Lutarei Ate o Ultimo Minuto
Escrevi um poema pra minha mãe há mais de 3 anos, e até hoje eu choro quando leio.
Principalmente quando chego na última estrofe, que aliás foi por onde comecei a escrever o poema.
Mania maluca minha que eu tinha, na época, de começar a escrever os poemas, contos etc pelo final, e aí só depois vinha na mente a ideia do início e do meio.
Eu poderia tentar, mas admito que dificilmente outra homenagem que eu fizesse chegaria no mesmo nível.
Fato é que o escritor "limita" o próprio potencial quando ele escreve de coração
E esse é um retrato fiel.
Te amo, mãe.
O que esperar de uma cultura em que assuntos como beber em excesso (e até dirigir) e trair são tratados como piada?
Como disse o filósofo, me incluam numa margem distante de tudo isso.
Até ganhei umas coisas na vida, mas acho que perdi uma menina muito especial. Nada normal... nada normal. Nesse novo normal.
Esse mundo enlouquece até as pessoas mais tranquilas, esse mundo entorpece até a sua mais pura essência.
Toda vez que você gasta tudo o que ganha, está dizendo: "Quero trabalhar até morrer." Colocar seu dinheiro para trabalhar por você é a única forma de, um dia, parar de trabalhar por dinheiro.
Até quando você busca construir coisas materiais, se nada é seu?
Tudo é do tempo até o seu próprio respirar.
Penumbra nesta obscuridade de meia luz caminho ate você
Aroma deste perfume agradável e duradouro, imortalizado âncora da minha realidade
Poemário sublime modo de expressão deste amor
meus olhos prismas aprisionados na sua beleza mortal mirantes de ver perspetivas de deleite e agrado
Profundidades da alma encontro na rasa superfície
palavroso e extenso são meus dias com possibilidades de fracasso na conquista de ti hó amada
Um faísca de luz praguejar riscando o céus
alteridade de gratidão a cortês e gentil tentativa concedida por ti
decisões, actos e consequências sutis
Rebelará meu coração aspecto de sacrifício total para ter-la nostálgica e melancolia desprezo quero a ti somente a ti
Sua singela sensualidade me encanta e traz prazer dos sentidos
ausência de ruído e de som na inquietude dos seus movimentos
traços próprios de cada um sob o brilho do sol
E nesta ideia suas imagens uma visão do mundo
símbolo mágico quero fazer ti meu amuleto de sorte
E na Tempestade os ventos fortes, trovoadas não tocará nosso amor
poderemos nos dias difíceis tertúlia a noite toda e as palavras masas e encantadoras nos levará ao agrado um ao outro
E na nossa trilogia ufano acesso repentino, de expressão da vontade sua e aceitarei
E sem destino determinado quero correr sobre seus desejos de menina mulher
Por charlanes Oliveira Santos ( Charles )
Se alguém te dizer eu te amo
Se falar a vós de amor
Ser for este o sinal, que seja segui-o ate o infinito
Se caminho da plenitude sejam duros e temerosos
Mas as asas vos envolverem, entregai-vos
Antes que vós carne tal efêmera e tão vil
E ainda que a lamina do dia o devora e escondida nas nuvens possa envenenar as raízes ou venha ferir te
Mas se ele falar, acreditai nele pois se você não morrer ponderar vós sem querer matar
Sua voz pode quebrar os ventos e os sonhos peneirados e se não vós acrebantar o coração e se os ventos devasto não sacudir o seu jardim
E se julgar que este amor se eleva à vossa altura
a vida te começará ate arranhará e amassar vão na vida
pois ate que tremem ao sol penetrará a mais profunda fenda da alma sacudindo o corpo e sangrará o coração e lembrar lá escondido na alma a velha dor do seu selo que não doou mas ofertada se foi
Quereis encontrar o amor a paz no conforto, mas não conheceis os segredos do vosso coração conhecimento vos tornardes próprio medo pois sem a ternura morrerá ambos
O amor só dá a si mesmo, recebe de si mesmo em troca
O amor não da possui e nem se vende
Porque o amor basta ao amor do outro
Curso do amor é a ternura e o seu desejo e o desejo do outro, sem pedir nem criar lembrança por tesouro ou lugares pois quem ama qualquer lugar qualquer alimento sacia
E quando o som aperta o coração e cantar a melodia à noite
E conhecer tardia a dor da excessiva falta de ternura e se ferindo a ferida do amor sangrará
Pois e meditar no êxtase do amor nada pode comprar
Pois o sol cunha o crepúsculo dourado e faz adormecer o coração
grato em uma prece do bem-amado em uma poesia distante
Componho meu ser em vezos a ti escrevo despindo minha pensamentos ate que todas sentimentos de amor em emoções de uma alma nua
Silêncio do entardecer as nuvens enferrujando aquarelado no céu baunilha alaranjado tão desigual
Encantamento nos emudecia nestas tardes tão tétricas
O sol em prisma de agonia as cores do dia bordado e eu aqui amassado
Anoite cai sem luz te entrego o mapa para encontra meu eu; e eu sigo seu rastros de lua.. para ver se encontro antes do luar que espia discreta inveja nosso amor
Poeira de poesia fragmento de estrelas enfeitando como luzeiros
á aplaudir o fulgor
Minha fogueira centelhas que fulgura e envolvente como a fenix beijos calorosos que guardei só para ti
Triste neste jardim onde as tramas ilusões entrelaçados me consome... laço minha carne agarrada no resto da minha alma sobre o jugos das estrelas espero o veredito do destino que não acalma este carma ao sons do sino nesta sina avassaladora
Espero com esperança do eterno enamorado seu
