Luta pelo Amor Proibido
Sempre que estou indo embora
Posso ouvir você me dizendo para voltar
Lutando pela minha confiança e você não vai desistir
Mesmo se tivermos que arriscar tudo agora
Pareço ser forte, mas não sou sou. Por trás dessa armadura há um ser humano ferido precisando de um abraço, precisando ouvir que vai ficar tudo bem.
Meu grande sonho é ver o combate contra o racismo sendo realizado.
Querem ser eu, querem minha fama, o que eu tenho e fazem o que eu faço, tentam me copiar, mas nunca serão iguais a mim, nunca farão o que eu fiz para conquistar isso e nunca lutarão o que eu lutei e o que eu ainda irei lutar para crescer!
O aristocrata herda, quer dizer, encontra atribuídas a sua pessoa umas condições de vida que ele não criou, portanto, que não se produzem organicamente unidas a sua vida pessoal e própria. Acha-se ao nascer instalado, de repente e sem saber como, em meio de sua riqueza e de suas prerrogativas.
Ele não tem, intimamente, nada que ver com elas, porque não vêm dele. São a carapaça gigantesca de outra pessoa, de outro ser vivente, seu antepassado. E tem de viver como herdeiro, isto é, tem de usar a carapaça de outra vida. Em que ficamos? Que vida vai viver o "aristocrata" de herança, a sua ou a do prócer inicial? Nem uma nem outra.
Está condenado a representar o outro, portanto, a não ser nem o outro nem ele mesmo. Sua vida perde inexoravelmente autenticidade, e converte-se em pura representação ou ficção de outra vida. A abundância de meios que está obrigado a manejar não o deixa viver seu próprio e pessoal destino, atrofia sua vida.
Toda vida é luta, esforço por ser ela mesma. As dificuldades com que tropeço para realizar minha vida são, precisamente, o que desperta e mobiliza minhas atividades, minhas capacidades. Se meu corpo não me pesasse eu não poderia andar. Se a atmosfera não me oprimisse, sentiria meu corpo como uma coisa vaga, fofa, fantasmática.
Assim, no "aristocrata" herdeiro toda a sua pessoa vai se desvanecendo, por falta de uso e esforço vital. O resultado é essa específica parvoíce das velhas nobrezas, que não se assemelha a nada e que, a rigor, ninguém descreveu ainda em seu interno e trágico mecanismo — o interno e trágico mecanismo que conduz toda a aristocracia hereditária à sua irremediável degeneração.
(Livro "A Rebelião das Massas")
Fiz café para o João e o José Carlos, que hoje completa 10 anos. Eu apenas posso dar-lhes os parabéns, porque hoje nem sei se vamos comer.
A felicidade foi quando ela encontrou sua própria verdade e descobriu que dentro de si havia muita força para lutar!
A caminhada é longa quando os objetivos não lhe contemplam individualmente. Carregar a responsabilidade de querer o bem na prática para pessoas que você nem conhece tem um preço bem mais alto, muita sola de sapato, às vezes mudar a idéia, adaptar seus sonhos para que caibam mais e mais indivíduos que querem a mesma coisa. Que assim seja, que os fins justifiquem os meios, que os meios estejam dentro dos limites da ética e da moral, que consigamos sem guerra encontrar paz e luz para muitos sempre.
Nunca, jamais, nos curvaremos ao racismo e à intolerância, seja ela qual for. Não cederemos um milímetro ao ódio.
Onde há vida, a morte é inevitável. Morrer é fácil; viver é que é difícil. Quando mais difícil fica, mais forte é a nossa vontade de viver. E quanto mais se teme a morte, maior é a luta para continuar vivendo.
Há certas coisas que acontecem na vida que te fazem pular de alegria e também tem outras que te deixam super pra baixo. Como dizem, há dias de luta e há dias de glória.
Lute pelas coisas de que você gosta, mas faça isso de uma forma que leve outras pessoas a se juntarem a você.
Há um milhão de maneiras que poderiam nos ter feito morrer antes de hoje. E um milhão de maneiras que poderiam nos fazer morrer antes de amanhã. Mas nós lutamos, por cada segundo que passamos juntas. Quer sejam dois minutos, quer sejam dois dias, não desistimos disso. Eu não quero desistir disso.
(Riley)
Sob o pretexto de lutar para viver em paz, muitos promovem a guerra para defender interesses mesquinhos.
Os samurais foram os maiores servos que existiram. Por isso, se tornaram um dos maiores símbolos de guerreiros da história. Afinal, seu desejo de servir plenamente estava acima de todas as coisas.
Eu escolho lutar com todas as forças que há em mim, eu escolho ser fiel ao meu propósito, e acima de tudo, eu escolho ser verdadeira quando digo que não sou forte, mas que sou guerreira suficiente para não desistir da batalha que enfrento dia após dia.
