando alguém mais esperto
Ele tem o que nele não cabe
É apenas uma chave
Junta as pistas de um fato
É os cisnes dos patos
Pro alfabeto não passa nem perto do patinho feito
Para as letras ele tem o charme
Se é um poema não me fala de algo alheio
Ele é eu no meio...




Leonardo Mesquita

O poeta consegue colocar peixes na correnteza de uma frase. Ler é fazer como os peixes fazem, com as guelras
o peixe retira o oxigênio da água; com a leitura o homem tira o significado das palavras...

Com um bom raciocínio martelar o pensamento dando pernas a uma frase... colocando sobre ela delícias da linguagem e, reunindo em torno dela leitores famintos, pregada com esmero assim ela conforta a imaginação dos convidados a baterem pernas, nas delícias da linguagem, puxar conversa e sentar-se à mesa — o papo rolando
e o raciocínio toc! toc!ler é abrir a mente... como pregos na mão de carpinteiro pensamentos sustentam poemas e na alegria dessas palavras
em torno dessa mesa, mesa cara de imagens (de madeira) das terras das letras...


Leonardo Mesquita

Colha uma palavra
prove o pensamento
poesia é como fruta
ao lê mastiga-se ao
ouvir tem-se o cheiro
ao vê o pensamento
no pomar colha do
texto, pause o olhar
a fruta madura
isso é poesia
hummm hummm
nhoc nhoc nhoc




Leonardo Mesquita

⁠O poeeee-ta procura o veeeer-so
como seeee procuuuu-ra
uma ciiiigaaaa-rra especíííífiiii-ca
no ferviiii-do do alariiii-do da
criiii-aaaa-tiiii-viiii-daaaa-deeee e pronto!

O poeta acha uma resposta, que ele tava procurando, ele a pega com o valor que ela tem, enquanto nem a pergunta passa na cabeça de quem não se importa,
o poeta com a jóia ambiciosa na ponta da língua se apronta pra chamar a atenção, aí, ele responde a quem não
pergunta — como isso fará efeito na
cuca que não malha pra levantar
uma questão que pesa cara
e coração... o poeta acha respostas
como encontra perguntas
numa cabeça oca...
caisa rara...




(Leonardo Mesquita)

Letra após letra fica o rastro de um poema besta, se bole uma formiga
existindo de forma besta/ criativitura circulando na mente...
a linguagem geme esmagada com
o descarte de palavras que não
plantam imaginação; ostentam
o corpo e o ganho e degradam o pensamento da nação (versos surdos de inteligência nas esquinas/no máximo... e a ida e vinda do cidadão no paredão da impunidade e o político faltando um dedo e sobrando no mais mais velho do próprio discurso fala pra surdos na televisão — com voz de homem de verde e amarelo...; apaga-se a luz do palanque e, o senta senta da esquina é interrompido pelo zombido: tá tá tá tá... e o artista saca a ideia pra escrever só pelo lado canhoto da cabeça...) — o pensamento sente — o esquecimento global, derrete o acesso a boa literatura que são os pulmões da imaginação e os poetas de cada tempo — nascentes que escrevem procurando gente para desarnar... para/ a preservação da beleza do intelecto, vote, replantando a palavra no seu sentido e parando o desmonte do contexto para a romantização do uso desleixado das palavras... para o usufruto do "mal normal"! Ou os poetas salvam a linguagem do desleixo da esquerda ou a IA cerca o terreno que não é dela...


(Leonardo Mesquita)

Assim: como o Cury entra na favela porque os cria leem os livros dele, e são transformados por uma leitura de cair em si... o Lula, hoje, sente nas costelas os chutes que um "'pastor"' abduzido por uma boa conta bancária desferiu na imagem de Nossa Senhora Aparecida — a umas páginas atrás, destas terras
a onde, hoje, canta às fake news
daqueles que engaiolararam
sabidamente gente inocente...
soltando o ódio do "bem" que voa
livre... prezado por uma mídia
que solta sua língua legalizando
o erro seletivo (se era pra impedir que o consórcio de imprensa emagrecesse pela falta de verba governamental por quatro anos) pode condenar o pipoqueiro... e a mulher do batom...
enquanto isso nessa mesma terra
"'um banqueiro nada honesto"'
limpava-se das festas proibidas para raparigas de língua brasileira — na toga de um ministro cuja sua peixão pela democracia é de acha-se cabelo
em ovo e cabeça no cria que leu Cury, mas não troca bala por flores... como verdade nos bravejos do Lula, a uma semana do primeiro turno comendo poeira nas pesquisas, preocupado com o lugar da Mãe de Jesus no coração dos brasileiros.


(Leonardo Mesquita)

PANDORA E ZAFIRA


Amizade entre uma cachorrinha e uma águia — puro amor e lealdade
“Quando o amor é verdadeiro,
a amizade cria asas.”

Gotinhas de Amor: onde a magia acontece .


“Onde a infância toca a natureza,
nasce uma gotinha de amor.”

Rau era pequeno, mas tinha uma energia tão grande que parecia caber um sol dentro dele.
No Berçário 2, todo mundo conhecia seu jeito sapeca: quando ficava animado demais, ele dava umas “mordidinhas de brincadeira” — e saía correndo todo risonho, com os cachinhos pulando atrás dele.


As professoras diziam:
— Lá vai o Vampirinho do Coração Doce!


Mas no fundo, Rau não queria morder…
Ele só queria mostrar carinho de um jeito todo dele.
E com o tempo, aprendeu que abraços apertados e sorrisos sinceros mordem muito mais — só que por dentro.

UMA FLOR NO MEIO OBSTÁCULOS
Flor de lótus é um símbolo poderoso em muitas culturas, representando a resiliência, a beleza e a transformação.
Raízes profundas:
Assim como a flor de lótus cresce em águas lamacentas, mas mantém suas raízes profundas e fortes, eu também enfrentei desafios e dificuldades na minha vida, mas mantive minha força e resiliência. Minhas raízes são minha família e fé.

Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.


⁠" Uma Flor no meio do Obstáculos

​"O 'Gotinhas de Amor' não é apenas uma instituição; é um celeiro de formação humana e profissional. É lá que o futuro da educação se constrói e que se prova, dia após dia, que a Gotinha faz história."
​— Rosana Figueira
Autora e Pedagoga

Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.


Gotinhas de Amor

Pensamentos🌹
Quando sobreviver não basta
Sou uma mulher de fé.
E fé não me impediu de sofrer — me impediu de desistir.
Amei, construí família, cuidei de quem precisava de mim.
Perdi pessoas, perdi um casamento, perdi um negócio, perdi o chão.
Houve momentos em que não vivi — apenas aguentei.
Aprendi que nem tudo que acaba foi fracasso.
Algumas histórias terminam porque só um lado continua sustentando.
Não carrego raiva.
Carrego saudade do que foi bom e luto pelo que poderia ter sido.
Isso não me enfraquece — me humaniza.
Hoje, aos 60 anos, não busco glamour nem aplauso.
Busco dignidade.
Um lugar simples para viver.
Contas que caibam no bolso.
Silêncio que cure.
E paz no espírito.
Entendi que recomeçar não tem idade.
Tem coragem.
Não preciso provar nada a ninguém.
Só preciso continuar fiel a quem eu sou.
E sigo.
Com fé, com cicatrizes e com vontade de crescer.

Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026


Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim

⁠Não sair da alma de uma educadora não é uma limitação.
É a minha essência
💧🍄🧚