Frases para mãe com reflexões emocionantes

O poder de uma mãe está em seus joelhos dobrados e em seu coração firmado em Deus. É do Senhor que vem a força, a sabedoria e a coragem para amar, cuidar e nunca desistir.
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Mãe firmada em Deus é força que não se abala, amor que não se esgota e fé que transforma qualquer dificuldade em esperança. Quando uma mãe confia no Senhor, Deus renova suas forças, guia seus passos e sustenta seu coração todos os dias.

Às vezes por trás de um sorriso de uma mãe há uma dor incomensurável presa.

“Perdi minha mãe enquanto estava morando em outro estado, com a família que formei. De lá enviava ajuda, porque a vida era difícil.


Passei anos tentando sobreviver, acreditando que, de alguma forma, ainda haveria tempo para reorganizar tudo. Mas a vida foi levando pedaços de mim no caminho.Aconteceu a separação conjugal. Dois anos depois veio a dor que nenhuma mãe imagina suportar: meu filho, já adulto, morreu por suicídio.


Desde então, vivo me perguntando se perdi as pessoas que mais amei por falta de amor… ou justamente porque, em algum momento, precisei partir para tentar sobreviver. Essa pergunta me atravessa todos os dias. Porque uma parte de mim sabe que nunca deixei de amar. Mas outra parte ainda me acusa por não ter conseguido permanecer, proteger ou salvar.


Hoje entendo que a vida nem sempre nos coloca diante de escolhas entre o certo e o errado. Às vezes, escolhemos apenas o que parecia possível naquele momento. E carregar essa consciência talvez seja uma das dores mais difíceis de suportar.

Toda Mãe é uma Ilha


No brilho do olhar, a primeira canção
Embalando o sonho, a pura emoção
Um farol que guia na imensidão
A força que pulsa no seu coração


Toda mãe é uma ilha, cercada de anjos, marmanjos
Banhada por ondas de amores e de dores
Um porto seguro em meio aos desenganos
Um farol de luz que espanta os temores


Os anjos cresceram, viraram marmanjos
Com seus próprios voos, seus próprios arranjos
Cada passo longe, um novo arrepio
Mas seu colo é sempre o melhor abrigo


As tempestades vêm, o tempo castiga
Mas a ilha resiste, forte e antiga
Em cada ruga, uma história pra contar
Do amor infinito que sabe doar


Toda mãe é uma ilha, cercada de anjos, marmanjos
Banhada por ondas de amores e de dores
Um porto seguro em meio aos desenganos
Um farol de luz que espanta os temores

A gente não nasce mãe, a gente nasce filha e morre filha, mas um dia uma mãe nasce na gente!
Mãe não tem manual!
Conforme a vida vai exigindo, vem o instinto, garra, força e zelo pela cria... quase visceral.

MÃE
Magnitude tão especial

Não se pode esconder o excesso de amor incondicional dentro do peito de uma mulher que é mãe.

Quando a maternidade chega, uma infinidade de coisas acontece dentro do seu corpo: mistérios e milagres se fundem. Ela cede espaço, doa vitaminas, sangue, alimento e tudo aquilo que um dia também lhe foi doado, para receber seu filho.

Tudo nela se desloca, muda de lugar e se transforma para proteger a vida que carrega. No fundo desse coração encharcado de amor, existe uma fortaleza criada para servir de suporte seguro, forte e confiável.

Somos fortaleza, somos força, somos mãe.

E, como sempre digo: Dia das Mães são todos os dias.

Feliz Dia das Mães a todas!

A-COR-DAR MÃE

Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Meu porquê quando não.
Meu pulsor quando sim.
Quando falta-me chão,
meu céu, meu jardim.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Minha farta visão
quando cega de mim.
Filha, pedaço,
tempo sem fim,
que é feito de (a)braço,
inteiro e assim.
Na razão-emoção,
quando sim-salabim,
uma nova missão,
fazer casa em cupim.
E na vez de ser sorte
— o lembrete a florir,
é preparo, antevência,
para azar nem tossir.
Que é lugar não de espera,
mas de ser o meu manto,
entender primavera
enquanto adianto.
Minha marca diária,
meu pano que pinga,
a limpeza sumária,
uma sola que vinga.
É pedra com rosa,
é passagem sem rito,
é poema com prosa,
é lição por escrito.
É joelho exposto,
amor-tecer no atrito,
e no pressuposto
aumentar gabarito.
Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Enxergar menos beleza
onde não fica (e)vidente.
Quando faltam-me flores,
meu pedaço, semente.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Eis assim salvação,
Meu resgate de mim.

(Vanessa Brunt)

⁠Nunca fale mau da tua esposa para tua mãe, e nem da tua mãe para tua esposa.

Uma mãe é hábil em ultrapassar os limites da dor para ver os olhos de quem ama e isso é apenas o começo daquilo que ela e capaz.

Amor de mãe não é exagero,
é excesso que Deus permitiu
pra compensar o mundo.

Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.


O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.




O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.


Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.


Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.


Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.


Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.


Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.


Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Amo-te muitíssimamente muito mãe, pois és a Alfonsina, o seu nome provém de Alfa, que também é um dos títulos de Deus, o meu pai espiritual.

A gente tem dois pais: o biológico e o espiritual.
Já a mãe, temos apenas uma. Valorize, ame, cuide e seja filho.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Voltei a mãe, trouxe-me felicidade. Família, escola, trabalho e igreja são portos.

Aprendi a pensar nos outros e não desistir em nome da minha mãe, a Alfonsina Buconzo Ngoio, aprendi a medir a atitude, saber quando e como agir, a confiar em Deus e ninguém mais, aprendi a me abrigar com postura e não despedaçar o meu corpo e não desperdiçar o meu tempo com substantivos que não têm importância.

Eu já errei muito, na verdade eu erro todo santo dia...

Nem sempre eu consigo ser a melhor mãe do mundo, melhor esposa, melhor professora ou melhor empreendedora.

Já errei como filha, já errei como mãe, já errei como esposa, já errei por excessos, já me perdi inúmeras vezes... E sei que ao longo da minha jornada eu vou errar pra caramba.

Mas o que quero te dizer com isso tudo?

Que você também vai errar e ESTÁ TUDO BEM!

Quem erra tem chances de acertar, quem erra não está no comodismo, de fato, faz algo diferente.

Me sinto grata por cada tapa na cara que a vida me deu, melhor sim, do que ter uma vida monótona e sem lembranças.

O medo não te levará para lugares extraordinários! Erre mas não permaneça no erro.

Saiba o que você quer e por favor, não desista de ter uma vida extraordinária!