Má Fama
Letra da música: Sonhos Herdados de Rodrigo P. S.
Eu vim de histórias que eu nem vivi
De mãos calejadas antes de mim
De sonhos guardados em silêncio
E medos que aprenderam a existir
Carrego nomes, gestos e sinais
Verdades que eu nem questionei
Fui repetindo passos antigos
Sem perceber onde eu me deixei
Mas teve um dia… no meio do caminho
Que algo em mim resolveu perguntar
Se essa vida que eu tô vivendo
Foi escolha… ou só continuar
Eu honro tudo que me trouxe até aqui
Cada raiz que me fez crescer
Mas hoje eu sinto… que existe um outro caminho
Esperando eu me reconhecer
Não é negar de onde eu vim
Nem apagar o que ficou
É só parar… olhar pra dentro
E ver o que ainda não começou
Disseram: “segue, é mais seguro assim”
“Não mexe no que já se construiu”
Mas no silêncio das minhas certezas
Tinha um vazio que nunca sumiu
Talvez o medo não seja o fim
Talvez seja só um portal
Talvez a chave que eu tanto procuro
Sempre esteve no essencial
E se eu soltar o que não é meu
Será que eu caio… ou aprendo a voar?
E se eu escutar o que eu sinto
Será que eu começo a me encontrar?
Eu honro tudo que me trouxe até aqui
Cada raiz que me fez crescer
Mas hoje eu sinto… que existe um outro caminho
Esperando eu me reconhecer
Não é negar de onde eu vim
Nem apagar o que ficou
É só parar… olhar pra dentro
E ver o que ainda não começou
Não existe mapa pronto
Nem resposta pra levar
Só perguntas no caminho
E coragem pra escutar
Talvez não seja sobre chegar
Mas sobre quem você se torna ao tentar
E no espaço entre o medo e a escolha
Alguma verdade vai te encontrar
Eu honro tudo que me trouxe até aqui
Mas não preciso mais me prender
Tem tanta vida além do que me disseram
Talvez esteja em você… ver
Se você parasse agora…
E ninguém pudesse te julgar
O que, dentro de você,
Ainda estaria esperando pra começar?
"A dor é o mapa que o destino desenha no peito de quem não desiste. Se você souber ler as marcas, verá que cada ferida aponta exatamente para onde você deve seguir."
— Ginho Peralta
Tríplice Poema
1. [Ciclone]
Natureza,
Nem boa, nem má,
Apenas implacável.
2. [Definição Abdominal]
Tanque de guerra,
Tanque de roupa,
Tanquinho.
3. [Transbordado]
Ele teve tudo
O que todo mundo quer na vida,
Mas como todo mundo sabe,
Ter tudo nunca é o bastante.
22/01/23
Michel F.M.
Você precisa de uma habilidade que aumenta seu valor
Sem isso o mercado sempre vai te pagar o mínimo.
Quando um profissional de saúde troca princípios por dinheiro, ele perde não apenas a confiança, mas a própria dignidade
Tu nunca me deixou sozinho
Em cada tempestade Tu estavas comigo
Nenhuma má noticia roubará minha Fé
Eu sei que em meio ao caos me manterás de pé Tiago Cardoso
Como pode o fraco de espírito esmagar o forte? Como pode os de má índole decidirem a sorte dos de boa índole?
Se estás perturbado por qualquer coisa exterior, o sofrimento não se deve à coisa em si mesma, mas à avaliação que fazes dela; e isto está em teu poder anular em qualquer momento. Se a causa do problema está no teu próprio caráter, trata de alterar os teus princípios.
Não são as guerras, a violência ou má sorte que podem derrotar um bom homem, somente uma mulher poderá levá-lo à ruína completa, pois dormir ao lado do inimigo é a melhor estratégia para vencê-lo.
Geração de 90: fez filho, sai de casa e vai criar.
Geração atual: tenho 20 anos e 2 filhos, mas quem cria é minha mãe e meu pai kkk
"Reflexão Aprendizado"
"Quem vive pra ser visto até impressiona por um tempo… mas só quem é verdadeiro permanece quando ninguém está olhando.”
@Suédnaa-Santos.
Sua beleza é luz que o mal desatina,
Um brilho raro, uma força que ilumina.
Olhar de aço, mas de doce compaixão,
Erguendo o escudo contra a vil traição.
-------- Eliana Angel Wolf
O mal não busca amizade, busca refúgio: duas pessoas de má índole se unem para que nenhum precise sentir vergonha de quem realmente é.
os bons se tornam saudade porque deixaram algo que faz falta; os ruins permanecem como presença, mas sem ocupar lugar nenhum no peito de ninguém .
A Argentina é maior que os mileis, os Estados Unidos são maiores do que os trumps e o Brasil é maior do que os bolsonaros.
É clichê afirmar,que o bem deve ser feito independente da pessoa, seja boa ou má, isso não se aplica nos dias atuais.
O entregador de jornal.
Eu comecei a trabalhar aos nove anos de idade.
As quatro horas da manhã, já estava rompendo a madrugada para chegar ao centro de distribuição do famoso jornal Diário de Notícias, na Avenida Carlos Gomes em Salvador/Bahia.
Aos quinze anos, estava com a minha genitora comprando os materiais para construção de nossa casa, na Ladeira dos Coqueiros, número um; no bairro de Brotas.
O dinheiro foi fruto da minha indenização dos seis anos de serviço prestado ao famoso D.N.
Hoje uma criança não pode mais trabalhar para ajudar os pais.
Mas, ninguém faz nada para ajudar-las a ter uma vida digna e descente.
Hoje tenho setenta anos e percebo que nada mudou, vejo crianças que as vezes não tem nada para comer; porque os pais não tem nada e nem um salário digno para lhes oferecer uma vida digna.
Do outro lado observo que homens e mulheres que se apresentam como representante do povo, levar uma vida de luxo e seus filhos têm o melhor café da manhã o famoso café tropical enquanto os filhos de seus eleitores; só comem o famoso pão de sal. Ospolíticos só lembram dos eleitores no período de eleição, batem em suas portas com beijos e abraços depois de eleitos eles lhes pirraçam com tantos impostos para eles pagar. Então eu pergunto: Quem podem lhes ajudar ?
Essa é uma carta que não será enviada.
Não porque falte coragem, mas porque ela não precisa mais de destino.
Ela é sobre mim.
Sobre o que eu precisei aprender para continuar inteiro (a).
Eu te amo.
E dizer isso não me diminui.
Não apaga o que vivemos, não invalida o que senti,
não transforma tudo em mentira.
O amor existiu...
e isso basta.
Mas hoje eu sei:
amar não é sinônimo de permanecer.
Durante muito tempo eu confundi amor com espera,
com adaptação excessiva,
com silêncios engolidos para não perder.
Confundi amor com suportar o que doía.
Mesmo quando meu corpo já pedia descanso.
Eu tentei.
Mesmo quando a reciprocidade não vinha.
Eu tentei.
Essa carta nasce quando algo muda por dentro.
Quando o amor deixa de ser um pedido
e passa a ser uma constatação serena:
eu te amo, mas eu não te quero mais ...
Não te quero mais ocupando um espaço que me custa a paz.
Não te quero mais como projeto de salvação,
nem como esperança que me adia.
Não te quero mais se, para isso,
eu preciso diminuir as minhas necessidades,
anestesiar meus limites ou negociar minha dignidade emocional.
Isso não é frieza.
É amadurecimento emocional.
E quando o afeto encontra o limite e aprende a respeitá-lo.
Eu te amo, mas agora escolho a mim.
Escolho o silêncio que organiza,
a ausência que cura,
o vazio que prepara um espaço mais saudável.
Escolho não insistir onde só eu me esforço.
Escolho não romantizar a falta,
nem chamar de amor aquilo que me fragmenta.
Talvez essa seja uma das despedidas mais difíceis:
aquela em que não há ódio, não há briga,
não há culpados.
Só há consciência.
E consciência dói, mas também liberta.
Essa carta não precisa ser lida por você.
Ela precisava ser escrita por mim.
Porque quando eu consigo dizer "eu te amo,
mas eu não te quero mais,
é sinal de que o amor-próprio finalmente encontrou voz.
