Luta e agradecimento

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Um poema grande morde a isca do poeta ai começa a luta pela palavra certa, o jogo é indo cansando o danado em frase aberta, dando linha pra não perder a pesca, o bruto pesa na rima — o poeta enrola o raciocínio focado na meta; o branco rabeia na mente negando a palavra: o poeta astuto solta mais linha vendo a oportunidade na água, sabe que usou isca pra grande sinestesia quem narra embarca no peso da pesca criando o gosto por frases onde tem
poesia


Leonardo Mesquita

"A luta é quase sempre solitária e o apoio, raro. Vencer é difícil, mas quando acontece, só ou acompanhado, a vitória deve ser celebrada."

⁠Lembre-se: Numa luta de boxe, o lutado tem 12 round para vencer a luta, não importa quanto de soco você levará, quantos quedas você terá, o importante será o resultado final!

⁠Infeliz do homem que luta por um ideal cuja conquista não lhe será benéfica, portanto, quando fores tremular uma bandeira partidária, procure certificar se seus esforços encontram motivos para existirem, na pessoa que você busca se espelhar.

A luta de muitas partes não é contra a mazela, mas a favor de suas ideologias.

Dirigido aos déspotas... Somos Forçados, Mas Não Somos Obrigados... A Luta Continua.

⁠Para muitos, a economia da atenção
é o pão na mesa e a conta que chega.


Quem luta pra viver não tem tempo pra política. Não é indiferença, é a vida que não espera.

Olhe para luta como um sinal de que há um troféu te esperando.

UM INTRÓITO À LEITURA DE O LIVRO DOS MÉDIUNS.

OS SISTEMAS NEGATIVOS E A LUTA CONTRA A EVIDÊNCIA: COMO ALLAN KARDEC DESMONTA AS OBJEÇÕES AO ESPIRITISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No cerne da negação
Toda grande descoberta atravessa o mesmo tribunal da História: primeiro é ridicularizada, depois combatida e, por fim, compreendida. Assim ocorreu com as revoluções científicas, filosóficas e religiosas. O Espiritismo, ao surgir no século XIX, não escapou a esse destino. Em O Livro dos Médiuns, Allan Kardec catalogou e analisou, com serenidade e método, as principais objeções levantadas contra os fenômenos espíritas. Em vez de responder com paixão, respondeu com observação, lógica e experiência.
Sua análise permanece atual porque revela um aspecto permanente da natureza humana: quando a realidade desafia convicções arraigadas, muitos preferem negar os fatos a rever as próprias certezas.
I – OS SISTEMAS. NEGATIVOS: A NEGAÇÃO DA EVIDÊNCIA.
São as doutrinas daqueles que, incapazes de apagar a luz, escolhem fechar os olhos e declarar que o Sol não existe.
1. O Sistema do Charlatanismo (38)
Segundo essa hipótese, todos os fenômenos espíritas seriam fruto de fraude deliberada. Trata-se da generalização do abuso para invalidar o uso: porque alguns recorreram ao embuste, conclui-se que toda manifestação mediúnica é impostura.
Kardec demonstra a fragilidade desse raciocínio. Onde não existe interesse financeiro, prestígio ou benefício material, desaparece o principal motivo para a fraude. Julgar toda a mediunidade pelos casos de falsificação seria tão ilógico quanto negar a autenticidade da moeda porque existem falsificadores.
Contra-argumento: O fato de existir moeda falsa não elimina o Tesouro; apenas confirma que existe algo valioso a ser imitado.
2. O Sistema da Loucura (39)
Quando não é possível acusar o espírita de fraude, tenta-se classificá-lo como insano. Surge, então, o argumento ad hominem disfarçado de diagnóstico.
Kardec observa, porém, uma curiosidade: essa suposta "loucura" parecia atingir justamente estudiosos, magistrados, médicos, cientistas e homens de letras. A hipótese patológica transforma-se, assim, numa tentativa de desqualificar pessoas sem enfrentar os fatos que elas apresentam.
Contra-argumento: Se enxergar além do véu é loucura, talvez a cegueira voluntária seja o mais perigoso dos estados de sanidade.
3. O Sistema da Alucinação (40)
Aqui se admite a sinceridade das testemunhas, mas nega-se a confiabilidade de seus sentidos. Tudo seria uma ilusão coletiva.
Entretanto, os fenômenos observados produziam efeitos físicos concretos: mesas deslocavam-se, objetos caíam, móveis quebravam-se e diversas pessoas podiam verificar simultaneamente o acontecimento.
Uma alucinação não desloca matéria nem produz consequências físicas mensuráveis.
Contra-argumento: Aquilo que pesa, move, quebra e pode ser verificado por vários observadores deixa de pertencer ao campo da simples ilusão.
4. O Sistema do Músculo Estalante (41)
Alguns atribuíram as famosas tiptologias ao estalar voluntário dos tendões do músculo peroneal.
Embora essa hipótese pudesse explicar certos ruídos isolados, fracassava diante dos fatos: os sons respondiam inteligentemente às perguntas, deslocavam-se pelas paredes, teto e móveis, além de ocorrerem sem qualquer contato físico.
Contra-argumento: Explicar respostas inteligentes pelo estalar de um tendão equivale a atribuir uma sinfonia ao rangido de uma porta.
II – OS SISTEMAS DAS CAUSAS FÍSICAS E PSÍQUICAS: A ADMISSÃO PARCIAL DOS FATOS.
Nesta etapa, o fenômeno já não é negado. Reconhece-se sua existência, mas recusa-se sua verdadeira origem.
5. O Sistema das Causas Físicas (42)
Segundo essa interpretação, tudo seria consequência do magnetismo, da eletricidade animal ou de fluidos naturais.
Kardec reconhece a existência dessas forças, mas pergunta: como uma força cega poderia responder perguntas, identificar pessoas, transmitir ensinamentos ou demonstrar vontade própria?
Quando o efeito manifesta inteligência, a causa já não pode ser considerada meramente mecânica.
Contra-argumento: Quando um fluido começa a pensar, deixa de ser apenas fluido para revelar uma inteligência.
6. O Sistema do Reflexo (43)
Essa hipótese afirma que toda comunicação seria apenas a projeção inconsciente do pensamento dos presentes.
Contudo, diversas mensagens continham informações desconhecidas pelos participantes, eram escritas em idiomas ignorados pelo médium ou contrariavam completamente suas opiniões pessoais.
O fenômeno ultrapassava os limites da psicologia individual.
Contra-argumento: Nenhum espelho revela aquilo que nunca esteve diante dele.
7. O Sistema da Alma Coletiva (44)
Propõe que as almas dos presentes se fundiriam numa inteligência coletiva capaz de produzir todas as comunicações.
Kardec registra essa hipótese apenas como curiosidade histórica, observando que ela multiplica as dificuldades em vez de resolvê-las.
Para evitar admitir um Espírito comunicante, cria-se uma entidade ainda mais complexa.
Contra-argumento: Inventar uma consciência coletiva para negar um Espírito individual é trocar um mistério por outro ainda maior.
8. O Sistema Sonambúlico ou da Superexcitação (45)
Segundo essa teoria, o médium apenas teria suas faculdades intelectuais extraordinariamente ampliadas durante o transe.
Kardec admite que estados anímicos especiais existem, mas ressalta que isso não explica mensagens produzidas sobre assuntos totalmente desconhecidos pelo médium, escritas com rapidez, naturalidade e independência de sua consciência.
Contra-argumento: A exaltação pode ampliar talentos existentes, mas não cria conhecimentos inexistentes.
III – OS SISTEMAS TEOLÓGICOS: ENTRE O DEMÔNIO E A INFALIBILIDADE.
Quando a investigação experimental é abandonada, surgem as interpretações exclusivamente dogmáticas.
9. O Sistema Demoníaco (46)
Para essa corrente, todas as comunicações seriam obra exclusiva do demônio.
Kardec responde com uma pergunta decisiva: por que o mal ensinaria constantemente o bem, recomendando caridade, perdão, humildade, oração e amor a Deus?
A própria hipótese contradiz seus pressupostos.
Contra-argumento: Um demônio que ensina o Evangelho trabalha contra si mesmo.
10. O Sistema Otimista (47)
No extremo oposto, acredita-se que todos os Espíritos sejam perfeitos simplesmente porque desencarnaram.
Kardec demonstra que a morte transforma a condição física, não o caráter moral.
O progresso espiritual continua após a desencarnação.
Contra-argumento: A sepultura não é uma escola instantânea de perfeição.
11. O Sistema Uniespírita (48)
Segundo essa interpretação, apenas Cristo se comunicaria, assumindo diferentes identidades.
Kardec mostra que essa hipótese implicaria atribuir ao próprio Cristo comunicações banais, contraditórias ou mesmo mistificadoras, incompatíveis com sua natureza moral.
Contra-argumento: Reduzir toda a multiplicidade espiritual a uma única voz é transformar uma orquestra inteira em uma única nota.
IV – A SÍNTESE DA

OBSERVAÇÃO.
12. O Sistema Multiespírita (49)
Este não nasce da especulação, mas da observação continuada.
Kardec reúne os princípios que decorrem da experiência: os Espíritos são as almas dos homens; conservam sua individualidade; ocupam diferentes graus de evolução; influenciam o mundo material e moral; comunicam-se por intermédio dos médiuns; e revelam sua condição pelo conteúdo de suas manifestações.
Não se trata de uma hipótese isolada, mas da conclusão obtida pela comparação metódica de milhares de comunicações.
Contra-argumento: A verdade não se revela por um único ângulo, mas pela convergência harmoniosa de todos os fatos.
13. O Sistema da Alma Material (50–51)
A última divergência analisada por Kardec é mais terminológica do que doutrinária.
Discute-se se alma e perispírito seriam uma única substância em diferentes graus de depuração ou princípios distintos.
Para Kardec, a distinção permanece útil: a alma é o princípio inteligente; o perispírito é seu envoltório semimaterial. A questão, contudo, não altera os fundamentos morais da Doutrina Espírita.
Como sintetiza Lamennais, o perispírito é o instrumento; a alma é a inteligência que o utiliza.
Contra-argumento: Discutir a natureza do facho enquanto a casa permanece na escuridão é esquecer a finalidade da própria luz.
Conclusão.
Ao examinar cada sistema contrário ao Espiritismo, Allan Kardec não procurou vencer adversários, mas compreender argumentos. Sua metodologia permanece um modelo de investigação racional: observar antes de concluir, comparar antes de afirmar e submeter toda hipótese ao controle dos fatos.
Mais do que responder aos críticos de seu tempo, Kardec demonstrou que nenhuma teoria se sustenta quando ignora a totalidade das evidências. A verdade não teme o exame; ao contrário, fortalece-se por ele.
"Negar um fato é simples; difícil é explicá-lo de maneira mais coerente do que a própria realidade o faz."
Fontes.
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, Capítulo IV – Dos Sistemas (38–51).
Allan Kardec. Revista Espírita (1858–1869).
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos.
Allan Kardec. A Gênese.
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ABENÇOADA LUTA.
Há uma forma de evangelho que não se encontra apenas nas páginas escritas, nem repousa exclusivamente nos templos erigidos pela tradição humana. Trata-se de um evangelho vivo, silencioso, invisível aos olhos apressados, porém profundamente legível à consciência que se encontra em sintonia com o bem, o bom e o belo. É o evangelho da doação, aquele que se escreve com gestos e se consagra no sacrifício cotidiano.
Aquele que se entrega ao próximo sob a luz do amor de Jesus não apenas auxilia, mas transforma-se em instrumento da própria luz que oferece. E, nesse movimento sublime, ocorre um fenômeno espiritual de alta significação moral: ao doar-se, o indivíduo é também abençoado pela mesma claridade que irradia. A lei de reciprocidade espiritual não é mecânica, mas profundamente ética, conforme ensina a doutrina quando afirma que "fora da caridade não há salvação", indicando que a verdadeira ascensão se dá pelo exercício constante do amor ativo.
Consideremos uma simples narrativa.
Em uma pequena casa de paredes simples, vive Helena, uma mulher já avançada em idade, cujo tempo, aos olhos do mundo, seria de descanso. Contudo, para ela, o tempo deixou de ser propriedade pessoal. Ao despertar, antes mesmo de cuidar de si, dirige-se ao quarto do marido enfermo. Ali, a primeira oportunidade de luta se manifesta: não uma luta ruidosa, mas íntima, contra o cansaço, contra a impaciência, contra a tentação de desistir. Cada gesto de cuidado é uma página desse evangelho invisível.
Mais tarde, ao sair para a rua, Helena encontra uma vizinha abatida pela dor de uma perda recente. Ainda que seus próprios fardos sejam pesados, ela interrompe seu caminho. Eis outra oportunidade de doação. Não há discursos elaborados, apenas presença, escuta e silêncio respeitoso. Nesse instante, o amor não se proclama, mas se faz sentir.
No mercado, um jovem em dificuldade tenta organizar suas compras com recursos escassos. Helena, discretamente, completa o valor que lhe falta. Ninguém observa, ninguém aplaude. Contudo, no plano moral, essa ação reverbera como um ato de elevada dignidade espiritual. Aqui se revela mais uma face da luta: vencer o egoísmo silenciosamente.
Ao retornar ao lar, já ao entardecer, o corpo cansado revela o preço físico de sua jornada. Porém, sua alma encontra-se em serenidade. Ela compreende, ainda que intuitivamente, que o tempo não lhe pertence quando é consagrado ao amor. Nesse entendimento, repousa uma liberdade profunda: a de não viver para si, mas através do bem.
Essa narrativa simples evidencia que o campo da luta bendita não se limita a grandes feitos. Ele se encontra no lar, na rua, nas relações cotidianas, nos encontros aparentemente banais. Cada circunstância é uma convocação. Cada necessidade alheia é uma porta que se abre para o exercício do amor.
A doutrina esclarece que o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. Tal ensinamento não se restringe a um ideal abstrato, mas se concretiza exatamente nesses momentos descritos. É no domínio de si mesmo que o amor se torna ação legítima.
E mais ainda, quando se afirma que a prece é um ato de adoração, compreende-se que a vida inteira pode converter-se em prece quando orientada pelo serviço ao próximo. Cada gesto de auxílio é uma oração viva, cada renúncia é um cântico silencioso, cada ato de paciência é uma elevação da alma.
Assim, aquele que vive esse evangelho invisível não busca reconhecimento, pois sua recompensa não está nas aparências transitórias, mas na íntima comunhão com a lei divina, que é justiça, amor e caridade.
Que se compreenda, portanto, que a abençoada luta não é um peso imposto, mas uma dádiva concedida àqueles que já conseguem perceber a grandeza de servir. E, mesmo quando o mundo não vê, quando o cansaço se impõe e quando o retorno não vem, ainda assim, cada ato de amor permanece inscrito na eternidade moral do espírito.
FONTES DE APOIO.
"O Livro dos Espíritos", questões 886 e 659.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XV.
"Obras Póstumas", estudo sobre a caridade e a moral espírita.
Que cada instante da existência seja reconhecido como solo fértil dessa luta bendita, onde o espírito que ama não se perde, mas se engrandece na mais alta dignidade do bem vivido.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

Mulher: matriz da vida

Tua luta firme e incansável nos protege todos os dias.
Tua força vigorosa e admirável nos sustenta todos os dias.
Tua sensibilidade delicada e humana nos ensina todos os dias.
Tua sabedoria prudente e luminosa nos orienta todos os dias.
Tua presença doce e inspiradora ilumina nossos caminhos todos os dias.
Tua esperança viva e resiliente renova nossas vidas todos os dias.

Teu brilho sereno e materno no olhar traduz tua delicadeza de ser mãe.
Teu sorriso largo e acolhedor nos encanta e nos abraça.
Teu carinho terno e generoso nos fortalece suavemente.
Teu carinho constante e afetuoso revela tua amabilidade e proteção.
Teu amor sincero e fiel e tua fé firme e serena são símbolos de paz interior.
Teu significado nobre e profundo é importante para todos nós eternamente.

Sem fraquejar, mentalize seus objetivos e o alcance, essa luta é sua e ninguém pode vencer por você!

⁠Quem luta junto conosco é o SENHOR DOS EXÉRCITOS que não perde batalhas.

Tem crente que só é crente quando dói, passou a luta, voltou ao pecado.

O sistema mata quem luta na carne,
mas não consegue tocar quem vive na vontade de Deus.
“Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1 João 4:4)

A obediência não impede lutas, mas impede que a luta destrua a sua alma.


E no fim, quem permanece obediente descansa seguro, porque o Senhor vela pelos que O temem.


miriamleal

O soldado de Cristo não luta para provar quem é; luta porque sabe a Quem pertence.
Quem foi chamado por Deus não desanima na guerra, porque aprendeu que a força do céu é maior do que qualquer batalha da terra. miriamleal

soldado permanece firme, porque sabe que sua missão vale mais do que seu conforto.
Ele luta quando é aplaudido. Luta quando é esquecido. Luta quando é compreendido. E continua lutando quando é injustiçado. miriamleal

É na luta do dia a dia que se encontra a resposta. 🔥

"Um exemplo de vida e de luta é não deistir do impossível que Deus tem preparado pra ti.... QUE SIM.... Pra Deus tudo é possivel,
até mesmo quando para os homens já não sejam. "

—By Coelhinha