Luta pelo Amor Proibido
Somos soldados de nós mesmos.
A vida dá as batalhas mais difíceis aos soldados mais fortes.
Somos o exército de um homem só.
A vida é feita de lutas é por isso que somos todos soldados até o fim de nossos dias.
Vivemos, Sonhamos e Morremos.
Há certas coisas que acontecem na vida que te fazem pular de alegria e também tem outras que te deixam super pra baixo. Como dizem, há dias de luta e há dias de glória.
Onde há vida, a morte é inevitável. Morrer é fácil; viver é que é difícil. Quando mais difícil fica, mais forte é a nossa vontade de viver. E quanto mais se teme a morte, maior é a luta para continuar vivendo.
A caminhada é longa quando os objetivos não lhe contemplam individualmente. Carregar a responsabilidade de querer o bem na prática para pessoas que você nem conhece tem um preço bem mais alto, muita sola de sapato, às vezes mudar a idéia, adaptar seus sonhos para que caibam mais e mais indivíduos que querem a mesma coisa. Que assim seja, que os fins justifiquem os meios, que os meios estejam dentro dos limites da ética e da moral, que consigamos sem guerra encontrar paz e luz para muitos sempre.
Nunca, jamais, nos curvaremos ao racismo e à intolerância, seja ela qual for. Não cederemos um milímetro ao ódio.
Pareço ser forte, mas não sou sou. Por trás dessa armadura há um ser humano ferido precisando de um abraço, precisando ouvir que vai ficar tudo bem.
Em nossas lutas diárias não sabemos se ao findo será vitória o resultado, mas diariamente temos a oportunidade de ao anoitecer agradecer por mais um dia de luta, descansar e acreditar amanhecer disposto a lutar novamente, em busca da vitória. Que sejamos gratos pela oportunidade de descansar diariamente, acreditando sempre amanhecer novamente disposto a ir atrás da vitória. Consideremos essa oportunidade já uma vitória que muitos não mais podem ter.
Um bom descanso a todos!
Sob o pretexto de lutar para viver em paz, muitos promovem a guerra para defender interesses mesquinhos.
Sempre que estou indo embora
Posso ouvir você me dizendo para voltar
Lutando pela minha confiança e você não vai desistir
Mesmo se tivermos que arriscar tudo agora
O aristocrata herda, quer dizer, encontra atribuídas a sua pessoa umas condições de vida que ele não criou, portanto, que não se produzem organicamente unidas a sua vida pessoal e própria. Acha-se ao nascer instalado, de repente e sem saber como, em meio de sua riqueza e de suas prerrogativas.
Ele não tem, intimamente, nada que ver com elas, porque não vêm dele. São a carapaça gigantesca de outra pessoa, de outro ser vivente, seu antepassado. E tem de viver como herdeiro, isto é, tem de usar a carapaça de outra vida. Em que ficamos? Que vida vai viver o "aristocrata" de herança, a sua ou a do prócer inicial? Nem uma nem outra.
Está condenado a representar o outro, portanto, a não ser nem o outro nem ele mesmo. Sua vida perde inexoravelmente autenticidade, e converte-se em pura representação ou ficção de outra vida. A abundância de meios que está obrigado a manejar não o deixa viver seu próprio e pessoal destino, atrofia sua vida.
Toda vida é luta, esforço por ser ela mesma. As dificuldades com que tropeço para realizar minha vida são, precisamente, o que desperta e mobiliza minhas atividades, minhas capacidades. Se meu corpo não me pesasse eu não poderia andar. Se a atmosfera não me oprimisse, sentiria meu corpo como uma coisa vaga, fofa, fantasmática.
Assim, no "aristocrata" herdeiro toda a sua pessoa vai se desvanecendo, por falta de uso e esforço vital. O resultado é essa específica parvoíce das velhas nobrezas, que não se assemelha a nada e que, a rigor, ninguém descreveu ainda em seu interno e trágico mecanismo — o interno e trágico mecanismo que conduz toda a aristocracia hereditária à sua irremediável degeneração.
(Livro "A Rebelião das Massas")
Fiz café para o João e o José Carlos, que hoje completa 10 anos. Eu apenas posso dar-lhes os parabéns, porque hoje nem sei se vamos comer.
A felicidade foi quando ela encontrou sua própria verdade e descobriu que dentro de si havia muita força para lutar!
Deve lutar, perder, e lutar mais uma vez. Não se ganha uma batalha de primeira, tem que ter uma estratégia, conhecer seu inimigo e atacar quando ele menos esperar.
Lute pelas coisas de que você gosta, mas faça isso de uma forma que leve outras pessoas a se juntarem a você.
Uns lutam com o cimento armado. Com as leis. Outros, com os bisturis. Com as máquinas – tantas e tão variadas lutas. Eu luto com a palavra. É bom? É ruim? Não interessa, é a minha vocação.
