Lutar por quem Nao te Ama
A bondade é a marca de quem caminha com o coração em paz.
Seja luz, mesmo quando o mundo tenta ser escuridão.
Um ato de caridade, um gesto de amor, um simples sorriso — tudo isso é força que transforma vidas.
O sucesso verdadeiro é plantar o bem todos os dias.
(Jorge Tolim)
"Quem esconde suas imperfeições, além de enganar a si mesmo, tem medo de enfrentar a vida e seus conflitos ".
Pureza é para poucos, gratidão para quem sabe valorizar, e perdão para quem compreende a simplicidade de perdoar.
Eu já te amei… e nesse amor depositei uma fé quase sagrada, como quem entrega a própria vida a um destino sonhado. Acreditei em você, não apenas como pessoa, mas como promessa de eternidade. Achei que meus sentimentos eram verdadeiros, e talvez tenham sido mais reais que nós mesmos. Quando se imagina uma vida com alguém, não se projeta apenas um futuro, cria-se um universo inteiro, feito de gestos, silêncios e possibilidades. Mesmo quando o amor morre, esse universo não desaparece; ele permanece suspenso, habitando um lugar secreto dentro de nós, como se fosse um eco do que poderia ter sido. E esse eco… nunca se apaga por completo.
Sou quem virou, homenageou,
Pra agora tomara, virará.
Sem homenagem, sem ninguém,
Partiu que ninguém viu.
Básico e ocupado, predestinado,
Fuga da manhã amanhã.
Escuro de fim muro,
Mostrou, começou e terminou...
Há quem nasça para mover peças no tabuleiro da vida,
outros para governar como reis,
e muitos para carregar o peso da servidão
Tememos a simplicidade como quem teme a nudez diante do espelho. Preferimos vestir as coisas de palavras difíceis, adornar o óbvio com teorias emaranhadas, acreditar que a beleza só existe no labirinto. É como se a complexidade fosse medalha de intelecto, e a simplicidade, um vazio vergonhoso.
Abro o livro como quem abre uma cela
e a gramática entra com chaves de prata.
"Existo", diz o guarda. Eu assinto e, sem notar,
já aceitei que existir é estado.
Pergunta primeira, feita em voz de ponte:
quem fala quando digo "eu"?
Ato que cintila ou coisa que permanece?
Nomear é pôr moldura onde só há clarão.
Repito: penso.
E o verbo, inquieto, não se deita em camas de mármore.
Ele passa. Ele acontece.
O sujeito que o monta é aparição, não peça de museu.
No jogo de linguagem, a regra é simples e feroz:
"existir" cobra documentos de continuidade,
pedem-se sinais de reidentificação,
pedem-se cicatrizes que atravessem anos.
Mas o pensar não traz carteira;
traz pulso.
A cada batida ele inaugura um quem,
um rosto-em-ato que se desarma com o próprio eco.
Olha a armadilha:
quando digo "existo" após "penso",
troco o brilho pelo bloco,
confundo faísca com minério.
Se existir é ser algo, dize que algo és sem congelar o rio.
Dize quem retorna intacto do atravessamento.
A palavra "eu" acena, mas não garante o passageiro;
é índice, não monumento.
Releio e o leitor que sou me contradiz com elegância:
cada leitura me inventa um autor anterior.
Logo, o eu que decide entender é posterior ao entendimento,
e o entendimento, anterior ao eu que o celebra.
A gramática faz truques.
Transforma atos em estados, eventos em essências.
É ventríloqua do ser:
põe voz de mármore no que é água.
Heráclito entra, enxuto:
o nome é margem, o ser é curso.
Quem bebe duas vezes no mesmo "eu"?
Quem devolve a gota ao desenho antigo?
Então aperfeiçoo o silogismo como quem desarma um dispositivo:
se penso, há presença sem propriedade,
há comparecimento do sujeito-em-ato,
há luz que não promete estátua.
Daqui não se segue substância,
segue cena.
Não se prova o dono, prova-se o surgimento.
O cogito é bilhete de entrada, não escritura do terreno.
E se me pedem definibilidade, aponto o necrotério das narrativas:
o corpo já cessou, logo o relato pode fixá-lo.
No arquivo, sim, há estados;
na vida, há verbos.
Portanto, conduzo-te pelo corredor das palavras
até a célula onde "existo" queria trancar o ato.
Abro a porta pelo lado do uso e deixo o ar entrar:
o que havia ali era só o brilho do acontecimento.
Conclusão, escrita na água com letra firme:
penso, logo apareço.
Sou em ato, não como estado.
Cogito, ergo fluo.
– Daniel A. K. Müller
A imaginação voa longe, a quem almeja conquistar alguma coisa, seja ela adaptada ou construída do zero, passamos diversos momentos pensando no que vai ser o melhor para todos e acabamos descobrindo a espera. Que é saudável para a construção de um grande negócio.
Eu sou um poema sem fim. E sem ter quem leia para criar fim.
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