Luis Fernando Verissimo poemas Sonhos
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“A noite parecerá ínfima, terá respirações, apegos e versos de outro poema.”
“Gotejam as torneiras do vinho, enquanto trovoadas arrancam rolhas de espumantes.”
“Descobri, na primavera, que o sol da vida, às vezes, nem alcança o verão.”
A morte é o fim da vida e o princípio de reflexão para os homens.
Uns morrem outros refletem a morte!
“Triste, como os dias cinzentos, na beira de um mar que, distante, ondeia sem rumo.”
“Sombras lunares aprecedem os dias que amanhecem suaves escutando o coração em paz.”
Pai é abrigo, vento manso, calma em dia de aflição. É quem espera, sem alarde, de braços prontos e imenso coração.
"Ontem teve poesia hoje faço poemas amanhã? ... amanhã é outro dia."
“Se foram os pomares, se foram os jardins, se foram as sombras… deito saudades em mim.”
“Sob as sombras da árvore, gotejam dores em almas verdes de porvires incertos.”
Assim, em total placidez, me aconchego no teu mundo… és alma que mora em mim.”
“Quero tocá-lo, tê-lo em minhas mãos, embarcar em suas histórias, em seus voos, em suas fantasias.”
“Talvez mantenha a esperança… ou será só a inocência da solitária criança?”
“A poesia se eleva além dos girassóis, suavizando o mundo e os corações.”
"Nozes se abrem(prensadas),como olhos sonâmbulosem altas madrugadas."
“Partir é preciso, mesmo sem passagem. A vida nada mais é do que uma constante miragem.”
“Basta uma fração — um instante — para imaginar-me à beira-mar, na obscura solidão da praia esquecida.”
“O poeta me pede uma lista de amigos. Sim, tive muitos, mas onde eles estarão?”
“Suando saudades galopantes dos campos de outrora, tropeço na dureza das metrópoles selvagens.”
“A existência fecunda de outrora se desfaz, lenta, nas lembranças de agora.”