Mãe e Filhos

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SER MÃE...

É cuidar, sem esperar nada em troca,
Se entregar, de corpo e alma por outra vida,
Doar anos e até uma vida inteira,
É encontrar a felicidade em outro sorriso,
Amar, até sem ser amada,
Muitas vezes uma longa jornada
Que se for preciso ela faria tudo novamente,
Simplesmente, por amor!

Mãe, quem disse que quando ela vai embora o AMOR vai junto? Ele fica, ele aumenta ou talvez só se faz entender como é de verdade por causa da falta, da saudade e da necessidade que temos dela...
Mãe: fica o amor porque tudo o que recebi das tuas mãos e da tua boca vieram carregados dele, sempre.
Mãe fica também a vontade de poder ter te mostrado esse amor assim em intensidade, mesmo sabendo que você soube, que você soube decifrá-lo em cada olhar inocente de criança contente de ter a melhor mãe do mundo;
Você e tudo o que fez sempre será o pilar de sustentação de tudo que sou e serei;
Você plantou Deus dentro de mim e assim deu tudo o que eu precisava para superar a dor sem fim que é viver sem você
Te amo, mãe, onde estiver... e se eu for metade do que você foi, eu serei contente. Um dia Deus enxugará cada lágrima nossa e seremos felizes para eternidade, então apenas espero pacientemente nosso reencontro, embora o meu amor por ti ainda seja urgente.
Até breve, minha mãe.

⁠Mãe, você é uma mulher batalhadora como nunca vi na vida. Gostaria de agradecer por todo o esforço que fez pela minha educação e pela minha saúde. Minha definição de mulher guerreira é você.

Conflitos de uma baixa estima.

Eu sei amar!!
Alguém poderia me amar?
Sou uma boa mãe!!
Nasci pra ser mãe?
Tenho uma beleza única!!
Como posso ser tão feia?
Tenho competência para fazer o meu melhor!
Não consigo fazer nada direito?
Eu me amo por que mereço!
Eu não mereço ser amada?

Amor de mãe não morre, só muda de atmosfera.

Sou simples, passional, tranquila, impaciente, sensível, chorona, mãe coruja, amiga fiel..FIEL!
Gosto das coisas simples, gosto de ter alguém pra contar os problemas, ouvir também(sou uma ótima ouvinte) jogar conversa fora, rir até doer a bochecha, gosto de ficar uma tarde toda olhando meu filho sorrir, gosto de assistir o pôr-do-sol, sou apaixonada por fotografia, sou muito ciumenta, não guardo rancores, perdão é a coisa mais importante pra mim, RESPEITO vem depois, fidelidade depois, sou fiel ao que sinto! E costumo presentear todos com as verdades de meus sentimentos, não nego sorriso, não escondo tristeza, gosto de coisas banais, de estampar minha felicidade por aí, de receber flores, chocolates, usar aliança, ganhar beijo inesperado, romantismo, gosto do verde, do sol, de pessoas, de filme a dois, do mar, do Al Pacino e do Robert de Niro, troco uma balada por uma pipoca a dois, gosto do amor, gosto de sorrisos, de olhares, gosto de dormir com o meu filho, gosto do meu cabelo naturalmente ondulado, mas uso chapinha quando acho necessário mudar o humor! Acordo de ótimo humor, na verdade é muito raro me ver de mal humor! Gosto de MPB, mas adoro dançar electro, prog e minimal! Quando tô tensa, prefiro o reggae! Apesar de não parecer, eu sou tímida, mas logo me solto, adoro ler, ler e ler, também quero fazer um curso de culinária! Futura dentista, não tenho medo de barata e não sou fresca! Luto jiu-jitsu e abro pote de palmito..
Sou parceira e 'topa-tudo', você pode me ligar as 4 da manhã e me chamar pro forró(???) que eu pulo da cama e em dez minutos tô láá! Já errei muito, amadureci absurdamente, morro de saudades do meu avô, meu herói..
Gosto de ser surpreendida, gosto de friozinho na barriga, arrepio na nuca, halls de melancia, amo meus amigos e minha família, tenho medo do fundo do mar, de morrer sem alguém saber o quanto é importante pra mim, de magoarem meu filho, de não conseguir fazer dele o cara mais feliz dessa vida, de morrer, de não ter alguém pra envelhecer e assitir o jornal das 8.. e sou mais muita coisa que nem eu descobri ainda, mas de uma coisa eu sei, se você convive comigo, pode muito bem completar esse texto, se não convive,entre sem pedir, seja simpático sem medo de retorno..apenas ENTRE..Posso ser muita coisa, mas sei que hoje sou completa, feliz, serena, calma e muito, MAS MUITO feliz e não permito que ninguém estrague isso!

A brusca poesia da mulher amada (III)

A Nelita

Minha mãe, alisa de minha fronte todas as cicatrizes do passado
Minha irmã, conta-me histórias da infância em que que eu haja sido herói sem mácula
Meu irmão, verifica-me a pressão, o colesterol, a turvação do timol, a bilirrubina
Maria, prepara-me uma dieta baixa em calorias, preciso perder cinco quilos
Chamem-me a massagista, o florista, o amigo fiel para as confidências
E comprem bastante papel; quero todas as minhas esferográficas
Alinhadas sobre a mesa, as pontas prestes à poesia.
Eis que se anuncia de modo sumamente grave
A vinda da mulher amada, de cuja fragrância já me chega o rastro.
É ela uma menina, parece de plumas
E seu canto inaudível acompanha desde muito a migração dos ventos
Empós meu canto. É ela uma menina.
Como um jovem pássaro, uma súbita e lenta dançarina
Que para mim caminha em pontas, os braços suplicantes
Do meu amor em solidão. Sim, eis que os arautos
Da descrença começam a encapuçar-se em negros mantos
Para cantar seus réquiens e os falsos profetas
A ganhar rapidamente os logradouros para gritar suas mentiras.
Mas nada a detém; ela avança, rigorosa
Em rodopios nítidos
Criando vácuos onde morrem as aves.
Seu corpo, pouco a pouco
Abre-se em pétalas... Ei-la que vem vindo
Como uma escura rosa voltejante
Surgida de um jardim imenso em trevas.
Ela vem vindo... Desnudai-me, aversos!
Lavai-me, chuvas! Enxugai-me, ventos!
Alvoroçai-me, auroras nascituras!
Eis que chega de longe, como a estrela
De longe, como o tempo
A minha amada última!

Quero paz, não fama.
Quero amigos, não pessoas falsas.
Quero viver, não fazer minha mãe chorar.

Tem que acreditar
Desde cedo a mãe da gente fala assim: filho, por você ser preto, você tem que ser duas vezes melhor. Aí passado alguns anos eu pensei: como fazer duas vezes melhor, se você esta pelo menos cem vezes atrasado...
Pela escravidão, pelo preconceito, pela história, pelos traumas, pelas psicoses, por tudo que aconteceu? Ser dua vezes melhor como? Você é o melhor ou é o pior de uma vez. Sempre foi assim. Se você vai escolher o que estiver mais perto de você ou o que estiver dentro da sua realidade, você vai ser dua vezes melhor como? Quem inventou isso aí? Quem foi o pilantra que inventou isso aí?

Existe uma imagem tão bela que nenhum pintor jamais conseguiu transpor para um quadro: a mãe com o bebê nos braços.

Não deu certo com a minha mãe, né. Mas isso é tão comum, já reparou? Eu tive um monte de colegas com pais separados. Mas, felizmente, poucos com o pai ausente. Às vezes, quando vou jantar fora e vejo o pai sozinho com as crianças, tenho vontade de ir lá perguntar o que fez ele ficar. Assim como queria te perguntar, um dia, o que te fez ir.

Para ti, minha querida mãe, que deves estar num lugar privilegiado no céu. Deixo-te minhas saudades e talvez um dia nós vamos nos encontrar. Continuo a adorar-te. Te amo. Te amo. Te amo.

De mil vidas, um trilhão eu daria pela minha mãe.

Mãe: a palavra mais bela pronunciada pelo ser humano.

Jesus ensinou sobre o amor, mas só conseguimos dizer um Te Amo a um namorado (a) ou ao pai e mãe, e por que algo tão bonito não pode ser dito às demais pessoas? Porque temos medo de falar aos nossos vizinhos, colegas de trabalho e amigos um te amo. O mundo seria bem melhor se colocássemos em prática o amor que Jesus nós ensinou.

Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprimia em busca de calor e alimentação. Eu era, para ele, seu mundo e ele era para mim a escola do amor.
Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estava distante, olhava para o relógio, para que o tempo corresse e eu pudesse novamente aconchegar o meu bebê.
Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim. Tive que fazer um grandioso esforço para poder tomar-me de novo em afeto. Mas até isto, teve como causa primeira, a independência, gradual, mas crescente, que se fazia necessária no momento.
Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.
Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sabia vir de Deus, e que teria sua missão neste mundo. Desconhecia qual era e, em meus sonhos, desejava o máximo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens.
Depois de ser mãe, já podia me comunicar, sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso, um olhar. Era o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.
Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizesse ou dissesse, haveria de ser um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.
Depois de ser mãe aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada era mais importante, nada era mais urgente. Seguia seus passos, de longe, dando-lhe a liberdade almejada, dentro de certos domínios.
Depois de ser mãe, senti meu coração arder, por um gesto apenas, um olhar, um sorriso, um abraço. E no retorno ao lar, após um dia de trabalho, era isto tudo que aspirava.
Depois de ser mãe, eu desejei agir, mas nem sempre o fazia, deixando o pequeno ser arriscar. E quão amargo é cada queda, mas sempre compreendia a importância do crescimento e ele não acontecia sem frustrações.
Depois de ser mãe, fiz mais projetos, que não finalizavam simplesmente em mim, mas incluía aqueles que gerei. Era como um pintor, diante de sua obra, a decidir seu destino.
Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos, para moldá-los segundo a realidade. E entendi que filhos são como palavras, colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos. Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes nem eu me reconheço. Sou outra mulher.
Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.
Antes de ser mãe, eu fazia e com aos alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, Nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas. Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, Meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer teste sou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes. Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!

Sua mãe entra no quarto, e mesmo que você esteja lendo algum artigo na Wikipedia você troca de aba correndo.

Mãe é um eterno ninho aquecido.

A mãe enfermagem trabalhou, cuidou e se dedicou à filha medicina para que ela crescesse e se destacasse.

Sentimentos
Amor! de Mãe, de Pai. Sinceridade! Olhando nos olhos. Saudade! dos bons dias, das risadas, das piadas, de alguém... Ciúme! chatice, desconfiança, sintoma de posse do outro, das coisas. Verdade! Tem que ser dito na hora certa, a sós, sem querer arrancar aplausos ou ser mais que o outro. Medíocre! Imitativo, medir poder, querer ser maior ou melhor que o outro, sem ser pequeno de coração e alma. Sabedoria! Ouvir mais e falar menos, amar sem requisitar dedicação. Perca! Entender, deixar correr a lagrimam sem explicar o porque, aceitar. Misericordioso! Estender mão sem olhar pro corpo, olhar apenas a alma. Gentileza! Nunca completar a frase do outro, e apenas sorrir. Fidelidade! Não se cobra, nem se impõe, apenas dar-se-á exemplo. Sorriso! Não se economiza, nem se vende, troca-se apenas ou doa-se. Traição! Sempre houve, mas nunca acabou de forma boa, tem que ser repensada. Troca! Essa sim; tem que ser compartilhada pra nunca ser esquecida. Esquecido! 0s outros sentimentos, por que se não foram lembrado podem até fazer falta mas com certeza serão apenas complemento dos que aqui foram citados. Que a paz seja sempre a sua meta de vida.