Mãe e Filhos
Mãe,
mulher que usa suas mãos,
para nos educar, alimentar e amar,
pode um filho ser esquecido pelo seu pai,
porém mãe que é mãe, não esquece um filho jamais...
Mãe,
até mesmo brigando com a gente,
nos dá carinho...
por amor,
faz brotar uma flor,
em nosso espinho...
Nunca deixe sua mãe,
para viver sua vida,
é dela que veio você
e da mãe dos seus filhos
virá a sua família!
Ela não vai atrapalhar,
ela vai ficar no cantinho dela só te observando,
pode o mundo te esquecer,
que ela vai por você,
estar de joelhos orando...
Ela vai estar sempre,
mesmo quase sem enxergar,
arrumando uma camisa sua
e sua comida preferida,
só esperando você chegar...
Mãe é um ser tão especial,
para estar com a gente a todo instante,
não para você colocar uma foto dela,
em qualquer lugar da sua estante...
Mãe, mulher amada e exemplar,
ela não fala, mas vive esperando um abraço seu,
faça isso já,
porque amanhã ela poderá estar,
nos Braços de DEUS...
Para você filho,
sua mãe é a sua Felicidade,
hoje ela está a sua disposição,
mas neste mundo de ilusão,
tudo que é bom vira saudade!
Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.
E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.
Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.
Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…
Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.
Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.
Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.
E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!
Quando a Intuição de Uma Mãe Começa a Gritar em Silêncio
Existe um momento na vida de muitas mães que quase ninguém consegue explicar com precisão.
Não é um grande acontecimento.
Não é algo necessariamente visível para quem está de fora.
É apenas uma sensação.
Um desconforto silencioso que começa pequeno, quase imperceptível, mas que aos poucos cresce dentro do peito.
Às vezes acontece durante uma festa infantil, quando todas as outras crianças parecem interagir naturalmente e o seu filho permanece distante, preso ao próprio mundo.
Às vezes acontece quando você chama pelo nome e ele não responde.
Ou quando o olhar não encontra o seu.
E então começa a luta interna mais dolorosa de todas:
a batalha entre aquilo que o coração percebe e aquilo que o mundo insiste em minimizar.
“Cada criança tem seu tempo.”
“É só uma fase.”
“Você está exagerando.”
Mas a verdade é que mães quase sempre percebem antes.
Porque existe algo profundamente poderoso na conexão entre uma mãe e um filho.
Elas observam detalhes que ninguém percebe.
Mudanças sutis.
Silêncios estranhos.
Pequenos comportamentos repetitivos.
Ausências emocionais difíceis de explicar.
E talvez uma das dores mais solitárias da maternidade seja exatamente perceber que algo não está bem enquanto o restante das pessoas tenta convencer você de que está tudo normal.
O problema é que o medo paralisa.
Porque nenhuma mãe quer ouvir palavras que possam mudar completamente o futuro que imaginou para o próprio filho.
Então muitas entram em negação sem perceber.
Não por falta de amor.
Mas justamente porque amam demais.
É difícil aceitar que aquela criança tão sonhada talvez enfrente desafios que outras pessoas nunca precisarão enfrentar.
E existe também o medo do julgamento.
O medo dos rótulos.
O medo do preconceito.
O medo de um futuro desconhecido.
Mas existe algo que precisa ser dito com honestidade: ignorar sinais não faz os sinais desaparecerem.
E talvez uma das maiores demonstrações de amor seja justamente ter coragem de olhar para a realidade antes que o tempo passe.
Porque intervenção precoce muda trajetórias.
A ciência já demonstrou que o cérebro infantil possui uma capacidade extraordinária de adaptação e reorganização. Quanto mais cedo uma criança recebe suporte adequado, maiores são as possibilidades de desenvolvimento, comunicação, autonomia e qualidade de vida.
Mas, para isso, primeiro é preciso vencer o silêncio.
É preciso parar de tratar intuição materna como exagero emocional.
Mães convivem diariamente com seus filhos.
Elas percebem mudanças mínimas.
Ritmos diferentes.
Desconexões sutis.
Sensibilidades incomuns.
E muitas vezes a primeira pessoa a identificar os sinais é justamente aquela que passa noites inteiras tentando convencer a si mesma de que talvez esteja errada.
Só que quase nunca está.
Talvez uma das partes mais difíceis dessa jornada seja entender que o diagnóstico não destrói uma criança.
O que destrói é a ausência de suporte, compreensão e acolhimento.
Porque nenhuma criança deixa de ser quem é após um laudo.
Ela continua sendo a mesma criança.
Com o mesmo sorriso.
Os mesmos olhos.
Os mesmos afetos.
As mesmas possibilidades de desenvolvimento.
O diagnóstico apenas oferece direção.
Oferece entendimento.
Estratégias.
Intervenção.
Acesso.
Suporte.
E principalmente: oferece a chance de que aquela criança seja compreendida antes de ser julgada.
Existe algo profundamente cruel na maneira como a sociedade ainda transforma diferenças neurológicas em motivo de medo.
Mas talvez o verdadeiro problema nunca tenha sido a criança.
Talvez o problema seja um mundo que ainda não aprendeu a acolher formas diferentes de existir.
Enquanto muitas famílias vivem em silêncio tentando entender o que está acontecendo, milhares de crianças seguem precisando apenas de uma coisa: adultos dispostos a enxergá-las além dos próprios preconceitos.
Porque nenhuma mãe deveria carregar sozinha o peso de perceber que algo está diferente.
E nenhuma criança deveria crescer sem acesso à oportunidade de desenvolver todo o potencial que existe dentro dela.
Diane Leite
A minha mãe sempre dizia que quem dorme com criança acorda mijado então, se você não quer algo pra você não se misture.
Ser mãe de UTI é não segurar seu filho nos braços quando ele nasce... É olhar pela incubadora
É sentir seu bebê pelas pontas dos dedos esterilizados em álcool .
Ser mãe de UTI é ser viciada no monitor... É ver seu filho respirando por aparelhos com sensores medindo o que há de vida na sua criança... São os benditos 88% de saturação...
É tirar o leite manualmente... É ver o leite entrando pela sonda e torcer pra a quantidade aumentar todo dia... É ter paranoia com o processo ganha/perde de peso diário... Num dia ganha 10 gramas e no seguinte perde 15... Isso é um desespero... É se incomodar com as aspirações e procedimentos feitos a todo instante, mas saber que é um mal necessário é ver picadas e mais picadas para exames e não respirar enquanto o resultado não aparece... É chegar no hospital com o estômago dando cambalhotas... Com medo do que vai ouvir da pediatra... Para ser mãe de UTI, tem que virar pedinte e mendigar todo dia uma boa notícia, mesmo que seja a bendita palavrinha "estável" - que significa que não melhorou, mas também não piorou... E não se esquecer de agradecer o cocô e o xixi de cada dia... Sinal de que não tem infecção... Mãe de UTI também tem rotina: UTI-casa-UTI de segunda a segunda... Sem descanso... E como é possível descansar??? Para ser mãe de UTI é preciso muita Fé 🙏 porque na hora do desespero é você e Deus... É joelho no chão do banheiro da UTI para pedir milagre ou pedir que acabe o sofrimento... Haja Fé! E só com Fé... É ser rainha da impotência, por ver o sofrimento e a dor do seu bebê e simplesmente não poder fazer nada... Só confiar... É conversar com seu filho através da encubadora e ter lágrimas escorrendo pelo rosto todo dia por não poder sentir seu cheirinho e beijar seus cabelos... Mas ser mãe de UTI é superação, é ter história para contar.
É entender sobre um monte de doenças que ninguém imagina que existe... É sair da UTI com festa e deixar por lá amigos eternos e preciosos... Ser mãe de UTI é ter medo do vento... Da bronquiolite... Do inverno e do hospital... Toda mãe é um ser guerreiro por natureza, mas a mãe de UTI precisa ser guerreira em dobro, e isso nos difere e, ao mesmo tempo, nos iguala... Lutadoras, perseverantes, resilientes, frágeis a ponto de desabar a qualquer momento, mas com uma força absurda... Uma força que talvez venha de um útero vazio...
Assim são as mães de UTI.
Ps_hoje 9 anos depois ver o resultado das minhas orações cheio de saúde me da uma alegria imensa e voltar para oa mesma maternidade para ter meu segundo filho com a confiança de que serei bem atendida e meu bebê bem cuidado.
Agradecimentos a Deus em primeiro lugar, minha família, a recepção do hospital pela educação e o cuidado com que nos recebe na entrada a segurança os maqueiros a equipe que fez meu parto foi maravilhosa, gratidão e continuem sendo esses profissionais do bem que fazem a grande diferença para um bom plantão.
Deus abençoe a todos 🙏💙🩵@Jessica mãe do Luan e do Allan 🥰
Pensamento do dia;
JUSTIÇA PELO HENRY
Que a mãe pegue a pena máxima por deixar seu filho à mercê de um bandido.
#juripolar#justiça#julgamento
Se o homem mau é capaz de abusar da própria mãe, o que ele não será capaz de fazer com as mães dos outros?
"Tem gente que ao partir vira estrela.
Minha mãe virou borboleta a tilintar entre as flores..."
Haredita Angel
17.11.25
O orgulho de um pai ou de uma mãe pela vitória de um filho ou filha, às vezes é apenas uma lágrima que expressa simplesmente tudo...
Não suba montanhas para que o mundo te veja, mas para que você possa ver o mundo. A verdadeira maestria não reside em vencer caminhos tortuosos por orgulho, mas em trilhar o óbvio com tamanha presença que o comum se torne sagrado.
Honrar pai e mãe é expressar amor e gratidão; ao amar, irradiamos boas energias que alcançam nossos ancestrais e reconhecemos com respeito aqueles que abriram o caminho antes de nós.
Isso me basta...
— Mãe, estou assustado com o seu nível social…
Ela sorriu com calma, como quem já entendeu o mundo há muito tempo.
— Não se assuste, respondeu. Eu não subi degraus nem disputei lugares. Não carrego títulos, nem rótulos. O que eu tenho é nível humano.
Fez silêncio por um instante e completou:
— E nisso, meu filho, todos somos iguais. Quem se acha acima, já se perdeu de si.
A Mãe e o Olhar
Edineurai SaMarSi
Quando eu era criança, a vizinha perdeu o único filho — quase homem… ainda menino.
Eu a observava.
Sempre fui boa nisso.
Depois disso, ela nunca mais foi a mesma.
A casa seguia arrumada,
as portas abertas,
o café no horário.
Mas os olhos…
ah, os olhos…
Eram fundos.
Vazios.
Fazia tudo como antes.
A vida seguia.
Mas, em seus olhos, algo havia mudado.
Não tinham mais alma, não tinham mais vida…
As tentativas de sorriso eram falsas, assim como a vontade de continuar.
Eu me lembrava de antes — da sua alegria, da família feliz — e, com a minha inocência de menina, pensava:
“Logo isso passa.”
Não passou.
O tempo andou.
Cresci.
Tornei-me adulta.
Ela se mudou, mas, quando a via, mesmo de longe, aquele olhar continuava o mesmo — parado naquele dia.
Como se a alma tivesse saído devagarinho
e ido atrás dele.
Eu não entendia…
Até ser mãe.
E perceber que há dores
que não enterram só um corpo —
enterram o mundo inteiro
dentro do peito de quem fica.
E alguns dias…
simplesmente não passam.
"Se o sangue de Jesus Cristo tem poder! Biologicamente este poder veio de Maria a sua mãe! Negar o sangue de Maria é negar o próprio Deus que se fez homem!"
