Lutarei Ate o Ultimo Minuto
Reconhecimento
Obrigado Senhor
Por tudo que me destes em minha vida.
Até pelos momentos que me senti infeliz
Em Ti encontrei a luz do meu caminho,
Não sinto mais minha alma perdida
Conserva em mim Senhor a Tua luz
Conserva em mim a Tua paz
Seja ó Pai meu sustentáculo
Não permita que eu caia uma vez mais
Obrigado Senhor!
Obrigado meu Pai!
Obrigado Senhor!
Obrigado meu Pai!
Nada que você fizer
Vai mudar minha opinião
Nada mais vai me prender o coração
Posso até me arrepender
Mas preciso te dizer
Eu não quero mais você na minha vida
Eu sei que a dor vai ser mais forte do que penso
Mas sem você eu tenho que me acostumar
Ah eu gosto tanto de você
Mas eu não consigo esquecer
Todas as mentiras que você falou
Todo mundo sabe que você aprontou
Ah você não soube me amar
Isso tinha mesmo que acabar
Antes que você me machucasse mais
Antes que meu coração ficasse mais
Ferido que nem tiro a queima roupa
Que nunca mais pudesse se entregar a outro alguém
Você nunca me amou
Você não deu valor
Mas quis chorar em nossa despedida?
Você nunca me amou
Você só me enganou
Agora faça o favor de sumir de uma vez da minha vida.
Ah eu gosto tanto de você
Mas eu não consigo esquecer
Todas as mentiras que você falou
Todo mundo sabe que você aprontou
Ah você não soube me amar
Isso tinha mesmo que acabar
Antes que você me machucasse mais
Antes que meu coração ficasse mais
Ferido que nem tiro a queima roupa
Que nunca mais pudesse se entregar a outro alguém
Você nunca me amou
Você não deu valor
Mas quis chorar em nossa despedida?
Você nunca me amou
Você só me enganou
Agora faça o favor de sumir de uma vez da minha vida.
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Falar...falar...até que um dia
Quando menos esperar
Minhas palavras
Terão que cessar...
Como entender?
Questionar?
Aceitar?
Não...apenas viver...
E do amanhã se esquecer!!
É noite e o céu está num quel todo triste...
O vento gelado chega até mim levando meus olhos para o céu e lá distante vejo uma pequena estrela a brilhar mais que as outras...
Como então derrepente a pensar em você...
Você é como aquela pequenina estrela...
Você que me ensinou a amar e a viver...
Você que num mundo cheio de ódio me fez ver as coisas mais belas da vida...
Mas foi você que um dia chegou e disse que não me amava...
Olho para o céu novamente e não consigo olhar...
Pois as lagrimas não me deixam ver a pequenina estrela...
E o vento gelado dessa noite me torna ainda mais triste...
Simplismente por que você que me ensinou a amar...
Sem querer me ensinou a sofrer e a chorar...
Você pode até não saber , o quanto eu gosto de você, pode até imaginar o quanto eu posso te amar, mais uma coisa eu vou falar, eu só quero te amar, e outra coisa irei dizer, nunca quero te ver sofrer.
para você: Fabiana Marinho
de Roberto Silva
Ficarei tão só quando a ultima rosa no jardim.
Até o fim do inverno;
Enquanto o sol não chega;
Para aquecer esse coração;
abandonado pelo;
Amor...
Meu desejo é te amar, sei que é difícil de realizar, mas vou continuar a sonhar, até o dia em que um beijo me acorde.
"Não é meu trabalho pilotar o navio; Nunca soprarei a corneta. Não é meu lugar dizer até onde o navio irá. Não tenho licença para ir ao convés, ou mesmo tocar o sino. Mas se esta coisa começar a afundar; OLHE QUEM VAI PARA O INFERNO!"
COMO CONSEGUIMOS SOBREVIVER?
Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje!
Quando éramos pequenos, viajávamos de carro sem cintos de segurança, sem freio especial e sem air bags.
Os vidros de remédios ou as garrafas de refrigerantes não tinham tampinha de segurança, nem data de validade.
A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada.
Andávamos de bicicleta sem usar capacete e passávamos as tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã...
E a gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que déssemos de cara com uma árvore...
Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo;
Nossos pais, às vezes, não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo.
E nem existiam celulares. Incrível!
A gente procurava encrenca...
Quantos machucados e ossos quebrados...
Mas, ninguém denunciava ninguém.
Eram só 'acidentes'. Nunca o culpado era encontrado.
Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho...
Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos.
Mesmo que nos machucássemos e chorássemos, passava rápido...
A gente comia muito doce, pão com muita manteiga, mas ninguém era obeso.
No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol!
Não existia videogame, nem computador, nem internet... Tínhamos, simplesmente, amigos!
Inventávamos jogos: com pedras, feijões ou cartas.
Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se ouvíssemos que era porcaria!
As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza.
Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado ou mastigar chicletes na classe!
As nossas iniciativas eram 'nossas', mas, as conseqüências também.
Ninguém se escondia atrás do outro. Os nossos pais eram sempre do lado da lei quando transgredíamos a regras. Se nos comportávamos mal, ficávamos de castigo.
Sabíamos que, quando os pais diziam 'não', era 'não'.
A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário e só!
Eram presentes dados por amor e não por culpa!
E nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos...
Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos 'solucionadores' de problemas.
Não é que aprendemos a resolver tudo, e sozinhos?
Se você é um destes sobreviventes, parabéns!
Você curtiu os anos mais felizes de sua vida.
Caminhe todos os passos a que tem direito
Escale todos os himalaias até o infinito
E se precisar, faça um DDD para Deus
e peça como bônus um cruzeiro à Atlântida.
As trevas me cercaram e eu te perdi de vista!
Esperei que a claridade do sol me levasse até você. Mas, mais um dia me agonizo com a aparente solidão, mergulhado na saudade que sua "ausência" deixou. A esperança tem sido o meu alimento para me manter no Caminho até que aconteça o reencontro.
Jesus, tu és meu Deus - Te amo!
Não se deve exigir que o escritor sempre se supere. Até porque mesmo grandes autores têm um período de hibernação antes de acordarem na próxima primavera com uma obra-prima desabrochando em suas mentes.
DEIXE DOER O QUE FOR HONESTO
Quando dói em mim, eu deixo. Deixo doer até a última gotinha de água salgada. Depois ela se vai. A dor não quer outra coisa que não seja exercer sua função: doer. E não é banalizando, embotando as emoções que ela vai deixar de surgir de tempos em tempos. Não sei como dói em você, mas por saber como dói a minha dor, imagino: de tão abstrata, incomoda fisicamente, de tão ignorada ela se humaniza...em nós, no que eram laços, certezas, sobram apenas as mãos entrelaçadas, sem ter onde segurar.
Deixo doer o que for honesto. Deixo alagar meus olhos de chuva, escorrer pelo meu rosto e traçar caminhos sinuosos ou retas perfeitas como fazem os rios. A dor só quer te lembrar que há vida naquilo que você rejeitou porque compunha um outro extremo do que imaginamos ser a felicidade.
Ela quer que você adquira sabedoria experimentando a totalidade...
(Acho que o que mais dói na dor é que ela nos deixa tristes...)
No Universo das palavras, muitas vagam sozinhas até encontrarem suas semelhantes. Depois amorosamente se unem, formam famílias e passam suas existências buscando servir a um ser superior, a quem chamam de Escritor. Para as palavras, este é o ser que lhes dá vida, luz e propósito, e por isso leva a fama por tê-las materializado.
