Luz Conhecimento
Luzes dentro do corpo inerte todavia a luz conduz a escuridão e para escuridão caminho se torna luz.
O Palco da Sé
Sob a luz cálida e poluída da tarde, o metrô parece um portal para outro mundo. A Catedral da Sé agora vende ingressos para quem quiser ver suas obras e contemplar sua missão singela; mas, pelo preço caro, faltaram os "bebes e comes"...
Piadas à parte, os indigentes e moradores de rua fazem o verdadeiro contraste. Há lojas fechadas e o Corpo de Bombeiros sempre a postos. Livrarias agora parecem cafés e lanchonetes. As lojas de discos ganham outro formato, onde a convivência com os animais traz o ardor do odor — afinal, a limpeza não faz parte da crônica dos discos velhos, relíquias de um tempo que já passou. Ali perto, o chafariz parece um banheiro a céu aberto.
Ter um posto policial na praça não significa que o lugar seja seguro. Acontecem shows a céu aberto e também apresentações de magia: o palco perfeito para o roubo de carteiras e celulares. Esse é mais um pedaço da cidade de São Paulo.
O motor de fotons aonde caminhamos por estradas de luz na escuridão do espaço sideral nos aneis de Venus.
Sonda visualiza multiplas aneis de supernovas a arma recem criada pela federação galática a arma genises faz um planeta morto virar um planeta rescem formado com oxigênio e vegetação ja conduzidas num novo mundo.
Seja o desejo do abismo.
A voz do inconsciente.
No sumário de seus pensamentos sois a luz que mundo se esqueceu.
Mero momento irônico...
Sois a voz que foi silenciosa...
Nos primórdios dos sentimentos...
Sendo lúcido é assim...
Celso Roberto Nadilo
Luz que revida.
Luz que alucina,
dentro, dos espaços,
livres somos
alucinantes espíritos...
Algoz atroz...
na ausência da luz...
No referirmos ao primeiro amor.
Murmurou e ainda assim sois a luz...
Caminhas por terras perdidas.
Se faz tempo se dobrar num estado inerte todavia se esconde num estante...
A terra morre e nasce a luz caminha.
O vento sopra pensamentos...
luz, soa o momento que ainda olhamos os céus....
As partículas de insinuações.
Sendo as palavras apenas sussurros
Que dão deslumbre da derradeira sombra acolhedora.
Sera que mundo ainda respira a virtude...
Por Celso Roberto Nadilo
O sere
O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.
Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...
sonhos dos nossos futuro.
num caminho de luz ate escuridão.
Andamos ate que pousamos o primeiro passo no desconhecido..
E aonde caminhamos pelo astros da imensidão, somos luzes no breo da ignorância.
buscamos perguntas e respostas diante do desconhecido.
A guerra nos atraza em aapiral de um abismo de destruição.
E abnegação destes fatos so demonstra a fragilidade para o qual devemos ter responsabilidade e dignidade de compreender a derradeira verdade.
A vida floresce e morre. ..
Nos instante da existência somos sonhos do criador...
Na nebulosa maravilhoso seres de luz caminham na luz celeste.
Gases nobres fazem o início da vida,
Seua existência no linear de nossas vidas sao apenas um percentual tão pequeno e mesmo assim contemplamos sua beleza...
Num caos caótico vemos final de uma estrela no seu último ato...
No frio do espaço sideral translúcido vemos aglomerados de rochas para os quais estão distantes em nossos sentimentos observamos o passado.
Entretanto temos nossos loucos ditadores, que deviam cuidar do povo e ter realizações notáveis, nos levado a um novo caminho no patamar da evolução...
Velhos ditadores que são expostos pela inata virtude que os tem como domínio...
Todos os dias temos milagres as luz da cidades estão acessas.
No amanhecer temos o início da vida...
Simplesmente o arvorecer seduz as luzes que insiste a acender.
Anoitece na cidade de sonhos.
Os dias são metáforas do mesmo momento que amanheceu.
Sempre é um ato inesquecível...
Flores da madrugada serenas faces
Petulância se tornou romance
Então a luz te deixou .
Num penhasco de emoções me torturei
Pois a cada monto que sonhei esperei estar ao seu lado...
Mais nada nem ninguém ousou ferir meu coração tão profundamente que mundo terminou...
As flores secaram o deserto do seus olhos buscam vida meus olhos.
Mas jas a origem de um sentimento puro para aonde foi embora nunca mais voltou...
Sendo sensatez ganha sombras num novo tempo de lucidez a tenho como novo amor que começou as flores antes mortas ganham vida resiste em mais um momento irônico do tempo se torna o temporal.
Manifesto da Caverna Digital
Por Celso Roberto Nadilo
Da luz nasce a lucidez; da escuridão, a conspiração.
Denoto o deleite do "estar sobre o consciente". Eu, o político corrupto de mim mesmo. Observo as deformações projetadas na parede da caverna e as alegorias que alimentam o medo dos fanáticos "seres de luz". Olho para o vento, empurrado pelo ar-condicionado, enquanto o ambiente é aquecido pelo sopro dos coolers que tentam resfriar as máquinas.
A informação, antes escassa e buscada a passos lentos através do modem discado, hoje nos atropela. Esse excesso se parece muito com o velho paradoxo: só sei que nada sei, mesmo diante de todo o conhecimento do mundo. Frente ao desconhecido, minha alma se faz verbo; evoluímos para a palavra quando o mistério nos confronta. Mas o que sou eu diante disso? Nada mais do que o próprio ser. Se penso, logo existo, e diante do que sou, sigo sendo o "eu" que habita o subconsciente.
Na clareza da minha mente, vejo a caverna digital. O feudalismo digital. O silêncio ensurdecedor de nossas almas falantes.
A preguiça de pensar nos colonizou: se há dúvida, o Google resolve; se falta método, o YouTube ensina — até a voz da experiência se rende ao clique. Mas nem tudo o que se pesquisa abraça a realidade. Cada experiência humana é única, assim como é único o vazio daquele que abdica do seu senso crítico. Minha voz estacionou na resiliência da pragmática. Sou um navegante cheio de sonhos em um mundo feito de alegorias.
Dividimos o espaço com o velho pão e circo. Vivemos uma alienação coletiva, alimentada por interações extremistas de uma direita radical e de uma esquerda socialista e comunista. Mas, no fundo, a verdadeira crise é a corrupção do próprio ser. Eis o novo cabresto: o antigo voto dos coronéis agora é a ilusão burguesa, maquiada com viés filosófico. Caminhamos pelo espaço tecnológico, mas ainda somos saqueados por piratas corporativos e governantes. Obras ilusórias e gastos milionários continuam blindando os "homens de bem".
A balança da justiça está quebrada. Se um miserável rouba um pedaço de pão, são vinte anos de prisão, sem direito a condicional — a pena original era de um ano, mas o sistema esqueceu o indivíduo, e a revisão do processo se perdeu na fila do esquecimento legal. Enquanto isso, outro desvia milhões, filma a própria audácia e agora quer ser presidente. Um terceiro, que nem cometeu crime, só por usar o boné errado ou estar perto do fato, amarga dois anos de cela até provar uma inocência que ainda lhe custará caro.
O circo continua. E nós, diante dos fatos narrados, continuamos sendo testemunhas — e cúmplices — do nosso próprio tempo.
Nas sombras somos a duvida ate que a luz celeste seja manipulável.
A manipulação é apenas equivalência da observação.
Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.
"O fenômeno da cor é o reflexo do espectro luminoso e da reação da luz com a atmosfera; o contato com a pressão atmosférica confere a perspectiva de espaço e tempo. As cores cinza, amarelo envelhecido ou verde desfocado tremulam entre as tonalidades da própria dimensão espaço-temporal.
O branco e o azul oscilam entre o vermelho e o infravermelho. A perspectiva da existência alinha-se nessa vertente, e a proporção da probabilidade pode ser deflagrada na ação lógica e corretiva, nas fronteiras da profundidade e da propriedade existente no espaço e no ato contínuo da luz.
O relativismo da continuidade simplifica, exatamente, a extensão da positividade ou negatividade do universo. Essa extensão da luz e a continuidade do relativismo abrem a subversão da cor para o divisor quântico — a grafia por trás do sistema arcaico do tempo, que sustenta a tradicional visão tridimensional."
— Celso Roberto Nadilo
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