Luz Conhecimento
Ascender os patamares
da real conexão requer
o conhecimento da rota,
das passagens do tempo
do canoro íntimo que toca
no auge do florescimento
do Jacarandá bico de pato.
Tatear o etéreo deleite,
descobrir a veleidade
e a provocante leveza
em total liberdade,
paz e com a intensidade
do amor transparente,
que a estação certa haverá
de conceder para a gente.
Sei que não é diferente
do que passa contigo,
ainda em recolhimento
mantenho o momento
em embalador cultivo,
porque reconheço que
não sou deste nosso tempo,
embora no fundo seja
mais simples do que aparento.
Do Papel Vegetal ao Algoritmo: O Peso da Memória
Nas prateleiras da memória, o conhecimento tinha lombo de couro e cheiro de papel guardado. Para nós, da Geração X, o saber não era um "clique"; era uma expedição. Fazer um trabalho escolar exigia o ritual de abrir a Barsa ou a Universal, navegando por verbetes que pareciam sagrados. Ali, o mundo não era Made in China, mas sim forjado no rigor do Made in Japan — sinônimo de uma durabilidade que hoje soa como utopia.
Naquela época, a geografia era uma arte manual. Passávamos horas debruçados sobre o papel vegetal, traçando fronteiras com nanquim e colorindo estados com o cuidado de quem desenha o próprio destino. Cada mapa valia nota, mas, acima de tudo, valia o tempo investido. Não existia o imediatismo do Google Maps; o caminho a gente descobria gastando a sola do sapato ou, no meu caso, deslizando sobre patins pelas ruas de Santos para chegar ao trabalho.
O transporte era uma questão de esforço ou de sorte. O táxi era um luxo proibitivo, uma "fortuna" reservada a emergências raras. Não havia o conforto asséptico do Uber; havia o vento no rosto e a liberdade sobre rodas. E a urgência? Essa era medida em caracteres contados. O que hoje transborda em áudios infinitos de WhatsApp, antes era sintetizado na batida seca de um telegrama. Era preciso ser preciso. Era preciso ter peso.
O ápice desse esforço físico e intelectual acontecia no balcão do CPE Lanches, no Canal 4. Ali, a recompensa era um X-Tudo que desafiava a anatomia humana. Era um monumento gastronômico tão imponente que a etiqueta se impunha por necessidade: era preciso garfo e faca para domar aquele gigante.
Hoje, vejo a "Geração Enzo" navegar por um mundo de telas lisas e respostas prontas. Eles têm a velocidade, mas nós tínhamos a textura. Eles têm o acesso, mas nós tínhamos a jornada. Entre a Barsa e o algoritmo, talvez a maior lição seja que algumas coisas — como o sabor de um lanche no canal ou o traço de um mapa feito à mão — não podem ser digitalizadas. Elas precisam ser vividas, de corpo presente e, de preferência, sobre patins.
A verdadeira fé não é ignorância, mas o pleno conhecimento da realidade criada por Deus; quem não compreende a verdade do mundo, vive na ilusão e não na fé.
A ignorância está no fundo de todos os nossos erros e o conhecimento é a sua cura.
do livro Frases cristãs Vol. 9
Podem copiar o seu conhecimento sobre as coisas da terra, mas nunca poderão roubar o seu conhecimento sobre as coisas de Deus.
O Rafinha Bastos vive de jogar palavras ao vento.
Preconceito é opinião sem conhecimento, se o Rafinha Bastos fosse ao Show Revelação ou do Mumuzinho ele mudaria de opinião.
Deixa essa gente pra lá♫
O conhecimento da espiritualidade deveria ser ensinado nas escolas.
Assim nem que fica sofreria com a perda nem quem vai deixaria de estar preparado.
"A Tecnologia é uma ótima ferramenta para adquirir conhecimento,
e espalhar sabedoria...mas muitos utilizam para adquirir inveja...
e espalhar fofocas."
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