Mae nunca Morre

Cerca de 12629 frases e pensamentos: Mae nunca Morre

A esperança?Há quem diga que ela nunca morre.Eu discordo pois ela morreu e ressuscitou ao terceiro dia!

Inserida por AbigailAquino

O amor nunca morre, ele é um alquimista, que preenche o coração na buscada eterna paixão!⁠⁠

Inserida por kutscher

⁠O amor não morre...As pessoas sim...
Então quando o amor for tudo que restar de mim...compartilhe com outra pessoa!

Inserida por vanessa_passos

A Liberdade ja nao morre com um disparo,
morre com uma notificação.

Inserida por ivetteAmorin

A vida tem graça?
Tanta gente sofre, tanta gente morre.
Qual é a parte boa de tudo isso?
Em que fase a gente começa a ter respostas?

Inserida por marjilaagostini

A dúvida é a última que morre.

____❤_

Inserida por marcelio912

Quando morre os nossos pais, somos órfãos.
Quando morre a(o) nossa(o) companheira(o), somos viúvo(a).
Mas quando morre um filho, nem nome tem.

Inserida por TinhoAires

Um poeta não morre, seus versos o manterão sempre vivo.

Inserida por TinhoAires

⁠"Quando um caçador aponta para matar uma presa, ela morre se Deus tiver um propósito, caso contrário ele erra o alvo."

Inserida por Legadoministerio

⁠O Amor nunca morre, pois, ele é a prova viva de toda reencarnação.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Quem não tem amigos deixa de existir quando morre, pois só um amigo de verdade te faz vivo para sempre.

Inserida por RosianeCoelho

Ficar desejando alguém que já não te ama mais, É como regar um jardim sabendo que as flores já morreram...⁠

Inserida por Hysheller

O que vale é o que o coração sente e não o que os olhos vê, por que os olhos cegam e o coração morre.

Inserida por adrianojovita

Não é moda, quem pensa incomoda
Não morre pela droga, não vira massa de manobra
Não idolatra mauricinho da TV
Não deixa se envolver porque tem proceder

MV Bill

Nota: Trecho da música Só Deus Pode Me Julgar.

Inserida por DisKGleK

O verdadeiro amor pode morrer de velhice, mas morre jovem.

Inserida por salvadorbrenon

Asas do Coração - ⁠O amor não Morre
No silêncio de uma estrada vazia,
Eu carrego as memórias, a dor e a poesia.
Teu sorriso ainda é o sol do meu dia,
Mas as borboletas já voaram, fugiram pra outra sintonia.

E o vento sopra, traz seu perfume,
Mistura saudade com o amargo do ciúme.
Será que o tempo cura ou só disfarça?
Se o coração insiste, a razão já não basta.

Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
Mas às vezes volta, feito chuva no verão.

Te vi de longe, de mãos com outro alguém,
E percebi que o destino brinca também.
Mas quando nossos olhos se cruzaram no vento,
Foi como se o passado gritasse no silêncio.

E as borboletas voltaram a girar,
Cada lembrança fez meu peito chorar.
Será que ainda há espaço pra nós dois?
Ou esse jardim ficou pra depois?

Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
Mas às vezes volta, feito chuva no verão.

Se eu pudesse voltar, te daria mais de mim,
Cuidaria do nosso amor como o mais belo jardim.
Mas agora só me resta o eco da tua voz,
E essas asas quebradas que ainda voam por nós.

Voam, voam, asas do coração,
Entre flores e espinhos, entre perda e perdão.
O amor não morre, só muda de estação,
E às vezes renasce, no fim da escuridão.

Inserida por kauanpinheiro

⁠Entorpecente

Ele faz viver por mais um dia
Quando morre em seu peito mórbida alegria
Mata aos poucos o fraco que antes sorria.

Débil entorpecente
Esvoaça sobre ele o matando que nem ao menos sente
Quando prova do veneno da garganta da serpente.

Após a lembrança efêmera do teu sabor passageiro
Enfrenta desfalecido o sofrer de um dia inteiro
Marcado veias abaixo inebriado do amargo cheiro
Acha em seu bolso a planta da vida
Brevemente acendida
Pelo calor do seu esqueiro.

Vida cárcere, inferno maldade
Inflama da erva a libertinagem
Um púlpito pútrido regado à meias verdades
Salvava o maltrapilho das maiores enfermidades:
Espiritual, física e emocional:
Era o "ópio do povo".

Quem dela não usa logo não tem esperança
De bate pronto ao desespero faz de si uma criança
Quer ir embora do mundo ao céu pulando, como isso cansa.

De curtas madeixas rudes o jovem negro sub-urbano
Levava consigo na mão um diapasão
Com o qual afinava falhadamente seu violão
De cordas opacas, madeiras envelhecidas ao longo ano.

Pergunte a ele onde há de dormir
Coberto, passivo aos males vigentes
Dissipado em sua mente o ópio docente
Cai mais uma vez na desgraça entorpecente.

De tanto abusar de ti ele está para ficar louco
Os gritos da alma se estringem até que rouco
Abre mão da sua vida que ruíra pouco a pouco.

No alto eu vira brilhar uma estrela diferente
Bem longe das outras, bem mais incandescente
Para ele ali era o lugar que Deus reservou
Aquele que a vida insistiu em maltratar partira ao céu doente
De lá irá mostrar o seu valor inerente
O brilho interior que é o que vale realmente
Dando a nós de presente a beleza entorpecente.

Aleksandro Silva- 01/02/2012

Inserida por aleksandro_silva

Todo aquele que morre na véspera é feliz.
21/06/2023

Inserida por uspiao

⁠Morre cedo, quem na vida perde a capacidade de ressignificar!

⁠O ser humano nasce chorando, a vida é trabalhando, morre calado não leva nada em dor.

Inserida por Raimundo1973