Luz Conhecimento
Solta o fardo, apaga a luz,
deixa de lado o que te conduz.
A vida não é só conta e medida,
é o pulsar da alma, a paz permitida.
Não se cobre tanto, não se exija o mar,
basta o silêncio de apenas estar.
Sonda Parker: Para Ir Brilhar Junto Com O Sol.
A luz do Sol traz as manhãs.
Iluminando o céu a uma distância que possibilita uma grata luminosidade com uma cor amarela.
Há milhares de anos brilhante sobre esse céu.
E em outros céus que estão alinhados com a sua alma nesse seu sistema planetário.
Em algum momento o seu esplendor seria visitado por algo veloz.
Para conhecê-lo e tentar sentir aos poucos a sua vida estelar.
E nessas manhãs iluminadas por sua luz algo estava sendo feito em algum lugar no Planeta Terra.
Também entre as tardes em que refaz.
Algo com partes de satisfação e esforço estava sendo idealizado.
Brilhando distante o Sol se manifestava.
Com a sua luz de amizade.
Os dias passavam com o tempo.
Como uma satisfação que se esforçava para
ser feita em algum lugar já definido.
Mais manhãs de Sol foram vistas.
Nesse mesmo tempo que sabe contar os dias.
Distante o Sol brilhava com um sentido bonito.
Sob a sua luz algo estava prestes a ser terminado.
Com mais manhãs e tardes.
Com o passar do tempo a satisfação e o esforço formaram uma sonda caprichada.
Uma sonda que iria ao encontro do Sol em algum momento.
Com uma forma apresentável e com caprichos nos seus muitos detalhes.
Sob a luz do Sol teve o nome escolhido.
"Parker".
Com a escolha do nome a sonda já estava satisfeita.
Então era se esforçar para ir até o Sol.
Mas antes disso ela precisaria ser levada até uma base de lançamento.
Com o foguete espacial de nome Delta IV Heavy que esperava a sua presença.
Em uma noite com outras estrelas do dia 12 de Agosto 2018 o foguete espacial decolou tendo a luz delas na suas formas.
Porque o Sol brilhava em uma outra parte do Planeta Terra.
A cada instante em que subia a luz das outras estrelas iluminavam a sua trajetória.
Com a Sonda Parker ficando mais convencida do que iria fazer.
Após um voo rápido o foguete espacial
Delta IV Heavy deixou que a Sonda Parker visse o Sol e o seu encanto de estrela.
O Sol e sua magnífica realeza.
Mesmo com uma grande distância a sua luz tocava o foguete espacial e a sonda de um jeito intenso e tão seu.
Com a Sonda Parker observando o Sol e o seu esplendor o foguete espacial Delta IV Heavy teve que retornar para a sua base de lançamento naquela mesma noite de tantas estrelas.
Com satisfação e esforço a Sonda Parker estava com uma inegável expectativa nos seus detalhes.
Ainda distante o Sol a iluminava sobre o Planeta Terra.
Com aquela expectativa a Sonda Parker iniciou um voo para ver o Sol mais de perto.
Com uma velocidade ainda não vista em um outro objeto que havia saído do Planeta Terra foi deixando para trás aquela forma rochosa em azul e verde e as outras estrelas no horizonte profundo.
Antes de ir ao encontro daquela estrela amarela e amiga a Sonda Parker teve que visitar o Planeta Vênus.
Com um forte calor na sua face.
Um planeta rochoso com um clima quente e uma superfície repleta de vulcões,assim como uma chuva com gotas diferentes e também quentes que caem sobre si.
O movimento que o Planeta Vênus descrevia impressionou a Sonda Parker.
Ele era no sentido contrário do que fazia o Planeta Terra.
Voando algumas vezes ao seu redor,sentindo a sua face quente e rochosa a sonda teve que ir na direção da luz do Sol.
E com uma grande velocidade fez isso.
A Sonda Parker era tão veloz que alguns ventos solares foram supreendidos na medida em que tocavam a sua estrutura.
Além da satisfação e do esforço a sua estrutura tinha um escudo.
Uma proteção feita para amenizar um pouco a poderosa luz do Sol.
Que mais uma vez à brilhar via aos poucos a sonda em alta velocidade vindo entre os seus ventos velozes.
Com expectativa a Sonda Parker voava na direção do Sol.
Tão veloz e com uma satisfação em cada parte da sua estrutura.
Nessa velocidade os seus rastros se esforçavam para
segui-la.
E o Sol lhe esperava.
E ficava pensando como um ponto aos seus olhos de estrela poderia chegar mais perto,mesmo com um calor grandioso vindo da sua alma.
Uma alma brilhante em luz e sinceridade teve a sua alma tocada de algum jeito por aquela sonda veloz ainda distante.
Que entre os seus ventos de estrela se aproximava.
E no seu lugar o Sol brilhava com uma coroa de fogo.
Com pontas ardentes e que balançavam sobre a sua realeza.
No dia 7 de Junho de 2020 a sonda tirou uma foto que com certeza também marcará a sua viagem.
Em uma mesma foto ela registrou o Sol e os planetas Mercúrio,Vênus,Marte,o Planeta Terra,Júpiter e Saturno.
Em um alinhamento fantástico e admirável.
Quando o Sol ficava maior sobre o seu escudo ainda há milhares de quilômetros a Sonda Parker teve que diminuir a sua velocidade incrível.
Um grandioso calor que ela ainda não havia sentido iluminava os seus caprichos.
No dia 24 de Dezembro de 2024 chegou mais perto do Sol após um merecido esforço.
Entre a gigantesca estrela e as suas pontas de fogo viu o Planeta Mercúrio.
Telescópio Espacial James Webb: Ao Passado Do Universo,Na Luz Do Sol,E Para Se Redescobrir.
Entre o ir do tempo sobre os dias o início de algo importante está se tornando evidente.
Em algum momento foi pensado assim.
Para que pudesse compreender e compartilhar novas descobertas sobre o universo.
Com o ir e vir do tempo a sua importância foi ficando ainda maior.
Em algum lugar específico a sua montagem começava.
Com partes de liberdade e capacidade algo estava se formando.
Com a sua conhecida paciência o tempo ia passando.
E via como algo com uma sabida importância estava sendo finalizado.
E que dentro dos seus números em algum momento seria atraente.
Com os dias no seu percurso o tempo presenciou com orgulho a formação de algo importante e valioso.
E foram muitos dias assim nessa espera.
Com a importância que ele teria lhe foi dado o nome de "James Webb".
Um telescópio com um espelho semelhante à uma colmeia.
Um espelho fino e delicado.
Com uma cor amarela em cada hexágono.
Um grande espelho que seria capaz de ver muito distante muitas coisas no universo.
Sob o seu espelho hexagonal uma forma parecida com um triângulo macio o deixava firme e seguro.
Na base de lançamento o foguete espacial Ariane 5 esperava a chegada do telescópio.
De um jeito vertical e atencioso enquanto o Telescópio Espacial James Webb era deixado sob os seus cuidados.
Na manhã do dia 25 de Dezembro de 2021 o foguete espacial Ariane 5 decolou em direção as centenas de nuvens daquela manhã.
Levando em uma mesma velocidade o Telescópio Espacial James Webb.
Em poucos minutos o foguete espacial e o telescópio já estavam acima das nuvens.
E o tempo viu com carinho cada minuto daquela decolagem.
Um pouco acima do Planeta Terra o telescópio foi deixado.
E o foguete espacial Ariane 5 teve que retornar.
Sabendo da importância da sua montagem o Telescópio Espacial James Webb estava pronto para desvendar algumas coisas do universo.
Com o Planeta Terra sob o seu espelho hexagonal ele começou a orbitar sobre o seu planeta.
Vendo também o Sol refletindo no seu espelho.
E a meiga Lua.
Com um triângulo macio que o mantinha firme o Telescópio Espacial James Webb se concentrou em um determinado lugar no universo.
Com gentileza o tempo o ajudou nesse sentido.
E assim o telescópio livre sobre o Planeta Terra e a Lua observou de algum ponto as profundezas do universo.
Como o tempo ao seu lado o telescópio conseguiu olhar para o passado.
Para tentar enxergar como algo quase infinito teve o seu início.
Como uma bonita ilusão entre o tempo e o brilho das galáxias distantes tentou também encontrar a origem de um sistema planetário regido pelo Sol.
Desde a sua formação,o seu alinhamento e o seu futuro.
Orbitando livremente sobre o Planeta Terra e a Lua.
E na luz do Sol o seu espelho era muitas vezes iluminado.
Com uma capacidade que estava percorrendo a sua liberdade o telescópio quis buscar um outro lugar para ver.
E decidiu observar as majestosas galáxias.
Com o tempo outra vez diante do seu espelho.
E muito distante milhares de estrelas desviavam a luz vinda das galáxias.
Uma distorção causada por algo que o tempo sabia.
Cada estrela distante trazia lembranças de um passado.
Dos seus primeiros brilhos e transformações.
Milhares de estrelas nas majestosas galáxias.
E o Telescópio Espacial James Webb capaz de ver bem longe se sentiu animado com mais um outro olhar.
Em cada galáxia distante havia uma forma,várias cores e incontáveis estrelas.
Com as suas diversas características e distâncias.
Ao redor do Planeta Terra e da Lua festejava cada brilho daquelas galáxias.
Em milhares de anos-luz de distância para ele,mas para o seu espelho amarelo o tempo fez com que elas parecessem mais próximas.
Ainda querendo descobrir novas histórias o telescópio iluminado pelo Sol orbitava a sua grande capacidade de compreensão.
Bem no alto acima do céu e das nuvens,porque assim foi pensado.
Orbitando com uma certa velocidade vendo como o Planeta Terra ficava mais azul e verde a cada volta que fazia.
E até em outras fases a Lua o acompanhava.
Bem livre para se reencontrar o telescópio quis tentar encontrar lugares parecidos ou não com o Planeta Terra.
Mesmo com outras cores,uma outra estrela em uma outra constelação.
E sabedor do que isso significava deixou o tempo lhe mostrar as belezas de alguns exoplanetas.
Maiores do que a Terra e estrelas distintas do Sol.
Há milhares de anos-luz nesse universo.
Com as suas maravilhas e segredos.
Telescópio Espacial James Webb: Ao Passado Do Universo,Na Luz Do Sol,E Para Se Redescobrir.
Com os seus movimentos entre as suas respectivas estrelas.
O telescópio tentava entender a formação de cada exoplaneta e de cada estrela que estava na direção do seu espelho.
Cada luz trazia algo diferente que o fez refletir sobre o Sol,o Planeta Terra e a Lua.
Ainda em uma órbita livre e capaz de levá-lo para outras direções.
O Telescópio Espacial James Webb foi feito com a intenção de buscar muitas evidências nesse universo.
Com uma vontade de enxergar novas coisas se concentrou em um outro lugar.
À procura de nuvens singelas.
Feitas das luzes das estrelas e da vasta poeira interestelar que permeia o universo além de um grande calor.
E assim ficou deslumbrado com as Nebulosas.
Que se estendiam em anos-luz de comprimento.
Com milhares de estrelas.
Nebulosas como nuvens transparentes e muitas cores.
No seu espelho cada cor era compreendida.
Cada luz que vinha trazia algo novo e necessário para o seu entendimento.
Em cada nebulosa exoplanetas já formados ou ainda recentes estavam.
E até o brilho de novas estrelas.
Para o seu espelho e na sua compreensão ficou mais feliz com o que conseguiu ver.
Querendo aprender mais sobre as galáxias buscou um outro ponto no universo.
No dia 11 de Julho de 2022 com o tempo novamente no seu grande espelho tirou uma maravilhosa fotografia.
De centenas de galáxias nas profundezas de um passado universal.
Como se fossem apenas uma,centenas de galáxias e as suas estrelas formavam um único brilho emotivo e de um passado que ainda vinha na direção do seu espelho hexagonal.
Mais um entendimento que ele guardou.
E ainda irá querer aprender mais.
Sobre tantas coisas que vivem nesse universo.
Enquanto ele estiver entre o brilho do Sol e entre as órbitas da Terra e da Lua,porque decidiu que seria assim.
Em uma liberdade trazida consigo desde o momento em que foi pensado.
Enquanto a cada momento busca entender os mistérios do universo,ao mesmo tempo que tenta redescobrir a sua própria jornada.
Super Lua.
Quando anoitece uma luz predomina.
E a cada luz que ela traz sobe ainda mais alto no céu.
As noites são agraciadas com as estrelas ao longe e também com a sua inseparável presença.
Como uma luz clara que ilumina bem perto e até depois dos mares e montanhas.
Com poucas letras no seu nome,mas que são maiores no que ela significa.
Desde os tempos passados.
E em outras noites que ainda retornam com as suas novas aparições.
Graciosa Lua.
Lua esférica de emoções.
Por entre as nuvens não esconde o seu brilhantismo.
A sua face.
Nem o seu movimento espelhado com o do Planeta Terra.
Em duas órbitas as suas atrações se unem.
E formam uma linda conjunção.
Que vem antes desse céu ser assim.
Antes dos mares serem profundos e lendários.
Grande Lua.
Com uma luz que percorre os lados naturais desse planeta.
Principalmente os mares.
Ao qual tem uma força conhecida.
Em cada onda que atravessa.
Sobre o céu noturno com a sua luz de encanto.
Desaguando nos mares e criando outras ondas no seu olhar.
Com uma luz que atrai os mares ao seu encontro.
Nas profundezas da sua beleza lunar.
Com uma face carismática e brilhante.
Em alguns momentos do tempo a sua face parece ainda maior.
Em algumas noites que demoram para ter esse grandioso brilho.
Ainda com as estrelas ao longe no céu noturno.
Em certas noites o seu brilho cresce.
Assim como a sua forma.
Que na fase cheia se movimenta nas noites com uma luz grandiosa e impressionante.
No magnífico céu noturno uma Lua se torna gigantesca.
Na sua face e brilho.
E até no nome.
Um grandioso momento que não brilha somente por algumas horas que o tempo concede.
Vem sendo assim nesse mesmo tempo,há milhares de luares atrás.
Desde que brilhou pela primeira vez nesse céu antes mesmo dele se tornar azul.
E até mesmo antes dos seus mares.
Um brilho de uma Lua.
Com uma grandeza do fundo do seu coração.
Para o Planeta Terra e de um jeito que ela sabe para os seus inesquecíveis mares.
Que por muitas vezes serão atraídos pelo seu encantamento nas noites estreladas.
E que por mais tempo terão os seus sonhos mergulhados por uma luz que não se esvai.
E que a cada retorno trará um brilho mais forte do que aquele que foi visto em uma linda noite passada.
Na Forte Luz De Uma Estação.
Em um início de uma manhã em um dia no mês de dezembro a luz do Sol brilha com mais intensidade.
Um pouco mais do que em manhãs do ontem.
Em um dia no último mês do ano a sua luz retorna como o seu jeito de ser.
Sobre o céu azul com mais luminosidade.
Entre cada nuvem e os ventos nesse mesmo mês uma luz predomina sobre as manhãs.
Com o Sol nas suas direções.
Amarelo e grandioso,guiando a sua luz em um começo de estação.
Em uma manhã que nasce um pouco mais iluminada mesmo que ainda ao tempo esteja cedo.
Com mais luz em dias que ele traz no último mês do ano e até depois disso dentro de sua vida estelar.
Sobre uma calorosa estação que segue o seu coração.
Que se inicia em luz e segue entre uma estrela e o céu.
Em dias que formam certos meses.
O Sol nasce em uma determinada manhã com mais claridade.
Com o seu nome sobre uma estação.
Mais iluminada com os seus gestos de estrela.
Uma estação que é aquecida com o seu iluminar.
Uma estação que começa em uma manhã e que vem com a sua bondade para iluminar o céu,os dias e os ventos.
Da sua luz de estrela até uma outra manhã do mês de março.
Mais um outro começo em sua vida dentro de uma querida estação.
Na sua luz se veste com uma forte cor.
E que por outras manhãs vai.
Como uma primeira estação em uma natureza tropical embelezada por florestas,alguns montes,cordilheiras e cachoeiras.
Assim como o Sol.
E também desertos,montanhas,
mais árvores e outras nascentes de água.
Natureza essa iluminada pelo Sol no começo dessa estação,calorosa e vibrante.
Sob a luz de uma estrela ainda maior.
Que em manhãs do ontem também havia nascido com o Sol.
Em luz e em um azul formidável do céu.
Como uma estação que predomina em uma forte luz e bons ventos.
Ventos que completam o seu começo em cada manhã.
Em cada nascer do Sol no último mês do ano em um certo dia.
Que o tempo também reconhece e conta o seu novo momento para recomeçar.
Em uma estação dourada de Sol.
Que tem o seu nome refletido no céu e nas nuvens bonitas.
Do seu lugar até esse céu em uma manhã no mês de dezembro.
A sua luz nasce ao lado do tempo também por essa estação.
E além das manhãs a sua força em luz segue por tardes e até noites.
Que estão nessa calorosa estação que recomeça em uma manhã no mês de dezembro.
E que fica mais brilhante até uma outra manhã do mês de março.
Entre essas manhãs que se reencontram o Sol está.
Do mesmo jeito que o tempo,o céu e os ventos.
Contemplando uma estação e o seu iluminado nascer.
Em mais manhãs uma estação nascerá com Sol para continuar a brilhar dentro do seu coração de estrela em um outro esperado recomeço no mês de dezembro.
"Andando pelas ruas sobre a luz do Luar, me deparei com um casal apaixonado sentado em um banco na praça, parei um instante, sentei-me e fiquei a observá-los... Cara de apaixonados com o olhar sereno e entrecortados. Nenhuma palavra saia da boca deles, também nem precisava, o olhar falava por si só.
Tantas coisas para serem ditas, mas que preferiram ficar ali se enamorando sobre a luz do Luar. De repente, meu celular tocou, acordei para atendê-lo, sentei na beirada da cama e percebi que aquele casal apaixonado éramos nós;
Nesse momento, um sorriso tomou conta do meu ser, voltei a deitar e fiquei ali te enamorando pela noite toda."
"Olhando a minha frente vejo uma imensidão de claridade, tão claro quanto a luz dos olhos teus... Olho para o meu lado e sinto tua presença junto a minha nessa tarde ensolarada de primavera;
Balbucio os lábios querendo dizer-te o quanto lhe quero, mas noto que seria em vão, pois as palavras não conseguiriam transcender o meu olhar diante de ti;
Fecho os meus olhos e percebo que nem o meu olhar e nem os meus lábios conseguiriam dizer-te o quanto és bela e o quando agrada aos olhos meus."
Você é pra mim o que o amarelo era pro Van Gogh
Uma explosão de luz em minha tela escura,
Com pinceladas de amor, no coração, algo novo,
Nossas cores se misturam, numa paleta de ternura.
Você é pra mim o que a Mona Lisa foi pro Da Vinci
Um enigma encantador, um sorriso profundo em seus olhos, descubro meu mundo e princípios,
Cada traço de sua alma é meu tesouro no mundo.
Você é pra mim o que a melodia foi pro Mozart,
Notas que tocam meu ser, uma sinfonia de paixão,
Seu amor é a canção que enche meu mundo de arte,
Em sua harmonia, encontro a completa gratidão.
Assim como o amarelo inspirou Van Gogh a criar
E a Mona Lisa intrigou Da Vinci a contemplar
E como Mozart deu vida à música e ao som,
Você, meu amor, é minha inspiração, é o meu dom.
Como cores, sorrisos e canções, eternamente raro,
Para eles, cores, harmonia e sorrisos é muito mais do que podemos enxergar
Este poema é só para nós, um segredo compartilhado.
Um só, um todo.
Andando pela noite, sob a luz negra, você apareceu — luz brilhante que a vida me deu — e feliz fiquei. Leves lágrimas de diamante desceram para prestigiar a felicidade estampada em mim.
Então, dê-me a sua mão: somos um só, um todo. Nossos olhos conversam e, entre sorrisos e abraços, emitem códigos de amor. Corro até você, sentindo-me com asas, uma sensação que só o amor pode dar.
Você é um amor único, que só eu conheço.
“Fique perto de pessoas que te motivam, pois são elas que acendem luz quando tudo parece escuro, que despertam em você uma força que nem sabia que existia…
São presenças raras, que não só ficam, mas transformam, te elevam e fazem a vida ganhar mais sentido…”
Uma escada e uma luz que formam estrelas para caminhar em meio a essa escuridão...não se limite apenas á escuridão; se agarre às estrelas, vale a pena brilhar!
A Suavidade e a Calmaria da tua Luz na Noite Eleva meus sentimentos á mais Profunda Compreensão da Alegria de Sentir a Paz interior.
Oh eu quero ir mais Profundo!
UM CONTO ITALIANO🇮🇹
As colinas da Toscana ondulavam sob a luz prateada da lua, como um mar silencioso de vinhedos. O ar tinha cheiro de alecrim e uvas maduras quando Giulia, filha de viticultores, atravessou o campo carregando um pequeno caderno de couro preso ao peito.
O caderno não era dela. Era do avô, morto há poucos meses — o homem que guardava segredos tão antigos quanto as oliveiras que cercavam a casa da família.
Giulia só o encontrara naquela tarde, escondido dentro de uma gaveta trancada.
Quando chegou ao topo da colina, avistou Marco, o restaurador de igrejas que trabalhava na vila vizinha. Ele estava sentado no muro de pedra, observando o brilho da lua sobre os vinhedos.
— Non riesci a dormire? — perguntou ele.
Giulia respirou fundo e mostrou o caderno.
— Encontrei isto… e acho que há algo aqui que meu avô queria que eu descobrisse.
Marco se aproximou, curioso. Giulia abriu o caderno e revelou um desenho: um mapa simples, feito a carvão, marcando um ponto entre duas fileiras de cipestres. Ao lado, havia apenas uma frase:
“A verdade floresce apenas à luz da lua.”
Intrigados, caminharam até o local indicado. Quando chegaram, perceberam que o chão estava mais solto ali, como se alguém tivesse cavado recentemente.
Marco ajoelhou-se e removeu a terra, descobrindo uma caixa de madeira antiga. Giulia abriu com as mãos trêmulas.
Dentro havia cartas — dezenas delas — escritas pela avó de Giulia para um homem cujo nome ela nunca ouvira antes: Alessandro.
Em cada carta, uma história de amor proibido.
Em cada frase, a dor de ter escolhido um casamento arranjado em vez do homem que realmente amava.
Giulia engoliu seco.
— Minha avó… ela nunca falou disso.
Marco colocou a mão no ombro dela.
— Talvez ela tenha querido que você soubesse agora. Para entender que a vida é curta demais para esconder sentimentos.
Giulia levantou o rosto na direção da lua. As colinas pareciam sussurrar histórias antigas.
Ela olhou para Marco, percebendo naquele instante algo que tentava ignorar há meses:
os sentimentos que cresciam entre eles, silenciosos como as noites toscanas.
Marco sorriu, suave.
— La luna custodisce segreti… ma rivela anche ciò che conta davvero.
E ali, sob o luar da Toscana, enquanto as cartas antigas balançavam ao vento, um novo segredo começou a nascer — não para ser escondido, mas para ser vivido.
As Flores De Sua Estação.
Manhã de Sol e a sua luz amarela.
Com uma cor para mais um dia consegue iluminar ao longe.
Quando outra vez retorna no céu.
Trazendo um outro dia dentro de sua luz.
Com uma cor do que ele significa ao despertar no céu tão cedo.
Como o Sol uma estação começa em uma manhã.
Com ventos de quietude de uma outra estação nas suas cores.
Em uma manhã do mês de setembro até um outro dia do mês de dezembro.
Uma estação nasce com Sol e o céu.
Deslumbrante na cor amarela de estrela sendo mais um dia.
Em uma manhã de Sol uma estação recomeça nas flores.
Nas suas cores e nos seus aromas.
Em uma manhã no mês de setembro e nessas flores vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação que nasce em uma manhã.
Em amarelo e azul claro.
Uma estação que nas flores tem a sua delicadeza.
De uma metade do Planeta Terra flores colorem essa estação.
Com a cor do céu e na cor de uma manhã de Sol.
Do mesmo Sol o tempo muda a sua cor.
De um amarelo claro ao alaranjado claro.
Para o céu azul também.
No tempo está essa colorida estação.
Que no seu percurso recomeça em uma manhã do mês de setembro e vai até um dia no mês de dezembro.
Uma estação aromática e delicada.
Em cada pétala de flor.
Nas cores que o Sol e o céu também têm.
A sua delicadeza entre as tantas flores permanece.
Flores com os seus bonitos nomes,lindas cores e os seus sensíveis aromas.
Nessa manhã do mês de setembro cada flor desabrocha com mais sentimentos.
Que o Sol e o céu têm.
Com o tempo que novamente é aromatizado por essa estação.
Nas paisagens onde essa colorida estação recomeça as flores sentem os seus sentimentos de alguns jeitos.
Em certos lugares as suas flores desabrocham com o Sol e algo calmo do tempo.
Coloridas e com pétalas bonitas.
Nos galhos,cipós e no chão.
Nesses lugares de uma imensa claridade de Sol e da calmaria do tempo.
Em outros lugares um pouco distante desses,mas ainda em um azul e alaranjado claro as flores desabrocham com o Sol nas suas pétalas.
Como uma estação e o seu aroma sentimental.
Em plantas e nas suas outras árvores.
Com mais cores nas suas pétalas.
Com delicadas coisas de uma estação.
Que recomeça em uma manhã do mês de setembro e com delicadeza segue até um outro dia no mês de dezembro.
Nascendo com duas cores sobre as suas flores.
Um amarelo claro e um azul assim.
Em uma manhã de setembro colorindo as manhãs que nascerão até um outro dia no mês de dezembro.
Na metade do Planeta Terra que sente cada pétala colorida.
Pétalas bonitas e delicadas.
Que desabrocham nesse nascer de Sol e do céu sobre os seus aromas.
Uma estação que vive nos sentimentos das flores.
Colorindo os dias e o seu recomeço.
De uma manhã nas cores do Sol e do céu.
Uma estação florida e com sentimentos coloridos.
Por vários lugares em que terras estão distantes as flores desabrocham de um jeito.
E com cores semelhantes deixam aromas nesses lugares.
Não sendo distantes do Sol e nem do céu.
Nem mesmo de um amarelo e azul claro.
Ou de um alaranjado que o tempo sabe.
Em amarelo,azul e alaranjado estão muitas flores.
Como uma estação que nasce em uma manhã de setembro e até um dia no mês de dezembro estará desabrochando com mais cores e mais flores.
Como as que florescem mais alto.
Em um amarelo claro que se transforma em um branco brilhante e depois em um alaranjado.
E de um azul claro que algumas vezes se torna escuro.
E antes do outro seu recomeço sentimental outras cores já terão florescido sobre cada flor sua.
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