Luz Conhecimento
ESPALHE, distribua, doe amor, luz, afeto, compaixão, paixão, paciência, estrelas, brilhos, palavras, sorrisos, e você se sentira a pessoa mais gratificada do MUNDO.
_______Flávia Abib
"Habito o agora com tamanha força que o passado virou apenas um rastro de luz no retrovisor da minha essência."
"O verdadeiro lugar ao sol não é onde a luz bate, é onde você finalmente para de tremer de frio por dentro."
A Sombra Invejosa: É um parasita visual. Ela só ganha forma quando tenta bloquear a fonte de luz de outra pessoa.
Quem precisa apagar a sua luz para se sentir brilhante está, na verdade, admitindo uma falência interna. Se o sucesso do outro te faz sentir menor, o problema não é o sucesso alheio, mas a sua incapacidade de gerar valor próprio. A inveja é a homenagem que a mediocridade presta ao talento, mas é uma homenagem amarga que consome quem a sente.
A sua cicatriz é a prova da sua cura, e a sua luz é a prova da sua força. Se a sua presença incomoda o monstro de alguém ou faz a sombra alheia se sentir pequena, isso é um sinal de que você sobreviveu e floresceu — e não há nada mais potente do que isso.
O ESPIRITISMO E A MÁGOA.
A mágoa, à luz do Espiritismo, não constitui mera emoção episódica, mas estado psíquico persistente, sedimentado na intimidade do ser espiritual. Se a raiva é explosão transitória do instinto ferido, a mágoa é introjeção silenciosa da dor moral. A primeira irrompe. A segunda infiltra-se.
Em "O Livro dos Espíritos", 1857, questão 933, indaga-se qual o meio de destruir o egoísmo. " Parte Quarta: Das esperanças e consolações.
CAPÍTULO I
DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES.
Felicidade e infelicidade relativas.
933. Assim como, quase sempre, é o homem o causador de seus sofrimentos materiais, também o será de seus sofrimentos morais?
“Mais ainda, porque os sofrimentos materiais algumas vezes independem da vontade; mas, o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, numa palavra, são torturas da alma.
“A inveja e o ciúme! Felizes os que desconhecem estes dois vermes roedores! Para aquele que a inveja e o ciúme atacam, não há calma, nem repouso possíveis. À sua frente, como fantasmas que lhe não dão tréguas e o perseguem até durante o sono, se levantam os objetos de sua cobiça, do seu ódio, do seu despeito. O invejoso e o ciumento vivem ardendo em contínua febre. Será essa uma situação desejável e não compreendeis que, com as suas paixões, o homem cria para si mesmo suplícios voluntários, tornando-se-lhe a Terra verdadeiro inferno?”
A.K.: Muitas expressões pintam energicamente o efeito de certas paixões. Diz-se: ímpar de orgulho, morrer de inveja, secar de ciúme ou de despeito, não comer nem beber de ciúmes, etc. Este quadro é sumamente real. Acontece até não ter o ciúme objeto determinado. Há pessoas ciumentas, por natureza, de tudo o que se eleva, de tudo o que sai da craveira vulgar, embora nenhum interesse direto tenham, mas unicamente porque não podem conseguir outro tanto. Ofusca-as tudo o que lhes parece estar acima do horizonte e, se constituíssem maioria na sociedade, trabalhariam para reduzir tudo ao nível em que se acham. É o ciúme aliado à mediocridade. De ordinário, o homem só é infeliz pela importância que liga às coisas deste mundo. Fazem-lhe a infelicidade a vaidade, a ambição e a cobiça desiludidas. Se se colocar fora do círculo acanhado da vida material, se elevar seus pensamentos para o infinito, que é seu destino, mesquinhas e pueris lhe parecerão as vicissitudes da Humanidade, como o são as tristezas da criança que se aflige pela perda de um brinquedo, que resumia a sua felicidade suprema. Aquele que só vê felicidade na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros é infeliz, desde que não os pode satisfazer, ao passo que aquele que nada pede ao supérfluo é feliz com os que outros consideram calamidades.
Referimo-nos ao homem civilizado, porquanto, o selvagem, sendo mais limitadas as suas necessidades, não tem os mesmos motivos de cobiça e de angústias. Diversa é a sua maneira de ver as coisas. Como civilizado, o homem raciocina sobre a sua infelicidade e a analisa. Por isso é que esta o fere. Mas, também, lhe é facultado raciocinar sobre os meios de obter consolação e de analisá-los. Essa consolação ele a encontra no sentimento cristão, que lhe dá a esperança de melhor futuro, e no Espiritismo que lhe dá a certeza desse futuro. "
A resposta aponta a educação moral e a prática do bem como recursos graduais de superação. A mágoa, em sua estrutura íntima, é filha do orgulho vulnerado e do apego às expectativas frustradas. Ela não nasce apenas do fato objetivo, mas da interpretação subjetiva que o espírito constrói diante do acontecimento.
Enquanto a raiva pode dissipar-se pela palavra ou pelo desabafo momentâneo, a mágoa cristaliza-se no silêncio. Converte-se em memória recorrente, revivida com intensidade afetiva. A psicologia denomina tal fenômeno de ruminação emocional. O Espiritismo amplia essa análise ao considerar que tais estados repercutem no perispírito, produzindo desarmonias que se prolongam além da experiência corporal.
A mágoa é mais nociva porque estabelece vínculo vibratório negativo entre ofensor e ofendido. O espírito magoado mantém-se psiquicamente conectado ao episódio que o feriu. A libertação não se dá pelo esquecimento superficial, mas pela compreensão profunda do sentido educativo da prova.
Em "O Evangelho segundo o Espiritismo", 1864, capítulo X, afirma-se que o perdão das ofensas é condição indispensável ao progresso moral. 156. Quando diz: "Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar", Jesus ensina que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o que o homem faz do seu próprio ressentimento. Só então sua oferenda será bem aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau. (Cap. X, item 8)
157. "Como é que vedes um argueiro no olho do vosso irmão, quando não vedes uma trave no vosso olho?", eis conhecida advertência feita por Jesus. Uma das insensatezes da Humanidade consiste em vermos o mal de outrem antes de vermos o mal que está em nós. Para julgar-se a si mesmo, seria preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: Que pensaria eu se visse alguém fazer o que faço? Incontestavelmente, é o orgulho que induz o homem a dissimular para si mesmo os seus defeitos. (Cap. X, itens 9 e 10)
Não se trata de complacência ingênua, mas de ato consciente que rompe o circuito da dor. Perdoar é gesto de lucidez espiritual.
A raiva pode ser impulso efêmero. A mágoa é fixação prolongada. A raiva, por vezes, extingue-se com o tempo. A mágoa perpetua-se porque é alimentada pelo pensamento reiterado. Sendo o pensamento força atuante, cultivar mágoa é perpetuar internamente a experiência que desejamos superar.
A terapêutica espírita repousa sobre três fundamentos. Reforma íntima mediante autoanálise rigorosa. Compreensão da lei de causa e efeito, que amplia a perspectiva histórica da alma. Exercício deliberado do perdão, que não elimina o fato ocorrido, mas o ressignifica sob o prisma evolutivo.
Carregar mágoa é manter acesa uma brasa invisível. Libertar-se dela é sinal de maturidade espiritual e conquista ética que conduz o espírito a níveis mais elevados de serenidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Mesmo que a noite estenda o seu véu frio
E o vento sopre um canto de descrença,
Há uma luz que, sutil e intensa,
Nasce no fundo do maior vazio.
Ela é o broto em meio ao solo estio,
A voz que fala onde a dor é imensa,
Uma certeza, doce e indefensa,
Que guia o barco em curso de um rio.
Pois se o outono despiu toda a árvore,
E o peito se fez duro como o mármore,
A vida insiste em nova floração.
A esperança é o sol que o medo espanta,
É a semente que no escuro canta,
Fazendo eterno o humano coração.
Quem é ela na noite escura?
É a luz que não se apaga!
Quem manda no meu silêncio?
É o nome dela ecoando na alma!
O que faço quando o mundo pesa?
Eu penso nela e sigo em frente!
Quem segura minha coragem?
O amor que aprendi a chamar pelo nome dela!
Se eu cair, quem me levanta?
Ela, mesmo sem saber!
Se eu sangrar por dentro, quem cura?
O sorriso dela, mesmo distante!
Por quem vale lutar até o fim?
Por ela!
Por quem o coração não recua?
Por ela
— minha guerra,
minha paz, minha vitória!
Deus não é luz, nem pai, nem abrigo. Deus é uma velha obesa, sentada sobre o acúmulo de séculos, devoradora de almas. Sua fome não conhece saciedade, e seu paladar é seletivo: despreza os vazios, ignora os medíocres, cospe os indiferentes. O que lhe dá prazer são justamente as almas mais espiritualizadas — aquelas que se purificaram, que se elevaram, que acreditaram. Quanto mais consciência, mais sabor. Quanto mais transcendência, mais apetite. A espiritualidade não salva: engorda o monstro.
Quando Deus habita em alguém, a luz que carregamos toca feridas escondidas.
Não é confronto direto, é exposição do que precisa ser curado. miriamleal
É impossível não se perder na doçura desse olhar e se encontrar na luz desse sorriso. Você é a definição perfeita de um anjo que caminha entre nós.
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